quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Arraial do Cabo - Z-05 - Sede própria


A Colônia dos Pescadores Z-05 de Arraial do Cabo está agora com uma sede própria em uma localização mais adequado para atender aos pescadores artesanais do município.


O expediente da Z-05 agora acontece diariamente na Marina dos Pescadores, principal local de desembarque de pescado do município e onde se concentra a maioria das embarcações e pescadores.


O novo endereço é  na: Rua Santa Cruz s/n - Marina dos Pescadores - Praia dos Anjos - Arraial do Cabo - RJ. CEP 28.930-000 - Tel: (22) 2622-1297 - Email: coloniaz5.arraial@hotmail.com


Notícia sede anterior:


terça-feira, 2 de agosto de 2011

Identificados novos peixes na Bacia de Campos


Projeto encontra na região quatro espécies desconhecidas
por Cláudio Motta claudio.motta@oglobo.com.br

Quatro espécies inéditas de peixes foram descobertas na Bacia de Campos (A região de maior produção de petróleo e gás natural do Brasil) por pesquisadores do Projeto Habitats. Como nunca foram descritos por cientistas, os peixes ainda não estão catalogados e, portanto, não têm nome. O estudo observou também 22 espécies cuja presença na região não era conhecida. Cinco delas representam novas ocorrências para o Brasil, como a Acanthocaenus luetkenii e a Rhinochimaera atlantica (Quimera de focinho longo).

O Habitats faz parte do Projeto de Caracterização Ambiental Regional da Bacia de Campos, cujo relatório foi entregue ao Ibama na semana passada. As pesquisas começaram em 2007 e são patrocinadas pela Petrobras, que investiu R$40 milhões para os estudos em uma área de cem quilômetros quadrados. As informações levantadas permitirão conhecer melhor e monitorar os impactos ambientais na região. O coordenador geral de Petróleo e Gás do Ibama, Cristiano Vilardo, explica que o investimento faz parte de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), como parte do processo de licenciamento da empresa estatal.

- O estudo é absolutamente inovador e produziu uma grande fotografia da Bacia de Campos. Além das quatro novas espécies de peixes, deve haver ainda mais de microorganismos. Ter informações confiáveis é fundamental para saber os impactos da atividade petrolífera. Entendendo melhor o ambiente, conseguiremos traçar estratégias diferenciadas, inclusive a criação de unidades de conservação - disse.

O Ibama deverá publicar todo o estudo, que é georreferenciado. Para pesquisadores, mais importante do que descobrir peixes novos é saber o comportamento das comunidades do local, que são interdependentes e fazem parte de cadeias alimentares.

- No caso dos peixes, a Bacia de Campos é ocupada por diferentes comunidades. Pelo menos cinco são bastante distintas. Então, deveremos representar as cinco comunidades para preservar a biodiversidade local. Não apenas visando ao agrupamento de espécies, mas também preservando toda a cadeia alimentar. Ou seja, a relação entre predador e presa - comentou Paulo Costa, especialista em peixes de oceano profundo, professor da UniRio e coordenador do levantamento de peixes do Projeto Habitats.

São tantas as informações que deverá ser preciso mais um ano para analisá-las. O segundo passo será integrar todos os dados e, por fim, gerar planos de monitoramento ambiental, cuja implantação ainda está sendo negociada entre o Ibama e a Petrobras.

- Fizemos a caracterização ambiental de uma região. Assim, teremos como escolher indicadores ambientais para avaliar se houve impacto ambiental ou não - disse Anna Maria Scofano, oceanógrafa da Petrobras.

Fonte: O GLOBO

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Pirarucu é destaque em reunião do Comitê de Áreas Úmidas


Peixe protegido por lei na Amazônia - o pirarucu - é anualmente capturado por quase 1.000 pescadores na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá, no Amazonas. No ano passado, eles levaram para casa uma safra de 220 toneladas. A pesca é realizada com tantos cuidados com o meio ambiente que mereceu prêmio internacional e foi apresentada como exemplo ao Comitê Nacional de Zonas Úmidas, coordenado pelo Ministério do Meio Ambiente.

A Reserva Mamirauá localiza-se em uma área de várzea na confluência dos rios Solimões e Japurá, faz parte do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc) e é uma das 11 zonas úmidas brasileiras consideradas de importância internacional, chamadas de Sítios Ramsar.

A metodologia e resultados da pesca do pirarucu foi apresentada como parte da política promovida pelo Ministério do Meio Ambiente para a articulação dos profissionais que trabalham em cada um dos sítios. Em dezembro, eles participaram de um intercâmbio nacional, em que viajaram de uma região a outra, para ampliação do conhecimento sobre estratégias de conservação utilizadas em diferentes biomas do País.

"Os sítios começaram a se articular cada vez mais, a trocar experiências, a fazer valer a importância do título internacional como instrumento de preservação e de desenvolvimento", afirma Raoni Japiassu, do ICMBio, que representou o chefe dos 11 Ramsar (Fernando Tizianel) na oitava reunião ordinária do comitê coordenado pelo MMA, realizada em Brasília, na sexta-feira (15/4).

Um dos principais focos da pauta desse encontro foi a aprovação de uma minuta para a criação de uma comissão técnica que vai tratar de manguezais, que estão entre as principais zonas úmidas do Brasil.

"Esses tipos de áreas protegidas servem para beneficiar as populações que nelas vivem e manter o ecossistema em equilíbrio", observou a diretora de Áreas Protegidas, do MMA, Ana Paula Prates, que coordenou o encontro.

A exposição pelo sucesso da pesca do pirarucu foi feita pela bióloga Ellen Amaral, do Instituto de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá (IDSM), responsável pela atividade junto aos pescadores há 12 anos. Ela conta que nesse período eles passaram de 42 para 922 profissionais, e hoje cada um têm renda de aproximadamente R$ 1.000 a cada safra anual, que vai de setembro a novembro.

Apesar do grande crescimento do número de pescadores, o manejo dos criadouros naturais garante a reprodução dos peixes. São capturados apenas 20 a 30% dos adultos, com tamanho mínimo de 1,5 metro, que atingem com cerca de 4 a 5 anos de idade. As regras foram adotadas depois de organizada a co-gestão entre a comunidade que vive na reserva e os profissionais do Instituto Mamirauá.

O trabalho mereceu o primeiro lugar na Premiação Gestão Sustentável de Sítios Ramsar nas Américas, em solenidade no México, em fevereiro. A Convenção Ramsar foi ratificada pelo Brasil em 1996 e foi assinada por 160 Países, em um total de 1912 áreas úmidas no mundo.

Por Cristina Ávila
Fonte: Blog Os Candangos


Notícias relacionadas:
http://cardumebrasil.blogspot.com/2010/08/amazonas-manejo-pesqueiro-da-resultado.html

Pirarucu




por Thiago TH

AM - Pescadores de Mamirauá conquistam fábrica e reajuste do quilo do pirarucu manejado


O preço do quilo do pirarucu manejado por pescadores da Colônia de Pescadores de Maraã, nas Reservas Extrativistas de Mamirauá e Anamã, teve um aumento de quase 19%.

O valor foi negociado durante o Programa de Manejo de Pesca do Instituto Mamirauá, realizado no município de Tefé, com o objetivo de estimular comerciantes a negociarem diretamente com pescadores de peixe manejado nas Reservas de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá e Amanã.

O presidente da Colônia de Pescadores de Maraã, Luiz Gonzaga de Matos, avaliou positivamente os resultados do encontro.

“A rodada foi excelente, pois nós passamos a vender o preço do pescado de R$4,65 para R$5,50”, disse o presidente da Colônia de Pescadores de Maraã, Luiz Gonzaga de Matos.

O aumento do preço do pescado deve-se à inauguração da Agroindústria de Maraã que o Governo do Estado do Amazonas está construindo naquele município, em parceria com uma instituição que financia projetos científicos.

A fábrica deve ser inaugurada dia 25 de agosto e seu principal objetivo é aumentar a renda dos produtores.

A proposta também inclui a divisão dos lucros entre os pescadores que venderem pirarucu manejado à fábrica.

A sistema de manejo de Maraã, gerido pela Colônia dos Pecadores Z-32, que pesca nos Lagos Preto, Tigre e Itaúba, da Reserva de Desenvolvimento Sustentável Mamirauá deve ser vendido ao Governo do Estado, por meio da Agroindústria.

A partir de agora, os demais pescadores avaliam as propostas recebidas e decidem para quem vender o pirarucu manejado.

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) já emitiu algumas autorizações para a pesca, que deve ocorrer entre setembro e novembro, porém houve algumas reduções nas cotas.

Uma reunião promovida pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Sustentável do Amazonas deve ocorrer na próxima terça-feira, dia 2, em Manaus, em local a ser definido.


sábado, 30 de julho de 2011

Campos - Reforma da sede da Colônia Z-19

A comissão PEA-OGX de Campos dos Goytacazes se reuniu na última quinta-feira, dia 27 de julho, com integrantes da SOMA e da OGX para uma visita à sede da Colônia Z-19, que está em reforma desde abril de 2011. Segundo Rodolfo José, presidente da Colônia, o andamento das obras está correspondendo às expectativas da comissão.

De acordo com representantes da Porto e Rocha, construtora responsável pela reforma da Colônia, o término das obras está previsto para o final do próximo mês. Em breve, daremos notícias sobre a inauguração da nova sede.

Confira a seguir as últimas fotos da Colônia:



http://pesca-artesanal-campos.blogspot.com/2011/07/avancos-na-reforma-da-colonia-z-19.html

Fonte: Blog Pesca Artesanal na Bacia de Campos


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