Ministério do Meio Ambiente informou nesta terça (24) que substância coletada e analisada em cinco estados é hidrocarboneto, derivado do petróleo. Órgãos de defesa do meio ambiente buscam identificar origem do material.
O surgimento de manchas escuras tem surpreendido banhistas em pelo menos 43 praias do Nordeste (veja a lista ao final da reportagem). Desde o início de setembro, a substância é vista em oito dos nove estados da região. Ao menos seis animais, entre tartarugas e aves marinhas, foram afetados pelo material.
Em praias de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, a substância foi identificada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) como hidrocarboneto, derivado do petróleo. Como as análises ainda estão em andamento, não é possível saber a origem da substância.
O G1 questionou se o Ministério vai monitorar as praias do Piauí, Maranhão e Sergipe, onde banhistas também relataram ter visto uma substância oleosa e escura na areia, e aguarda retorno.
De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), equipes da instituição têm atuado na coleta e na análise do material para identificar como ocorreu e quem é o responsável pelo descarte. A prática é considerada crime ambiental, com multa que varia de R$ 50 a R$ 50 milhões.
Em nota, a Marinha do Brasil afirma que, ao ter conhecimento do aparecimento das manchas, "em suas respectivas áreas de jurisdição, as Capitanias dos Portos deslocaram equipes de Inspeção Naval aos locais e constataram a concentração de uma substância de cor preta na areia das praias".
Ainda no texto, a Marinha diz que "foram enviadas para análise do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), no Rio de Janeiro, amostras das manchas que foram localizadas, em praias dos estados de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas e Paraíba" e "apenas após a conclusão de todas as análises, pelo IEAPM, será possível estabelecer qual a substância recolhida".
Veja a lista de localidades com registro de manchas:
Maranhão
Itatinga
Piauí
Ilha dos Poldros
Ceará
Praia do Futuro
Porto das Dunas
Sabiguaba
Cumbuco
Fortim
Paracuru
Mundaú
Rio Grande do Norte
Via Costeira
Muriú
Camurupim
Pipa
Pirambúzios
Barra de Tabatinga
Foz dos Rios Pirangi do Sul
Foz do rio Pium
Redinha
Paraíba
Bessa
Manaíra
Cabedelo
Pitimbu
Tambaba
Cabo Branco
Pernambuco
Boa Viagem
Del Chifre
Candeias
Gamboa
Ilha de Cocaia
Paiva
Carneiros
Tamandaré
Maria Farinha
Alagoas
Jatiúca
Ponta Verde
Guaxuma
Japaratinga
Maragogi
Praia do Francês
Carro Quebrado
Japaratinga
Barra de São Miguel
Sergipe
Pirambu
Fonte: G1
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quarta-feira, 25 de setembro de 2019
IMPACTO: Manchas de óleo são registradas em ao menos 43 praias do Nordeste, mas origem segue indefinida.
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segunda-feira, 8 de abril de 2019
RJ: óleo em cinco praias da região dos Lagos é da Petrobras
A Petrobras confirmou na noite desta sexta-feira (5/4) que o óleo que atingiu praias da região dos Lagos, no Rio de Janeiro, veio das suas operações. De acordo com o Ibama, que falou por meio do Ministério do Meio Ambiente, o óleo foi avistado nas praias de Saco do Cherne, Prainha, Praia dos Anjos e nas prainhas do Pontal do Atalaia, em Arraial do Cabo (RJ). Também foi constatada contaminação na Praia das Conchas, em Cabo Frio (RJ).
A Petrobras informou ainda, por meio de sua assessoria de imprensa, que equipes foram mobilizadas e estão fazendo o monitoramento e limpeza da área. “As causas estão sendo apuradas. Os órgãos reguladores foram informados e estão acompanhando os trabalhos”, diz a empresa em nota.
A petroleira não informou, contudo, de qual campo e nem qual plataforma vazou o óleo que chegou ao litoral.
A Prefeitura de Arraial do Cabo informou que uma força-tarefa com os principais órgãos municipais, operadoras de mergulho, pescadores locais, representantes da Petrobras, Inea, IBAMA, Marinha e ICMBio, foi mobilizada para dar continuidade aos trabalhos de limpeza na Prainha e nas Prainhas do Pontal do Atalaia. “A Petrobras disponibilizou uma equipe com mais de 40 voluntários, além de equipamentos e técnicos para coordenar as ações. Boa parte do material já foi recolhido”, disse a prefeitura em nota.
A Prefeitura de Armação de Búzios informou que a Secretaria de Meio Ambiente e Pesca de Búzios monitora o aparecimento de óleo em algumas praias com técnicos da Bacia de Campos e empresas que assessoram a Petrobras em ocorrências de vazamento de óleo no mar.
Ainda de acordo com a prefeitura, banhistas denunciaram a ocorrência de óleo na praia Brava na última terça-feira. “Ao longo da semana, o óleo foi aparecendo em outras praias como Manguinhos, Marina, Canto e Tucuns. Guardas Marítimos Ambientais de Búzios recolheram amostras do material para análise”, diz a prefeitura em nota.
Vazamento na P-58
No começo de março, o Ibama multou a Petrobras em R$ 8,19 milhões pelo vazamento de petróleo ocorrido no navio-plataforma P-58, que produz no Parque das Baleias, na parte capixaba da Bacia de Campos. O órgão ambiental afirmou que ontem a mancha de óleo atingia 10 km² e deslocava-se na direção sul, a cerca de 200 km do litoral norte do Rio de Janeiro.
“Analistas do Ibama participam de vistorias diárias na região em helicóptero e avião equipado com sensores. Em ação coordenada com a Marinha e a ANP, o Instituto seguirá monitorando a mancha e acompanhando as ações adotadas para contenção e recolhimento do óleo no mar”, disse o órgão ambiental.
A estatal afirmou na época que, em sobrevoo realizado com a participação de representante do Ibama, não encontrou mancha de óleo no mar. “Desde então, a companhia vem mantendo o monitoramento diário na região, por meio de imagens de satélite e sobrevoos, que identificaram finas camadas de óleo na superfície, com brilho característico, possivelmente resquícios do incidente”, disse a empresa em nota.
Fonte: EPBR
Imagem: G1
terça-feira, 21 de julho de 2015
Pesca artesanal é declarada patrimônio cultural imaterial de Arraial
Pensar em Arraial do Cabo é quase que imediatamente se remeter aos seus ‘causos’, sua gente e principalmente à atmosfera de eterna vila de pescadores. Ir, por exemplo, ao mirante da Praia Grande e não se deparar com a habilidade de um velho trabalhador do mar fiando a sua rede pode ser considerada uma experiência incompleta.
Pois a pesca artesanal, atividade econômica responsável pelo sustento de inúmeras famílias cabistas ao longo das últimas décadas, acaba de ganhar o reconhecimento oficial e ser declarado patrimônio cultural imaterial da cidade.
Iniciativa do vereador Renatinho Vianna (Pros), o projeto de lei 1804/13 foi aprovado por unanimidade no plenário da Câmara e sancionado pelo prefeito Wanderson Cardoso de Brito. Com a medida, a atividade passa a ser tombada, com a obrigatoriedade de ser protegida em sua características.
– A pesca artesanal de Arraial, praticada há várias gerações, resiste, garantindo não só uma profissão, mas um modo de vida tradicional, associado às condições ambientais desses ecossistemas. Caracteriza-se, principalmente, pelo uso de instrumentos simples por pescadores autônomos, atuando sozinhos ou em parcerias, e pelo sistema de remuneração através da divisão da produção em partes – argumenta o vereador, em sua justificativa.
Como não poderia ser diferente, a notícia foi bem recebida no meio cultural da cidade.
– A pesca artesanal tem uma relação intrínseca com a identidade cabista. Ou seja, a população em geral tem alguma relação familiar ou história que à ela remete valor. Sem contar os aspectos econômicos relacionados ao mar que são naturais em nossa região. Criar mecanismo de proteção para esse patrimônio é fundamental – comentou o superintendente municipal de Cultura, Fernando Rezende.
Já o presidente da Associação dos Pescadores de Arraial do Cabo, Joaquim Rodrigues de Carvalho, fala em ‘reconhecimento’. Apesar de celebrar o fato, Quinzinho, como é conhecido, também pede providências para garantir o sustento a longo prazo dos pescadores.
– É bom saber que nós, pescadores, somos prioridade. É mais conceito para a gente, porque tem pessoas que não valorizam a atividade, que tem que ser mais divulgada. Além disso tem que ter mais fiscalização da Guarda Marítima e do ICM-Bio, porque atuamos em área de reserva e precisamos de proteção contra quem usa rede proibida, por exemplo – ponderou ele.
Fonte: Folha dos Lagos
Imagem: Maurício Düppré (2009)
Iniciativa
do vereador Renatinho Vianna (Pros), o projeto de lei 1804/13 foi
aprovado por unanimidade no plenário da Câmara e sancionado pelo
prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho. Com a medida, a
atividade passa a ser tombada, com a obrigatoriedade de ser protegida
em sua características. - See more at:
http://www.folhadoslagos.com/cultura/cultura/reconhecimento-que-vem-pelo-mar#sthash.5DgTzyPc.dpuf
Iniciativa
do vereador Renatinho Vianna (Pros), o projeto de lei 1804/13 foi
aprovado por unanimidade no plenário da Câmara e sancionado pelo
prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho. Com a medida, a
atividade passa a ser tombada, com a obrigatoriedade de ser protegida
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Pensar
em Arraial do Cabo é quase que imediatamente se remeter aos seus
‘causos’, sua gente e principalmente à atmosfera de eterna vila de
pescadores. Ir, por exemplo, ao mirante da Praia Grande e não se
deparar com a habilidade de um velho trabalhador do mar fiando a sua
rede pode ser considerada uma experiência incompleta.
Pois a pesca artesanal, atividade econômica responsável pelo sustento de inúmeras famílias cabistas ao longo das últimas décadas, acaba de ganhar o reconhecimento oficial e ser declarado patrimônio cultural imaterial da cidade.
Iniciativa do vereador Renatinho Vianna (Pros), o projeto de lei 1804/13 foi aprovado por unanimidade no plenário da Câmara e sancionado pelo prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho. Com a medida, a atividade passa a ser tombada, com a obrigatoriedade de ser protegida em sua características.
– A pesca artesanal de Arraial, praticada há várias gerações, resiste, garantindo não só uma profissão, mas um modo de vida tradicional, associado às condições ambientais desses ecossistemas. Caracteriza-se, principalmente, pelo uso de instrumentos simples por pescadores autônomos, atuando sozinhos ou em parcerias, e pelo sistema de remuneração através da divisão da produção em partes – argumenta o vereador, em sua justificativa.
Como não poderia ser diferente, a notícia foi bem recebida no meio cultural da cidade.
– A pesca artesanal tem uma relação intrínseca com a identidade cabista. Ou seja, a população em geral tem alguma relação familiar ou história que à ela remete valor. Sem contar os aspectos econômicos relacionados ao mar que são naturais em nossa região. Criar mecanismo de proteção para esse patrimônio é fundamental – comentou o superintendente municipal de Cultura, Fernando Rezende.
Já o presidente da Associação dos Pescadores de Arraial do Cabo, Joaquim Rodrigues de Carvalho, fala em ‘reconhecimento’. Apesar de celebrar o fato, Quinzinho, como é conhecido, também pede providências para garantir o sustento a longo prazo dos pescadores.
– É bom saber que nós, pescadores, somos prioridade. É mais conceito para a gente, porque tem pessoas que não valorizam a atividade, que tem que ser mais divulgada. Além disso tem que ter mais fiscalização da Guarda Marítima e do ICM-Bio, porque atuamos em área de reserva e precisamos de proteção contra quem usa rede pribida, por exemplo – ponderou ele.
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Pois a pesca artesanal, atividade econômica responsável pelo sustento de inúmeras famílias cabistas ao longo das últimas décadas, acaba de ganhar o reconhecimento oficial e ser declarado patrimônio cultural imaterial da cidade.
Iniciativa do vereador Renatinho Vianna (Pros), o projeto de lei 1804/13 foi aprovado por unanimidade no plenário da Câmara e sancionado pelo prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho. Com a medida, a atividade passa a ser tombada, com a obrigatoriedade de ser protegida em sua características.
– A pesca artesanal de Arraial, praticada há várias gerações, resiste, garantindo não só uma profissão, mas um modo de vida tradicional, associado às condições ambientais desses ecossistemas. Caracteriza-se, principalmente, pelo uso de instrumentos simples por pescadores autônomos, atuando sozinhos ou em parcerias, e pelo sistema de remuneração através da divisão da produção em partes – argumenta o vereador, em sua justificativa.
Como não poderia ser diferente, a notícia foi bem recebida no meio cultural da cidade.
– A pesca artesanal tem uma relação intrínseca com a identidade cabista. Ou seja, a população em geral tem alguma relação familiar ou história que à ela remete valor. Sem contar os aspectos econômicos relacionados ao mar que são naturais em nossa região. Criar mecanismo de proteção para esse patrimônio é fundamental – comentou o superintendente municipal de Cultura, Fernando Rezende.
Já o presidente da Associação dos Pescadores de Arraial do Cabo, Joaquim Rodrigues de Carvalho, fala em ‘reconhecimento’. Apesar de celebrar o fato, Quinzinho, como é conhecido, também pede providências para garantir o sustento a longo prazo dos pescadores.
– É bom saber que nós, pescadores, somos prioridade. É mais conceito para a gente, porque tem pessoas que não valorizam a atividade, que tem que ser mais divulgada. Além disso tem que ter mais fiscalização da Guarda Marítima e do ICM-Bio, porque atuamos em área de reserva e precisamos de proteção contra quem usa rede pribida, por exemplo – ponderou ele.
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Pensar
em Arraial do Cabo é quase que imediatamente se remeter aos seus
‘causos’, sua gente e principalmente à atmosfera de eterna vila de
pescadores. Ir, por exemplo, ao mirante da Praia Grande e não se
deparar com a habilidade de um velho trabalhador do mar fiando a sua
rede pode ser considerada uma experiência incompleta.
Pois a pesca artesanal, atividade econômica responsável pelo sustento de inúmeras famílias cabistas ao longo das últimas décadas, acaba de ganhar o reconhecimento oficial e ser declarado patrimônio cultural imaterial da cidade.
Iniciativa do vereador Renatinho Vianna (Pros), o projeto de lei 1804/13 foi aprovado por unanimidade no plenário da Câmara e sancionado pelo prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho. Com a medida, a atividade passa a ser tombada, com a obrigatoriedade de ser protegida em sua características.
– A pesca artesanal de Arraial, praticada há várias gerações, resiste, garantindo não só uma profissão, mas um modo de vida tradicional, associado às condições ambientais desses ecossistemas. Caracteriza-se, principalmente, pelo uso de instrumentos simples por pescadores autônomos, atuando sozinhos ou em parcerias, e pelo sistema de remuneração através da divisão da produção em partes – argumenta o vereador, em sua justificativa.
Como não poderia ser diferente, a notícia foi bem recebida no meio cultural da cidade.
– A pesca artesanal tem uma relação intrínseca com a identidade cabista. Ou seja, a população em geral tem alguma relação familiar ou história que à ela remete valor. Sem contar os aspectos econômicos relacionados ao mar que são naturais em nossa região. Criar mecanismo de proteção para esse patrimônio é fundamental – comentou o superintendente municipal de Cultura, Fernando Rezende.
Já o presidente da Associação dos Pescadores de Arraial do Cabo, Joaquim Rodrigues de Carvalho, fala em ‘reconhecimento’. Apesar de celebrar o fato, Quinzinho, como é conhecido, também pede providências para garantir o sustento a longo prazo dos pescadores.
– É bom saber que nós, pescadores, somos prioridade. É mais conceito para a gente, porque tem pessoas que não valorizam a atividade, que tem que ser mais divulgada. Além disso tem que ter mais fiscalização da Guarda Marítima e do ICM-Bio, porque atuamos em área de reserva e precisamos de proteção contra quem usa rede pribida, por exemplo – ponderou ele.
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Iniciativa do vereador Renatinho Vianna (Pros), o projeto de lei 1804/13 foi aprovado por unanimidade no plenário da Câmara e sancionado pelo prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho. Com a medida, a atividade passa a ser tombada, com a obrigatoriedade de ser protegida em sua características.
– A pesca artesanal de Arraial, praticada há várias gerações, resiste, garantindo não só uma profissão, mas um modo de vida tradicional, associado às condições ambientais desses ecossistemas. Caracteriza-se, principalmente, pelo uso de instrumentos simples por pescadores autônomos, atuando sozinhos ou em parcerias, e pelo sistema de remuneração através da divisão da produção em partes – argumenta o vereador, em sua justificativa.
Como não poderia ser diferente, a notícia foi bem recebida no meio cultural da cidade.
– A pesca artesanal tem uma relação intrínseca com a identidade cabista. Ou seja, a população em geral tem alguma relação familiar ou história que à ela remete valor. Sem contar os aspectos econômicos relacionados ao mar que são naturais em nossa região. Criar mecanismo de proteção para esse patrimônio é fundamental – comentou o superintendente municipal de Cultura, Fernando Rezende.
Já o presidente da Associação dos Pescadores de Arraial do Cabo, Joaquim Rodrigues de Carvalho, fala em ‘reconhecimento’. Apesar de celebrar o fato, Quinzinho, como é conhecido, também pede providências para garantir o sustento a longo prazo dos pescadores.
– É bom saber que nós, pescadores, somos prioridade. É mais conceito para a gente, porque tem pessoas que não valorizam a atividade, que tem que ser mais divulgada. Além disso tem que ter mais fiscalização da Guarda Marítima e do ICM-Bio, porque atuamos em área de reserva e precisamos de proteção contra quem usa rede pribida, por exemplo – ponderou ele.
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Pensar
em Arraial do Cabo é quase que imediatamente se remeter aos seus
‘causos’, sua gente e principalmente à atmosfera de eterna vila de
pescadores. Ir, por exemplo, ao mirante da Praia Grande e não se
deparar com a habilidade de um velho trabalhador do mar fiando a sua
rede pode ser considerada uma experiência incompleta.
Pois a pesca artesanal, atividade econômica responsável pelo sustento de inúmeras famílias cabistas ao longo das últimas décadas, acaba de ganhar o reconhecimento oficial e ser declarado patrimônio cultural imaterial da cidade.
Iniciativa do vereador Renatinho Vianna (Pros), o projeto de lei 1804/13 foi aprovado por unanimidade no plenário da Câmara e sancionado pelo prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho. Com a medida, a atividade passa a ser tombada, com a obrigatoriedade de ser protegida em sua características.
– A pesca artesanal de Arraial, praticada há várias gerações, resiste, garantindo não só uma profissão, mas um modo de vida tradicional, associado às condições ambientais desses ecossistemas. Caracteriza-se, principalmente, pelo uso de instrumentos simples por pescadores autônomos, atuando sozinhos ou em parcerias, e pelo sistema de remuneração através da divisão da produção em partes – argumenta o vereador, em sua justificativa.
Como não poderia ser diferente, a notícia foi bem recebida no meio cultural da cidade.
– A pesca artesanal tem uma relação intrínseca com a identidade cabista. Ou seja, a população em geral tem alguma relação familiar ou história que à ela remete valor. Sem contar os aspectos econômicos relacionados ao mar que são naturais em nossa região. Criar mecanismo de proteção para esse patrimônio é fundamental – comentou o superintendente municipal de Cultura, Fernando Rezende.
Já o presidente da Associação dos Pescadores de Arraial do Cabo, Joaquim Rodrigues de Carvalho, fala em ‘reconhecimento’. Apesar de celebrar o fato, Quinzinho, como é conhecido, também pede providências para garantir o sustento a longo prazo dos pescadores.
– É bom saber que nós, pescadores, somos prioridade. É mais conceito para a gente, porque tem pessoas que não valorizam a atividade, que tem que ser mais divulgada. Além disso tem que ter mais fiscalização da Guarda Marítima e do ICM-Bio, porque atuamos em área de reserva e precisamos de proteção contra quem usa rede pribida, por exemplo – ponderou ele.
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Iniciativa do vereador Renatinho Vianna (Pros), o projeto de lei 1804/13 foi aprovado por unanimidade no plenário da Câmara e sancionado pelo prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho. Com a medida, a atividade passa a ser tombada, com a obrigatoriedade de ser protegida em sua características.
– A pesca artesanal de Arraial, praticada há várias gerações, resiste, garantindo não só uma profissão, mas um modo de vida tradicional, associado às condições ambientais desses ecossistemas. Caracteriza-se, principalmente, pelo uso de instrumentos simples por pescadores autônomos, atuando sozinhos ou em parcerias, e pelo sistema de remuneração através da divisão da produção em partes – argumenta o vereador, em sua justificativa.
Como não poderia ser diferente, a notícia foi bem recebida no meio cultural da cidade.
– A pesca artesanal tem uma relação intrínseca com a identidade cabista. Ou seja, a população em geral tem alguma relação familiar ou história que à ela remete valor. Sem contar os aspectos econômicos relacionados ao mar que são naturais em nossa região. Criar mecanismo de proteção para esse patrimônio é fundamental – comentou o superintendente municipal de Cultura, Fernando Rezende.
Já o presidente da Associação dos Pescadores de Arraial do Cabo, Joaquim Rodrigues de Carvalho, fala em ‘reconhecimento’. Apesar de celebrar o fato, Quinzinho, como é conhecido, também pede providências para garantir o sustento a longo prazo dos pescadores.
– É bom saber que nós, pescadores, somos prioridade. É mais conceito para a gente, porque tem pessoas que não valorizam a atividade, que tem que ser mais divulgada. Além disso tem que ter mais fiscalização da Guarda Marítima e do ICM-Bio, porque atuamos em área de reserva e precisamos de proteção contra quem usa rede pribida, por exemplo – ponderou ele.
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em Arraial do Cabo é quase que imediatamente se remeter aos seus
‘causos’, sua gente e principalmente à atmosfera de eterna vila de
pescadores. Ir, por exemplo, ao mirante da Praia Grande e não se
deparar com a habilidade de um velho trabalhador do mar fiando a sua
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Pois a pesca artesanal, atividade econômica responsável pelo sustento de inúmeras famílias cabistas ao longo das últimas décadas, acaba de ganhar o reconhecimento oficial e ser declarado patrimônio cultural imaterial da cidade.
Iniciativa do vereador Renatinho Vianna (Pros), o projeto de lei 1804/13 foi aprovado por unanimidade no plenário da Câmara e sancionado pelo prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho. Com a medida, a atividade passa a ser tombada, com a obrigatoriedade de ser protegida em sua características.
– A pesca artesanal de Arraial, praticada há várias gerações, resiste, garantindo não só uma profissão, mas um modo de vida tradicional, associado às condições ambientais desses ecossistemas. Caracteriza-se, principalmente, pelo uso de instrumentos simples por pescadores autônomos, atuando sozinhos ou em parcerias, e pelo sistema de remuneração através da divisão da produção em partes – argumenta o vereador, em sua justificativa.
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– A pesca artesanal tem uma relação intrínseca com a identidade cabista. Ou seja, a população em geral tem alguma relação familiar ou história que à ela remete valor. Sem contar os aspectos econômicos relacionados ao mar que são naturais em nossa região. Criar mecanismo de proteção para esse patrimônio é fundamental – comentou o superintendente municipal de Cultura, Fernando Rezende.
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– É bom saber que nós, pescadores, somos prioridade. É mais conceito para a gente, porque tem pessoas que não valorizam a atividade, que tem que ser mais divulgada. Além disso tem que ter mais fiscalização da Guarda Marítima e do ICM-Bio, porque atuamos em área de reserva e precisamos de proteção contra quem usa rede pribida, por exemplo – ponderou ele.
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Pois a pesca artesanal, atividade econômica responsável pelo sustento de inúmeras famílias cabistas ao longo das últimas décadas, acaba de ganhar o reconhecimento oficial e ser declarado patrimônio cultural imaterial da cidade.
Iniciativa do vereador Renatinho Vianna (Pros), o projeto de lei 1804/13 foi aprovado por unanimidade no plenário da Câmara e sancionado pelo prefeito Wanderson Cardoso de Brito, o Andinho. Com a medida, a atividade passa a ser tombada, com a obrigatoriedade de ser protegida em sua características.
– A pesca artesanal de Arraial, praticada há várias gerações, resiste, garantindo não só uma profissão, mas um modo de vida tradicional, associado às condições ambientais desses ecossistemas. Caracteriza-se, principalmente, pelo uso de instrumentos simples por pescadores autônomos, atuando sozinhos ou em parcerias, e pelo sistema de remuneração através da divisão da produção em partes – argumenta o vereador, em sua justificativa.
Como não poderia ser diferente, a notícia foi bem recebida no meio cultural da cidade.
– A pesca artesanal tem uma relação intrínseca com a identidade cabista. Ou seja, a população em geral tem alguma relação familiar ou história que à ela remete valor. Sem contar os aspectos econômicos relacionados ao mar que são naturais em nossa região. Criar mecanismo de proteção para esse patrimônio é fundamental – comentou o superintendente municipal de Cultura, Fernando Rezende.
Já o presidente da Associação dos Pescadores de Arraial do Cabo, Joaquim Rodrigues de Carvalho, fala em ‘reconhecimento’. Apesar de celebrar o fato, Quinzinho, como é conhecido, também pede providências para garantir o sustento a longo prazo dos pescadores.
– É bom saber que nós, pescadores, somos prioridade. É mais conceito para a gente, porque tem pessoas que não valorizam a atividade, que tem que ser mais divulgada. Além disso tem que ter mais fiscalização da Guarda Marítima e do ICM-Bio, porque atuamos em área de reserva e precisamos de proteção contra quem usa rede pribida, por exemplo – ponderou ele.
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terça-feira, 27 de novembro de 2012
Arraial do Cabo realiza cadastro dos pescadores artesanais
Começou nesta terça-feira (27) em Arraial do Cabo, RJ, um cadastramento de pescadores artesanais. O trabalho é uma forma de controlar a pesca na reserva extrativista para evitar danos ao meio ambiente. O cadastro dos pescadores artesanais é feito pelo ICM-BIO, órgão responsável por fiscalizar as atividades na Reserva Extrativista Marinha de Arraial do Cabo (Resexmar).
Ao todo, são 153Km² de área protegida. No entanto, para consegrui a autorização para trabalhar na região, não basta preencher o formulário. O perfil de cada inscrito vai ser avaliado e a comunidade vai ajudar a confirmar as informações e até março de 2013, vai ser divulgada a lista com foto dos pescadores.
A área de reserva foi criada para proteger a costa do município e garantir aos pescadores tradicionais um local exclusivo de trabalho, sem a interferências de embarcações de outras cidades que frequentemente estão no local, onde a pesca industrial é proibida.
O pré-requisito mais importante para conseguir a autorização para atuar na área de reserva é ser pescador de Arraial do Cabo. Os pescadores de outra cidade que por ventura se candidatarem devem ser eliminados logo na primeira triagem. Com base nos dados informados na hora do cadastro, os pescadores ainda vão ser divididos em três grupos. Categoria A, dos que vivem exclusivamente da pesca, categoria B, dos que têm outra fonte de renda e categoria C, daqueles que vão para o mar apenas por lazer. Os interessados têm até o dia 11 de dezembro para se inscrever.
Para fazer o cadastro é preciso levar a original e a cópia da identidade, do CPF, da carteira de pescador e do comprovante de residência. O atendimento está sendo feito das 9h às 17h no cais da Praia dos Anjos. Também existem outros pontos móveis espalhados pela cidade.
ASSISTA AO VÍDEO:
globotv.globo.com/inter-tv-rj/rj-inter-tv-1a-edicao/v/arraial-do-cabo-rj-realiza-cadastro-para-pescadores-artesanais/2263880/
Fonte: G1
terça-feira, 10 de abril de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Arraial do Cabo - Pesca artesanal de lula.

Final de tarde na Praia Grande e as pequenas embarcações, caícos (remo), bocas abertas (motor) e lanchas voadeiras aproveitam ainda mais a total falta de vento e onda e se lançam ao mar para a pesca.
Para quem está ali de passagem, desavisado, não sabe a espécie alvo daquela pesca de linha de mão, porém assim que o sol se põe e a noite vem chegando, apesar da lua cheia, os fachos de luz sendo acendidos em cada uma das embarcações denuncia que estão todos atrás da lula.
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Arraial do Cabo - Z-05 - Sede própria
A Colônia dos Pescadores Z-05 de Arraial do Cabo está agora com uma sede própria em uma localização mais adequado para atender aos pescadores artesanais do município.
O expediente da Z-05 agora acontece diariamente na Marina dos Pescadores, principal local de desembarque de pescado do município e onde se concentra a maioria das embarcações e pescadores.
O novo endereço é na: Rua Santa Cruz s/n - Marina dos Pescadores - Praia dos Anjos - Arraial do Cabo - RJ. CEP 28.930-000 - Tel: (22) 2622-1297 - Email: coloniaz5.arraial@hotmail.com
Notícia sede anterior:
sábado, 23 de julho de 2011
IX ENCONTRO DE BIOINCRUSTAÇÃO, ECOLOGIA BÊNTICA E BIOCORROSÃO
O INSTITUTO DE ESTUDOS DO MAR ALMIRANTE PAULO MOREIRA- IEAPM promoverá a partir desta segunda o IX ENCONTRO DE BIOINCRUSTAÇÃO, ECOLOGIA BÊNTICA E BIOCORROSÃO que será realizado no Hotel “A Ressurgência”, em Arraial do Cabo, no período de 25 a 29 de julho de 2011.
O objetivo do evento é ampliar e diversificar o intercâmbio científico e tecnológico no País, visando proporcionar aos profissionais envolvidos, o conhecimento do estado da arte na área de bioincrustação, biocorrosão e ecologia bêntica, a fim de estabelecer melhores critérios no emprego de recursos financeiros nas atividades navais e na conservação do meio ambiente.
O tema do Encontro será: “A consolidação de redes de pesquisa em Bioincrustação".
Áreas de interesse:
- Metodologia de estudo em bioincrustação.
- Biofilme e fixação de organismos.
- Recrutamento de invertebrados e de propágulos de algas incrustantes.
- Macroincrustação.
- Sucessão e estabilidade de comunidade bentônicas.
- Interações biológicas (competição, herbivoria e predação).
- Testes de tintas e materiais antiincrustantes.
- Desenvolvimento de tintas à base de produtos naturais e substâncias de baixa toxicidade.
- Corrosão causada pela bioincrustação.
- Ecologia de substratos consolidados e não consolidados, naturais e artificiais.
- Desenho amostral de experimentos.
- Modelagem da Bioincrustação.
- Introdução de espécies.
- Bioincrustação nos recifes artificiais.
Programação: http://www.ieapm.mar.mil.br/bioinc/programacao.htm
Mais informações: http://www.ieapm.mar.mil.br/bioinc/
terça-feira, 19 de julho de 2011
RJ - Plano de Zoneamento da Maricultura em Arraial do Cabo
O processo de zoneamento de áreas de produção e serviços da RESEXMAR/ACvêm sendo elaborados através da cooperação técnica entre as associações que compõem a AREMAC e a UFRJmar, como o Plano de Manejo das Àrea de Mergulho,apresentado no CBO 2010, Congresso Brasileiro de Oceanografia realizado em Rio Grande-RS e mais recente no processo de levantamento das áreas propícias para maricultura.
O acordo de cooperação técnica foi assinado pelo Sr. Eraldo Teixeira da Cunha,presidente da AREMAC, e o prof. Fernando Amorim, diretor do UFRJmar, que indicaram o prof. Paulo Hargreaves para elaboração e execução dos programas e projetos.
Os resultados dos trabalhos de inspeção incluíram levantamento fotográfico de verificação das conduções de produção e produtividade das lanternas de cultivo de Vieiras (Fotos do prof. Paulo Hargreaves em anexo). Esse extenso trabalho de pesquisa está sendo realizado por professores e alunos do curso técnico do Instituto Politécnico da UFRJ de Cabo Frio e maricultores, liderados pelo Sr. Antonio Carlos Pereira Dias, o “Pingo”.
A relação de propostas de cooperação técnica entre o Núcleo Interdisiplinar UFRJmar e a AREMAC foram estabelecidos em janeiro de 2011, com tópicos de ensino e pesquisa, importantes para o gerenciamento e manejo das áreas de maricultura na RESEXMAR/AC:
1. Plano de levantamento e manejo das áreas existentes de maricultura e possíveis de expansão;
2. Demarcação da zona de cultivo da AREMAC e áreas adjacentes de influência e impacto na produção;
3. Determinação das áreas de cultivo específico, por tipo de cultivo, de manejo de usuários da pesca extrativista e sob controle direto, na zona de gerenciamento da AREMAC;
4. Plano gerencial de desenvolvimento e controle da produção marinha, processamento e comercialização, visando melhores condições de venda e valor agregado;
5. Início dos trabalhos de pesquisa relacionados ao programa de ensino, levantamento, demarcação de áreas e manejo do cultivo, visando a elaboração e propostas e projetos com dados reais;
6. Programa de SMS com guarda noturna instalada na infraestrutura flutuante da AREMAC, buscando enquadramento e conformidade de órgãos e instituições, incluindo ensino e pesquisa;
7. Levantamento detalhado do solo submarino em continuação as pesquisas da UFRJ, que identificaram desconformidades e formas de impacto que precisam de equacionamento;
8. Plano de manejo e uso em produção do solo submarino e espaço marinho em meios de produção, maricultura e geração de recursos, com plataforma equipada no flutuante da AREMAC.
Após o cumprimento dessas etapas, teve início o projeto de demarcação da área jurídica da RESEXMAR/AC, para verificação da extensão do espaço de gerenciamento costeiro no âmbito da AREMAC. A eficiência dos processos e métodos de zoneamento e demarcação das áreas de mergulho (link) e de possibilidades de cultivo (link mapa), foram determinantes para continuidade do trabalho de zoneamento de toda reserva.
Dentro desse projeto, será feito também um vídeo sobre a pesca artesanal, com a cooperação técnica do UFRJmar e a Secretaria de Estado de Cultura do Rio de Janeiro, através da Associação de Pescadores de Arraial do Cabo (APAC) no contexto do termo do cooperação técnica assinado pela AREMAC.
Essas propostas irão trazer muitos benefícios para os alunos, professores do curso técnico na experiência prática de questões que precisam ser equacionadas e resolvidas com a participação de pescadores e usuários do espaço marítimo de turismo e lazer de Arraial do Cabo, considerando o amplo campo de trabalho interdisciplinar. Viabiliza um conhecimento teórico e prático em processo de produção ativo, contribuindo com aprendizado e propostas novas tecnologias de manejo, produção e serviços, gerando emprego e renda de forma sustentável.
Fonte: arraial1
segunda-feira, 18 de abril de 2011
RJ - XIII Festival da Lula em Arraial do Cabo
As barracas para degustação dos pratos estarão abertas de 12h às 14h, e à noite, a partir das 19h. Durante o Festival, visitantes e moradores poderão degustar os mais variados pratos feitos à base de lula, como por exemplo, estrogonofe, risoto, crepes, lula à doré e a vinagrete. Os preços são populares.
Em uma área de 1.500 metros quadrados, a Secretaria de Turismo, montou uma mega-estrutura e uma programação especial. Vão ser mais de 20 atrações musicais, com 2 tendas de artesanatos, 30 barracas para comercialização de alimentos e bebidas, com palco para shows, e com recepcionista bilíngue no local.
Lançado em 1998 com o objetivo de divulgar o município como um importante centro pesqueiro do molusco, o Festival da Lula foi criado como uma forma de atrair os visitantes e ainda mostrar as delícias que podem ser feitas com a lula e as riquezas da culinária Cabista.
Fonte: http://arraial1.com.br
quinta-feira, 31 de março de 2011
sábado, 20 de novembro de 2010
RJ - Seminário de Maricultura
Seminário de Maricultura vai movimentar Arraial do Cabo nos dias 25 e 26 de novembro
Nesta oitava edição, uma das palestras mais esperadas é a do cultivo de bijupirá.
O SEBRAE-RJ apoia negócios até debaixo d’água, disponibilizando para pescadores artesanais, catadores de mariscos e empreendedores diversas ferramentas, necessárias para a competitividade dos pequenos negócios dessa atividade. A maricultura é a atividade voltada para o cultivo de organismos aquáticos no mar, tais como peixes, ostras, mexilhões, vieiras, camarão. Apesar de ser o berço da maricultura nacional, o Estado do Rio de Janeiro apresenta uma produção incipiente ao longo dos 635 Km de costa do litoral fluminense.
Segundo levantamentos preliminares estima-se que ocorram 110 fazendas marinhas instaladas ou em processo de formalização junto aos órgãos competentes. A atividade é uma alternativa ao modelo extrativista, que tem hoje o grande gargalo da escassez de recursos pesqueiros. O cultivo permite planejar investimentos, produção e comercialização, além de preservar o meio ambiente.
O Estado do Rio de Janeiro tem grande potencial para desenvolver a maricultura como alternativa econômica nos municípios litorâneos, considerando sua extensa costa; ser o Rio de Janeiro o 2º maior mercado consumidor do país e as parcerias institucionais estabelecidas no apoio à atividade, onde destacamos o Ministério da Pesca e Aqüicultura, as Prefeituras Municipais de Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba, Arraial do Cabo, Cabo Frio e Búzios, FIPERJ, INEA , UERJ, UEPA-RJ, IED-BIG e Associação de Produtores.
O SEBRAE-RJ e parceiros desenvolve projetos nas Costa Verde e Região dos Lagos, onde hoje as principais espécies cultivadas são ostras, vieiras e mexilhões que tem como Focos Estratégicos: Tecnologia (cursos técnicos, visitas técnicas, Seminários Técnicos e acompanhamento técnico aos cultivos); Organização Social (cursos e consultorias voltados para o associativismo); Empreendedorismo (cursos e consultorias voltados para o apoio à gestão da produção,dos negócios e legalização) Mercado (pesquisas de Mercado, Plano de Marketing, participação em Feiras e eventos) e Acesso a Crédito (cursos, consultorias e palestras de orientação para o acesso às linhas de crédito disponíveis para a atividade).
A realização do Seminário, que já está em sua 8ª edição, é uma das ações que o SEBRAE-RJ desenvolve para apoiar a maricultura e seus negócios. Vale dizer que esses Seminários ocorrem anualmente alternando a sua realização entre a Costa Verde e a Região dos Lagos. A edição de 2010 será na Região dos Lagos, em Arraial do Cabo, no Hotel da Marinha, na Praia dos Anjos. Na Programação, terão palestrantes renomados de todo o país, abordando temas atrativos, onde destacamos as palestras que abordarão temas relacionados ao cultivo de algumas espécies, tais como o bijupirá.
Trata-se de uma espécie de peixe que apresenta um rápido crescimento e carne de boa qualidade. Seu cultivo é um importante segmento de inovação tecnológica, fornecendo alternativas tanto para empresários como comunidades tradicionais residentes no litoral; as algas e de camarão, que também são espécies que poderão ser cultivadas no nosso litoral e que oferecem alternativas de geração de renda para os empreendedores.
Outro tema relevante trata da Mecanização no Cultivo de Moluscos: tem o objetivo de apresentar aos maricultores as tecnologias e equipamentos que já estão sendo utilizados em cultivos, facilitando o manejo e o trabalho do maricultor e tornando a atividade menos artesanal. Também serão abordados temas relacionados às Sementes para cultivo de Ostras e Vieiras, principal insumo para o cultivo dessas espécies.
Vale ressaltar também a entrega do Licenciamento Ambiental, que será feita pelo INEA, de algumas áreas de cultivo de maricultores da Costa Verde. O Licenciamento Ambiental foi, durante muito tempo, um dos principais gargalos da atividade mas, hoje, um Decreto do Governo Estadual simplificou o processo de licenciamento, possibilitando que os maricultores legalizem seus empreendimentos.
Serviço:
VIII Seminário Estadual de Maricultura
Data: 25 e 26 de novemnbro
Local: Hotel da Marinha "A Ressurgência"
Praia dos Anjos, número 350, Arraial do Cabo, Rio de Janeiro
Clique aqui e veja a programação completa do VIII Seminário Estadual de Maricultura. A ficha de inscrição está disponível ao lado da programação. O pagamento deverá ser feito no local.
Fonte: REDETEC
Nesta oitava edição, uma das palestras mais esperadas é a do cultivo de bijupirá.
O SEBRAE-RJ apoia negócios até debaixo d’água, disponibilizando para pescadores artesanais, catadores de mariscos e empreendedores diversas ferramentas, necessárias para a competitividade dos pequenos negócios dessa atividade. A maricultura é a atividade voltada para o cultivo de organismos aquáticos no mar, tais como peixes, ostras, mexilhões, vieiras, camarão. Apesar de ser o berço da maricultura nacional, o Estado do Rio de Janeiro apresenta uma produção incipiente ao longo dos 635 Km de costa do litoral fluminense.
Segundo levantamentos preliminares estima-se que ocorram 110 fazendas marinhas instaladas ou em processo de formalização junto aos órgãos competentes. A atividade é uma alternativa ao modelo extrativista, que tem hoje o grande gargalo da escassez de recursos pesqueiros. O cultivo permite planejar investimentos, produção e comercialização, além de preservar o meio ambiente.
O Estado do Rio de Janeiro tem grande potencial para desenvolver a maricultura como alternativa econômica nos municípios litorâneos, considerando sua extensa costa; ser o Rio de Janeiro o 2º maior mercado consumidor do país e as parcerias institucionais estabelecidas no apoio à atividade, onde destacamos o Ministério da Pesca e Aqüicultura, as Prefeituras Municipais de Angra dos Reis, Paraty, Mangaratiba, Arraial do Cabo, Cabo Frio e Búzios, FIPERJ, INEA , UERJ, UEPA-RJ, IED-BIG e Associação de Produtores.
O SEBRAE-RJ e parceiros desenvolve projetos nas Costa Verde e Região dos Lagos, onde hoje as principais espécies cultivadas são ostras, vieiras e mexilhões que tem como Focos Estratégicos: Tecnologia (cursos técnicos, visitas técnicas, Seminários Técnicos e acompanhamento técnico aos cultivos); Organização Social (cursos e consultorias voltados para o associativismo); Empreendedorismo (cursos e consultorias voltados para o apoio à gestão da produção,dos negócios e legalização) Mercado (pesquisas de Mercado, Plano de Marketing, participação em Feiras e eventos) e Acesso a Crédito (cursos, consultorias e palestras de orientação para o acesso às linhas de crédito disponíveis para a atividade).
A realização do Seminário, que já está em sua 8ª edição, é uma das ações que o SEBRAE-RJ desenvolve para apoiar a maricultura e seus negócios. Vale dizer que esses Seminários ocorrem anualmente alternando a sua realização entre a Costa Verde e a Região dos Lagos. A edição de 2010 será na Região dos Lagos, em Arraial do Cabo, no Hotel da Marinha, na Praia dos Anjos. Na Programação, terão palestrantes renomados de todo o país, abordando temas atrativos, onde destacamos as palestras que abordarão temas relacionados ao cultivo de algumas espécies, tais como o bijupirá.
Trata-se de uma espécie de peixe que apresenta um rápido crescimento e carne de boa qualidade. Seu cultivo é um importante segmento de inovação tecnológica, fornecendo alternativas tanto para empresários como comunidades tradicionais residentes no litoral; as algas e de camarão, que também são espécies que poderão ser cultivadas no nosso litoral e que oferecem alternativas de geração de renda para os empreendedores.
Outro tema relevante trata da Mecanização no Cultivo de Moluscos: tem o objetivo de apresentar aos maricultores as tecnologias e equipamentos que já estão sendo utilizados em cultivos, facilitando o manejo e o trabalho do maricultor e tornando a atividade menos artesanal. Também serão abordados temas relacionados às Sementes para cultivo de Ostras e Vieiras, principal insumo para o cultivo dessas espécies.
Vale ressaltar também a entrega do Licenciamento Ambiental, que será feita pelo INEA, de algumas áreas de cultivo de maricultores da Costa Verde. O Licenciamento Ambiental foi, durante muito tempo, um dos principais gargalos da atividade mas, hoje, um Decreto do Governo Estadual simplificou o processo de licenciamento, possibilitando que os maricultores legalizem seus empreendimentos.
Serviço:
VIII Seminário Estadual de Maricultura
Data: 25 e 26 de novemnbro
Local: Hotel da Marinha "A Ressurgência"
Praia dos Anjos, número 350, Arraial do Cabo, Rio de Janeiro
Clique aqui e veja a programação completa do VIII Seminário Estadual de Maricultura. A ficha de inscrição está disponível ao lado da programação. O pagamento deverá ser feito no local.
Fonte: REDETEC
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
RJ - Ação mira pesca predatória em Arraial do Cabo
O Ministério Público Federal (MPF) moveu seis ações contra pessoas e empresas acusadas de envolvimento com a pesca industrial na Reserva Extrativista Marinha de Arraial do Cabo (Resexmar/AC), no Rio de Janeiro. Segundo o MPF, quase nove toneladas de pescados foram retiradas do local, onde é ilegal a pesca industrial.
A Justiça Federal proibiu os réus de navegar nas águas da reserva, sob pena de multa de R$ 15 mil, e de realizar novas ações predatórias, sob pena de multa de R$ 30 mil. As indenizações somam um total de R$ 2,1 milhões por danos ambientais.
As ações foram movidas após fiscalizações realizadas nos últimos anos pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
A Reserva Extrativista Marinha de Arraial do Cabo é uma unidade de conservação de uso sustentável e admite a pesca apenas em modalidade artesanal para sustento das comunidades locais.
A Justiça Federal proibiu os réus de navegar nas águas da reserva, sob pena de multa de R$ 15 mil, e de realizar novas ações predatórias, sob pena de multa de R$ 30 mil. As indenizações somam um total de R$ 2,1 milhões por danos ambientais.
As ações foram movidas após fiscalizações realizadas nos últimos anos pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) e pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio).
A Reserva Extrativista Marinha de Arraial do Cabo é uma unidade de conservação de uso sustentável e admite a pesca apenas em modalidade artesanal para sustento das comunidades locais.
Fonte: Estadão
sábado, 2 de outubro de 2010
Evento: Seminário Brasileiro Sobre Água de Lastro
Na próxima semana ocorrerá em Arraial do Cabo seminário que trata de um tema importante e sério: a água de lastro.

OBJETIVO: Reunir pesquisadores, empresas de sistemas de tratamento de água de lastro, instituições marítimas, portuárias, ambientais e sanitárias do Brasil e autoridades marítimas de países da América do Sul, para discutir e divulgar a implementação de procedimentos para o controle da introdução de espécies invasoras via água de lastro e as metodologias de verificação dos padrões estabelecidos pela Organização Marítima Internacional
O VI Seminário Brasileiro sobre Água de Lastro ocorrerá no Hotel “A RESSURGÊNCIA” do IEAPM
Arraial do Cabo, RJ, no período de 05 a 08 de outubro de 2010.
Maiores informações: http://www.ieapm.mar.mil.br/visbal/
Por Ariel Scheffer da Silva - Biólogo - Instituto Ecoplan
OBJETIVO: Reunir pesquisadores, empresas de sistemas de tratamento de água de lastro, instituições marítimas, portuárias, ambientais e sanitárias do Brasil e autoridades marítimas de países da América do Sul, para discutir e divulgar a implementação de procedimentos para o controle da introdução de espécies invasoras via água de lastro e as metodologias de verificação dos padrões estabelecidos pela Organização Marítima Internacional
Arraial do Cabo, RJ, no período de 05 a 08 de outubro de 2010.
Maiores informações: http://www.ieapm.mar.mil.br/visbal/
Abaixo, texto sobre água de lastro disponível no site Ambiente Brasil:
A água de lastro, utilizada em navios de carga como contra-peso para que as embarcações mantenham a estabilidade e a integridade estrutural, é transportada de um país ao outro, e pode disseminar espécies "alienígenas" potencialmente perigosas e daninhas.
Algumas das espécies exóticas se tornaram pragas em países distantes de seus hábitats naturais, podendo alterar o equilíbrio ecológico local, e causar impactos negativos na pesca, na aquicultura e em outras atividades econômicas. Isto ocorre porque em novos ambientes, alguns organismos ficam livres dos predadores naturais, e em condições favoráveis acabam dominando a fauna local.
A International Maritime Organization (IMO) da ONU estima que em 1939, 497 espécies exóticas haviam sido introduzidas em ecossistemas de todo o mundo. Entre 1980 e 1998, esse número subiu para 2.214 espécies. Um bom exemplo de organismo exótico que foi transportado pelos ambientes costeiros de todo mundo é o vibrião colérico, que foi um grande problema nas décadas de 70 e 80, que ainda afeta a Índia. Outro invasor conhecido é o mexilhão zebra (Dreissena polymopha) introduzido nos Grandes Lagos nos Estados Unidos. Hoje, esta espécie infesta mais de 40% das águas continentais americanas e causa impactos econômicos severos, principalmente para os setores elétrico e industrial, pois este molusco coloniza massivamente os encanamentos e as passagens de água.
Para se ter idéia da gravidade dos problemas com espécies exóticas, estima-se que somente os Estados Unidos tem o prejuízo de 138 milhões de dólares por ano, incluindo-se os prejuízos e gastos com controles de espécies exóticas aquáticas e terrestres.
A maré vermelha que ocorreu em Guaraqueçaba, litoral do Paraná, causando mortandade de peixes e causando sérios problemas para a população local, foi causada por algumas espécies de microalgas exóticas. Embora não existam evidências, é provável que estas espécies tenham alcançado nossos ambientes através da água de lastro.
Curiosidades:
Algumas das espécies exóticas se tornaram pragas em países distantes de seus hábitats naturais, podendo alterar o equilíbrio ecológico local, e causar impactos negativos na pesca, na aquicultura e em outras atividades econômicas. Isto ocorre porque em novos ambientes, alguns organismos ficam livres dos predadores naturais, e em condições favoráveis acabam dominando a fauna local.
A International Maritime Organization (IMO) da ONU estima que em 1939, 497 espécies exóticas haviam sido introduzidas em ecossistemas de todo o mundo. Entre 1980 e 1998, esse número subiu para 2.214 espécies. Um bom exemplo de organismo exótico que foi transportado pelos ambientes costeiros de todo mundo é o vibrião colérico, que foi um grande problema nas décadas de 70 e 80, que ainda afeta a Índia. Outro invasor conhecido é o mexilhão zebra (Dreissena polymopha) introduzido nos Grandes Lagos nos Estados Unidos. Hoje, esta espécie infesta mais de 40% das águas continentais americanas e causa impactos econômicos severos, principalmente para os setores elétrico e industrial, pois este molusco coloniza massivamente os encanamentos e as passagens de água.
Para se ter idéia da gravidade dos problemas com espécies exóticas, estima-se que somente os Estados Unidos tem o prejuízo de 138 milhões de dólares por ano, incluindo-se os prejuízos e gastos com controles de espécies exóticas aquáticas e terrestres.
A maré vermelha que ocorreu em Guaraqueçaba, litoral do Paraná, causando mortandade de peixes e causando sérios problemas para a população local, foi causada por algumas espécies de microalgas exóticas. Embora não existam evidências, é provável que estas espécies tenham alcançado nossos ambientes através da água de lastro.
Curiosidades:
- Navios mercantes transportam mais que 80% das commodities mundiais e são essenciais para a economia mundial
- Um cargueiro com capacidade de 200.000 toneladas pode carregar mais de 60.000 toneladas de água de lastro
- Todos os navios cargueiros necessitam da água de lastro e não existem produtos substitutos para o lastreamento
- A IMO estima que 12 bilhões de toneladas de água de lastro são transportadas anualmente ao redor do mundo
- A IMO estima que cerca de 4.500 espécies são transportadas pela água de lastro pela frota mundial a qualquer momento
- A cada 9 semanas uma espécie marinha invade um novo ambiente em algum lugar do globo
- O transporte de bens por navios tem aumentado constantemente, e novos destinos tem sido alcançados
- As espécies marinhas exóticas são consideradas uma das quatro ameaças aos nossos oceanos.
terça-feira, 7 de setembro de 2010
Persistência
Praia do Pontal, Arraial do Cabo, agosto de 2010.
por Maurício Düppré
Coincidentemente nesta mesma área, 1 dia antes (7 de agosto), havia aparecido uma mancha de óleo, provavelmente vinda de limpeza ilegal de tanque de navio em alto-mar.
http://cardumebrasil.blogspot.com/2010/08/borras-de-oleo-em-praias-de-arraial-do.html
Mesmo assim, e apesar de casos de poluição, indicativos de sobrepesca, turismo desordenado que atrapalha a prática de pesca principalmente no verão, o arrastão de praia, atividade de pesca das mais tradicionais e símbolo do município ainda persiste em Arraial do Cabo.
Muito pela enorme força de vontade dos pescadores, pois já não se encontra nas redes a abundância de décadas atrás.
Esta atividade de pesca, das mais tradicionais, é cada vez mais escassa em muitas beiras de praia do país.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Rio de Janeiro discute a criação do Parque Estadual da Costa do Sol
Na próxima quinta-feira, dia 19, o Instituto Estadual do Ambiente do Rio de Janeiro, Inea, promoverá uma consulta pública em Cabo Frio, para debater a criação do Parque Estadual da Costa do Sol.
O parque deve abranger áreas dos municípios de Saquarema, Araruama, Arraial do Cabo, São Pedro da Aldeia, Iguaba Grande e Cabo Frio. Esta será a primeira unidade de conservação estadual na Região dos Lagos e terá como objetivo proteger os ecossistemas da localidade.
Na região encontram-se manguezais, restingas, lagoas, lagunas, brejos, dunas costões rochosos, cordões arenosos, formações geológicas e florestas. O parque também vai permitir a proteção de áreas que prestam serviços ambientais, segundo dados do órgão, como a preservação dos recursos hídricos, controle da erosão e assoreamento, além da conservação da diversidade biológica.
A população será consultada sobre a definição dos limites propostos, levando em conta que as áreas ainda são pouco ocupadas.
O encontro está previsto para o dia 19 de agosto, a partir das 14 horas no campus Cabo Frio da Universidade Veiga de Almeida (Estrada Perynas, s/nº).
Já foram realizadas consultas em dezembro do ano passado, em Araruama, e em março deste ano, em Arraial do Cabo.
Fonte: Ambiente Brasil
O parque deve abranger áreas dos municípios de Saquarema, Araruama, Arraial do Cabo, São Pedro da Aldeia, Iguaba Grande e Cabo Frio. Esta será a primeira unidade de conservação estadual na Região dos Lagos e terá como objetivo proteger os ecossistemas da localidade.
Na região encontram-se manguezais, restingas, lagoas, lagunas, brejos, dunas costões rochosos, cordões arenosos, formações geológicas e florestas. O parque também vai permitir a proteção de áreas que prestam serviços ambientais, segundo dados do órgão, como a preservação dos recursos hídricos, controle da erosão e assoreamento, além da conservação da diversidade biológica.
A população será consultada sobre a definição dos limites propostos, levando em conta que as áreas ainda são pouco ocupadas.
O encontro está previsto para o dia 19 de agosto, a partir das 14 horas no campus Cabo Frio da Universidade Veiga de Almeida (Estrada Perynas, s/nº).
Já foram realizadas consultas em dezembro do ano passado, em Araruama, e em março deste ano, em Arraial do Cabo.
Fonte: Ambiente Brasil
*Com informações do Inea.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Borras de óleo em praias de Arraial do Cabo e Cabo Frio
O Inea foi comunicado do surgimento da mancha de óleo pela Capitania dos Portos. Técnicos do Instituto Almirante Paulo Moreira, órgão de pesquisas da Marinha situado em Arraial do Cabo, recolheram o material e encaminharam para análise. O resultado, que pode identificar a origem do vazamento, deve ser divulgado em 20 dias. Uma das hipóteses é de que o óleo seja proveniente da limpeza mal executada em tanques de navios.
Segundo os agentes do Serviço de Operações de Emergência do Inea, pela forma altamente esparsa da mancha, uma vez que a maior quantidade de óleo está espalhada nas areias das praias, não houve necessidade de colocação de boias de contenção, usadas para evitar que vazamentos atinjam outras regiões. As operações de limpeza estão sendo realizadas pelas prefeituras.
O Inea alerta aos freqüentadores das praias atingidas que evitem utilizar solvente para a limpeza das partes do corpo sujas de óleo, devido ao risco de intoxicação, e recomenda o uso somente de óleo de cozinha.
Fonte: INEA - Instituto Estadual de Ambiente
Apesar da Petrobras não ter registrado problemas em suas instalações na Bacia de Campos ou nas embarcações prestadoras de serviços que operam na área, a empresa enviou equipes para ajudar na limpeza das praias.
Fonte: INEA, Estadão, Marinha do Brasil, Petrobras e Globo News.
sábado, 10 de julho de 2010
Arraial do Cabo - Z-05: Diretoria nova, sede nova.
Ao tomar posse da Colônia de Pescadores Z-05 de Arraial do Cabo, a nova diretoria, encabeçada por Mircilene Rodrigues deu mais que nova cara a instituição: deu também novo endereço.
A Colonia Z-05 está aberta diariamente para atender seus associados na Rua Gonçalves Dias, número 10, na Praia dos Anjos. Telefone: (22) 2622-1297.
Boa sorte e sucesso a nova diretoria!
A Colonia Z-05 está aberta diariamente para atender seus associados na Rua Gonçalves Dias, número 10, na Praia dos Anjos. Telefone: (22) 2622-1297.
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