Mostrando postagens com marcador Programa TV. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Programa TV. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Globo Mar estreia temporada hoje falando de Farol de São Tomé


Nesta quinta-feira, dia 5, estreia a nova temporada do programa Globo Mar. Este ano, a repórter Poliana Abritta se junta a Ernesto Paglia em novas aventuras pelos mares do Brasil. A dupla mostra toda a diversidade natural e belezas deste ecossistema e a rotina de trabalho de pessoas que dependem das riquezas do mar para sobreviver e criar suas famílias.
No episódio de estreia, Ernesto Paglia vai com a equipe do programa até Campos dos Goytacazes, no litoral norte do estado do Rio de Janeiro, acompanhar de perto a pesca do camarão, um dos frutos do mar mais rentáveis e cobiçados no mundo inteiro e um importante item da exportação brasileira.

 

O público vai conhecer a maneira única usada pelos pescadores da praia do Farol de São Tomé para capturar o peixe. Grandes tratores agrícolas são os principais aliados há mais de 30 anos neste trabalho. Como o mar da praia é muito agitado e não há um porto para os barcos atracarem, são os tratores que empurram e puxam as embarcações durante o processo. “Esse sistema é inspirado nos carros de boi da agricultura. Nosso pessoal é do interior de Campos e trabalhou muito na época do corte da cana de açúcar. Aí, na entressafra, os nossos parentes vinham para a praia pescar”, explica Rodolfo Ribeiro, presidente da Colônia de Pescadores do local.

 

Além de desvendar toda a rotina de trabalho desses pescadores – que pode chegar a 12 horas diárias e render até 500 quilos de camarão em um único dia – o programa mostra que, apesar deste tipo de pesca ser permitida por lei no Brasil, ela é predatória e coloca em risco outras espécies marinhas. Para cada quilo de camarão que é desembarcado, chega-se a matar cerca de dez quilos de outros organismos, que são jogados de volta ao mar comprometendo futuras pescas. O consultor científico do Globo Mar, o professor de biologia da UFRJ Marcelo Vianna, apresenta técnicas e artifícios tecnológicos adotados em outros países para evitar esta depredação.

Fonte: Globo Mar

sábado, 14 de maio de 2011

Globo Mar - Delta do Parnaíba e Parcel de Manuel Luís


Globo Mar: Nossa equipe foi até o norte do Maranhão visitar um dos maiores cemitérios de navios do mundo, o Parque Estadual do Parcel de Manuel Luís.



A expedição partiu de São Luís em dois catamarãs. De lá, navegamos pela costa até a Barra do Carapirá. Conhecemos o farol da Ilha de Santana, vimos a captura de caranguejos no mangue de Tutóia e, partindo do Delta do Parnaíba, fomos até o Parcel de Manuel Luís.

O farol da Ilha de Santana pode ser visto a 50km de distância. A variação da maré é intensa na região e os navegantes precisam ficar atentos para evitar o encalhe. Nossa equipe escapou por pouco de passar a madrugada atolada em um bote no mangue. A Ilha de Santana tem apenas 45 casas e cerca de 200 habitantes. O farol está na ilha há 150 anos e permanece em perfeito estado de conservação.

De lá, navegamos 22 horas até o Delta do Parnaíba, o único delta marinho da América do Sul e um dos únicos do mundo. Chama-se delta ao conjunto de desembocaduras de um rio em forma de triângulos, criando canais até o mar. No Parnaíba, dependendo da maré, há entre 70 e 90 ilhas entre os canais.

Desembarcamos em Tutóia, na divisa do Maranhão com o Piauí, onde acompanhamos a caça de caranguejos no mangue. Como a época é de defeso, os animais só podem ser capturados para consumo próprio. O objetivo é que o caranguejo tenha tempo de se reproduzir até a próxima temporada de caça.

Deixamos o lado maranhense do Delta do Parnaíba em direção ao Parcel de Manuel Luís.






sexta-feira, 15 de abril de 2011

CE - Construtor de jangadas


GLOBO MAR - O repórter Ernesto Paglia foi até a casa e oficina de José Martins Soares, que hoje é o único construtor de jangadas da Praia do Morro Branco. Aos 85 anos, ele ainda atua no oficio que pratica há 45 anos.

O senhor José revelou que começou a trabalhar na pesca ainda criança, levado pelo pai, e que largou o mar porque sofria muito embarcado, que já passou fome e cedo dentro do barco. Apesar de ter nove filhos e 14 netos, nenhum parente quis seguir a profissão do construtor de jangadas. “Eles não querem porque é muito pesado o serviço e de muita responsabilidade”, afirma. “É uma profissão que ninguém quer. Dessa rapaziada daqui, eu não conheço um que queira trabalhar com esse setor”.


O Ceará tem 600 jangadas, cerca de 1.400 jangadeiros. Quantos construtores de jangadas?

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Globo Mar - Jangadeiros


Nesta quinta-feira (11) por volta das 23:30, o programa Globo Mar vai mostrar o dia a dia dos jangadeiros do litoral do Ceará. As jangadas antigas, feitas de tronco, não existem mais. Hoje, só tem isopor do lado de dentro e madeira por fora. São pescadores que passam, muitas vezes, mais de três dias navegando para conseguir sustentar suas famílias...

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

TV: Pesca e Pescado no Brasil

Ao longo desta semana, o Jornal da Band vem apresentando uma série de reportagens sobre a atividade pesqueira no Brasil, abaixo a primeira delas veiculada no dia 23/08.

Além de ser um dos alimentos mais antigos do homem, o peixe também é um dos mais saudáveis. Apesar de se comparar em quantidade de proteínas com a carne e o frango, o peixe é o menos calórico. Cada cem gramas de carne possui 150 calorias, contra 124 do frango e 75 do peixe.

Apesar dos benefícios, esse alimento ainda aparece pouco na mesa dos brasileiros. São apenas sete quilos por habitante a cada ano. Metade do que é indicado pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

Mas, aos poucos, o peixe vem ganhando espaço na alimentação do brasileiro. Em 2008, a peixaria representava cerca de 1,2% do faturamento dos supermercados. No ano seguinte, esse número subiu para 1,4%.

Pesquisadores da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo) analisa os efeitos do ômega 3 retirado do peixe numa doença cerebral que reage pouco aos medicamentos tradicionais e atinge 2% da população: a epilepsia. Os estudos ainda estão no começo, mas já apresentam bons resultados.



Fonte: Jornal da Band





quinta-feira, 27 de maio de 2010

Globo Mar : Sardinha

Hoje tem Globo Mar sobre a pesca a Sardinha.

A sardinha é um dos peixes mais pescado em águas brasileiras, principalmente pela frota industrial permissionada, mas muito pela frota artesanal que infelizmente a pesca de forma "clandestina" .


O programa irá mostra que pela primeira vez, os pescadores vão ajudar os cientistas a contar as sardinhas. O levantamento vai servir de base para o Ministério do Meio Ambiente dizer quantas sardinhas esses pescadores vão poder apanhar na próxima safra.


Fonte: Globo Mar

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Globo Mar - Petróleo

Na quinta-feira passada o programa Globo Mar mostrou atividades que precedem a produção de petróleo no mar: as pesquisas do subsolo marinho e a instalação dos equipamentos para se extrair o petróleo. 


Faltou mostrar o petróleo sendo extraído, mas foi interessante para quem não conhece a vida destes também homens do mar, confinados em plataformas ou barcos de apoio. 


Dias seguidos de dedicação exclusiva a suas atividades no mar: Neste ponto a pesca e a atividade de petróleo em muito se assemelham. Não no tamanho das acomodações!





A segunda parte e a primeira disponíveis em: http://especiais.globomar.globo.com/programa/


No Globo Mar de hoje vai mostrar uma travessia de canoa polinésia do Rio até Arraial do Cabo, vale a pena conferir!

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Guaivira virou estrela de TV

Na última sexta-feira no Globo Reporter passou uma matéria valorizando nutricionalmente a Guaivira (ou guaibira, tábua, solteira, goivira, tiburo, tibiro, ....) ao mesmo tempo que contasta que apesar de ser um peixe tão rico nutricionalmente é um pescado desvalorizado, onde poucos conhecem, compram e só o consumem em forma de filé sem saber de fato que peixe é.

Segundo pesquisa da nutricionista Thaís de Oliveira Fernandes, da UFMA, descobriu que o peixe tão desprezado no Maranhão vale ouro em comparação aos principais pescados comercializados na região: “O tibiro apresenta teores de ferro até 18 vezes maiores do que os teores de ferro da pescada amarela, e teores de zinco 15 vezes maiores do que os teores de zinco da pescada amarela. Nós pudemos observar que a espécie que não é valorizada possui um valor nutricional maior do que as que são muito valorizadas”, aponta. “Esse que é mais rico é mais barato e ninguém liga para ele”



Científicamente a Guaibira é conhecida pelo nome de Oligoplites saurus, Oligoplites palometa e Oligoplites saliens (a menor delas), na verdade são 3 espécies que ocorrem no litoral brasileiro.


Imagens: O. palometa, O. saliens e O. saurus (FAO)


São costeiras e forma grande cardumes.São pescados em arrasto de praia, redes de espera, de cerco e na linha.

Pois bem, lançado em horário nobre surge uma oportunidade do pescador artesanal conseguir vender a guaibira por um preço mais justo. Pois além de seu alto valor nutritivo e seu sabor,  agora virou estrela global.

Fonte: Globo Reporter, FAO e Carvalho Filho (Peixes da Costa Brasileira)

sábado, 10 de abril de 2010

Globo Mar - Episódio #1

O primeiro episódio do Globo Mar acompanhou um atuneiro, embarcação de grande porte que pesca bonito com isca-viva (sardinha), durante uma semana. O programa mostra a rotina desses homens do mar, que passam semanas embarcados.

Segundo o programa, o atuneiro registrado (Skyper II) só retornará para a terra firme depois que conseguirem, pelo menos, 20 toneladas de peixe – o peso mínimo que garante o pagamento das despesas da viagem. Só depois deste montante é que começa a vir o ganho da pescaria, divididos de modo hierárquico entre a tripulação e o armador de acordo com sua função e posto, em um sistema de partilha que a princípio parece complicada.




Outra questão interessante mostrada no programa é sobre a localização da área de pesca, os pesqueiros, em que esta frota atua: a Bacia de Campos, onde dividem espaço com as plataformas de produção de petróleo e gás, que ao longo dos anos se transformaram em atratores artificiais da fauna marinha oceânica.




Nesta mesma região outras frotas pesqueiras atuam, inclusive de embarcações de menor escala de produção, os artesanais, na pesca com espinhel, linha, etc.

O programa cumpre seu papel informativo trazendo para o brasileiro uma realidade que a maioria desconhece: a dura vida de quem vive da pesca. Mas, vendo a rotina a bordo de uma embarcação desta envergadura você consegue ter uma ideia da rotina a bordo de uma embarcação menor? Tipo 12 metros de comprimento, casario mais acanhado, tripulação de 4 a 6 homens, toda de madeira, menor recurso tecnológico,  mas que também atua na região? Agora imagina com o mar grosso? 



Há de se ter respeito e reconhecer a valentia destes homens do mar, os bravos pescadores brasileiros!


quinta-feira, 8 de abril de 2010

Globo Mar - Estréia nesta quinta 8 de abril de 2010

Estréia nesta quinta o programa da rede Globo em que o tema central é o ambiente marinho e seus elementos, a pesca, os esportes náuticos, o meio ambiente.



Nesta aventura narrada por dois repórteres, Ernesto Paglia e Mariana Ferrão, pretende-se mostrar o mar brasileiro e o que se passa nele, realidades de quem vive e se aventura no mar, que a maioria dos brasileiros desconhece e talvez por isso não valoriza.



Para isso eles estão bem assessorados pelo biólogo pesqueiro, o Prof. Marcelo Vianna do Laboratório de Biologia Pesqueira da Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ.

Tomara que este programa de fato consiga sensibilizar aos telespectadores para que haja um pouco mais de respeito pelo ambiente marinho e por quem dele vive, como é o caso dos pescadores.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Programa Ação Social (Globo) - Sábado 3 abril 2010


No último sábado o programa Ação Social da Globo se dedicou a apresentar o trabalho do Instituto Terramar (Ceará) com as comunidades pesqueiras tradicionais do litroral cearense.

De um modo geral, os projetos do Instituto Terramar propõe manter os pescadores nos povoados onde nasceram, promovendo para isso alternativa de renda, resgate da cultura local e buscar ações sustentabilidade no uso dos recursos naturais.

Abaixo vídeo sobre as marisqueiras de Curral Velho (CE):



Neste outro vídeo passa sobre uma criação de alga (Gracilaria) na comunidade de Guajiru (CE):



Maiores informações no blog do projeto SOS Algas.

As postagens mais populares da última semana: