O setor pesqueiro tem reagido com bastante preocupação as declarações do presidente da República divulgadas neste domingo.
O presidente Jair Bolsonaro neste domingo, 17 de março, disse por meio de seu Twitter, que o Ministério do Meio Ambiente discute com o Secretário Nacional de Pesca projetos embrionários de redução de frota pesqueira e "inclusão dos pescadores no setor de turismo e preservação".
O objetivo segundo ele, seria o de fomentar o turismo de mergulho e pesca esportiva: "A ideia é reduzir esforços de pesca, aumentar o turismo de mergulho e pesca esportiva e criar novos recifes com embarcações naufragadas como já é feito no mundo todo gerando um ambiente de consciência, preservação e empregabilidade natural".
A pesca artesanal está bastante preocupada: "Será que irão reduzir a frota industrial ou só os pequenos serão penalizados?" Questiona o presidente da Colônia de Pescadores Z-4 de Cabo Frio - RJ, Alexandre da Colônia.
A redução do esforço de pesca proposta pelo Governo Federal poderia de fato ser voltada para reduzir sobrepesca de espécies ameaçadas. "Nós da Z-4 somos a favor da proibição da pesca de espada pela frota industrial, por exemplo" complementa Alexandre.
Fonte: Twitter
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segunda-feira, 18 de março de 2019
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Marinha do Brasil identificou 2.125 naufrágios em águas marítimas brasileiras
A Marinha do Brasil, responsável pelo patrimônio submerso no mar sob jurisdição brasileira, trabalha desde 2011 na elaboração do Atlas dos Naufrágios de Interesse Histórico da Costa do Brasil, com o mapeamento de todas as embarcações afundadas desde o descobrimento, em 1500, até 1950, para contemplar as batalhas da Segunda Guerra Mundial.
Até agora, o levantamento já identificou 2.125 naufrágios em águas marítimas brasileiras, dos quais 234 estão na costa catarinense. O número sobe quando também se considera aqueles ocorridos depois de 1950. Menos da metade deles, porém, têm a localização exata conhecida.
Outras pesquisas, mais concentradas em pontos específicos, já foram ou estão sendo produzidas. São trabalhos ainda incipientes, porém que abriram o caminho para ampliar o conhecimento deste pedaço da nossa história.
Procurar materiais com valor monetário em sítios arqueológicos, inclusive submersos, é uma atividade que está ganhando adeptos, mas a prática é ilegal. Por lei, qualquer intervenção em bens afundados, inclusive para pesquisa, deve ser autorizada pela Marinha.
Além da extensão da costa brasileira, outra dificuldade na preservação é o desconhecimento que se tem sobre a localização exata dos milhares de naufrágios e outros sítios arqueológicos submersos. Foi isso que motivou a Marinha a dar início ao projeto Atlas dos Naufrágios de Interesse Histórico da Costa do Brasil.
— A importância desse patrimônio para o país é muito significativa, pois são testemunhos materiais do passado da humanidade. São fontes para pesquisas arqueológicas que contribuem para revelar aspectos relacionados à ocupação de parte do litoral brasileiro por povos antigos há milhares de anos, assim como para revelar aspectos relacionados à história da navegação ao longo da costa brasileira, iniciada com a chegada dos europeus em fins do século 15 — explica o capitão de corveta Ricardo dos Santos Guimarães, encarregado da Divisão de Arqueologia Subaquática, vinculada à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.
Ele é um dos responsáveis pelo levantamento de todos os naufrágios na costa brasileira datados até 1950. Dos 2.125 registros já identificados pela Marinha, apenas 998 (isto é, 47%) têm ao menos alguma estimativa de localização.
Por lei, toda intervenção não autorizada em sítios arqueológicos constitui crime contra o patrimônio. Mas a legislação brasileira não agrada a maioria dos pesquisadores e já há uma proposta de alteração no Congresso com o objetivo de frear a exploração comercial dos naufrágios, hoje permitida se houver pesquisa, aval da Marinha e o atendimento a uma série de condições.
— A lei permite, por exemplo, o pagamento de recompensa pelos bens culturais submersos que sejam removidos, o que incentiva a "caça ao tesouro" e a retirada irresponsável dos bens do meio em que se encontram, colocando em risco a integridade do patrimônio subaquático brasileiro — expôs a ex-deputada federal maranhense Nice Lobão (PSD), quando apresentou, em 2006, um projeto de lei para tornar mais rígida a legislação.
A proposta de Nice Lobão foi aprovada há mais de dez anos pela Câmara, mas está engavetada no Senado desde dezembro de 2014.
Paralelamente à tramitação do projeto de lei, outra discussão permeia entre os arqueólogos. Em novembro de 2001, a Unesco aprovou a Convenção sobre a Proteção do Patrimônio Cultural Subaquático, mas o Brasil não é signatário. O motivo é que o país entende que alguns pontos do texto atentam contra a soberania nacional.
— Acredito que a decisão do Brasil em aderir ou não à Convenção deva ser precedida de amplo debate sobre o assunto, com a participação de representantes da Unesco, arqueólogos subaquáticos, representantes da Marinha, do Iphan e Ministério de Relações Exteriores — avalia Guimarães, o encarregado da Divisão de Arqueologia Subaquática, da Marinha.
Na avaliação dele, a Convenção, na prática, submete a realização de projetos de pesquisa arqueológica nas Águas Jurisdicionais Brasileiras à aprovação estrangeira, além de não estabelecer com clareza a quem pertencem os bens submersos que vierem a ser encontrados na "Amazônia Azul" — termo cunhado pela Marinha para se referir ao mar sob jurisdição do Brasil.
Enquanto o país avalia a legislação e a relação com a comunidade internacional, ao mesmo tempo em que vai conhecendo melhor o próprio patrimônio subaquático, os principais aliados na preservação são aqueles que convivem com os naufrágios diariamente e têm uma ligação quase afetiva com eles.
Fonte: Diário Catarinense
Até agora, o levantamento já identificou 2.125 naufrágios em águas marítimas brasileiras, dos quais 234 estão na costa catarinense. O número sobe quando também se considera aqueles ocorridos depois de 1950. Menos da metade deles, porém, têm a localização exata conhecida.
Outras pesquisas, mais concentradas em pontos específicos, já foram ou estão sendo produzidas. São trabalhos ainda incipientes, porém que abriram o caminho para ampliar o conhecimento deste pedaço da nossa história.
Procurar materiais com valor monetário em sítios arqueológicos, inclusive submersos, é uma atividade que está ganhando adeptos, mas a prática é ilegal. Por lei, qualquer intervenção em bens afundados, inclusive para pesquisa, deve ser autorizada pela Marinha.
Além da extensão da costa brasileira, outra dificuldade na preservação é o desconhecimento que se tem sobre a localização exata dos milhares de naufrágios e outros sítios arqueológicos submersos. Foi isso que motivou a Marinha a dar início ao projeto Atlas dos Naufrágios de Interesse Histórico da Costa do Brasil.
— A importância desse patrimônio para o país é muito significativa, pois são testemunhos materiais do passado da humanidade. São fontes para pesquisas arqueológicas que contribuem para revelar aspectos relacionados à ocupação de parte do litoral brasileiro por povos antigos há milhares de anos, assim como para revelar aspectos relacionados à história da navegação ao longo da costa brasileira, iniciada com a chegada dos europeus em fins do século 15 — explica o capitão de corveta Ricardo dos Santos Guimarães, encarregado da Divisão de Arqueologia Subaquática, vinculada à Diretoria do Patrimônio Histórico e Documentação da Marinha.
Ele é um dos responsáveis pelo levantamento de todos os naufrágios na costa brasileira datados até 1950. Dos 2.125 registros já identificados pela Marinha, apenas 998 (isto é, 47%) têm ao menos alguma estimativa de localização.
Por lei, toda intervenção não autorizada em sítios arqueológicos constitui crime contra o patrimônio. Mas a legislação brasileira não agrada a maioria dos pesquisadores e já há uma proposta de alteração no Congresso com o objetivo de frear a exploração comercial dos naufrágios, hoje permitida se houver pesquisa, aval da Marinha e o atendimento a uma série de condições.
— A lei permite, por exemplo, o pagamento de recompensa pelos bens culturais submersos que sejam removidos, o que incentiva a "caça ao tesouro" e a retirada irresponsável dos bens do meio em que se encontram, colocando em risco a integridade do patrimônio subaquático brasileiro — expôs a ex-deputada federal maranhense Nice Lobão (PSD), quando apresentou, em 2006, um projeto de lei para tornar mais rígida a legislação.
A proposta de Nice Lobão foi aprovada há mais de dez anos pela Câmara, mas está engavetada no Senado desde dezembro de 2014.
Paralelamente à tramitação do projeto de lei, outra discussão permeia entre os arqueólogos. Em novembro de 2001, a Unesco aprovou a Convenção sobre a Proteção do Patrimônio Cultural Subaquático, mas o Brasil não é signatário. O motivo é que o país entende que alguns pontos do texto atentam contra a soberania nacional.
— Acredito que a decisão do Brasil em aderir ou não à Convenção deva ser precedida de amplo debate sobre o assunto, com a participação de representantes da Unesco, arqueólogos subaquáticos, representantes da Marinha, do Iphan e Ministério de Relações Exteriores — avalia Guimarães, o encarregado da Divisão de Arqueologia Subaquática, da Marinha.
Na avaliação dele, a Convenção, na prática, submete a realização de projetos de pesquisa arqueológica nas Águas Jurisdicionais Brasileiras à aprovação estrangeira, além de não estabelecer com clareza a quem pertencem os bens submersos que vierem a ser encontrados na "Amazônia Azul" — termo cunhado pela Marinha para se referir ao mar sob jurisdição do Brasil.
Enquanto o país avalia a legislação e a relação com a comunidade internacional, ao mesmo tempo em que vai conhecendo melhor o próprio patrimônio subaquático, os principais aliados na preservação são aqueles que convivem com os naufrágios diariamente e têm uma ligação quase afetiva com eles.
Fonte: Diário Catarinense
sexta-feira, 2 de outubro de 2015
Itaipava: Acidente no mar, 1 pescador morto e 2 desaparecidos
Um acidente entre um rebocador da empresa Tranship e um barco de pesca com quatro tripulantes matou uma pessoa no litoral de Itapemirim.
A colisão entre as duas embarcações aconteceu na noite desta quinta-feira (01), a 23 milhas de distância do município (aproximadamente 37 km).
Um tripulante do barco de pesca foi resgatado com vida e dois estão desaparecidos. As vítimas são de Itaipava.
Segundo nota da Marinha do Brasil, o fato foi comunicado ao Serviço de Busca e Salvamento da Marinha (Salvamar Sueste) ainda nesta quinta-feira, sendo iniciada a operação se salvamento e resgate, com mobilização de militares e divulgação em Aviso Rádio Náutico (Vitória Rádio) para alertar todos os navegantes que estiverem na região.
A Marinha informa, ainda, que será aberto um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN), a fim de esclarecer as causas e responsabilidades pelo ocorrido. O prazo para conclusão do Inquérito é, inicialmente, de 90 dias.
De acordo com representantes da associação de pescadores de Itaipava, em Itapemirim, no Litoral Sul, todas as vítimas são da localidade e o barco não era de nenhum deles. O pescador que morreu foi identificado como Jaciel Viana. A associação lamenta o ocorrido e disse que a cidade está abalada.
O comandante Jorge Viana, 63 anos, é irmão de Jaciel e revelou que a família ficou sabendo do acidente na manhã desta sexta-feira (02). “O dono do barco que eles estavam contou que o corpo do meu irmão foi encontrado boiando, mas ainda não sabemos qual foi o motivo da morte dele. Ele deixa três filhos adultos. A família está muito abalada com o ocorrido, ele era muito amigo e muito chegado com todo mundo”, lamentou.
A previsão inicial é de que o corpo e o sobrevivente cheguem ao Porto de Vitória por volta das 15h. Por meio de nota a Tranship, responsável pelo rebocador, disse que a empresa está cooperando com a Capitania dos Portos, prestando todas as informações sobre o evento, bem como está em contato com a família destes pescadores para prestar o apoio necessário.
Fonte: Gazeta Online
A colisão entre as duas embarcações aconteceu na noite desta quinta-feira (01), a 23 milhas de distância do município (aproximadamente 37 km).
Um tripulante do barco de pesca foi resgatado com vida e dois estão desaparecidos. As vítimas são de Itaipava.
Segundo nota da Marinha do Brasil, o fato foi comunicado ao Serviço de Busca e Salvamento da Marinha (Salvamar Sueste) ainda nesta quinta-feira, sendo iniciada a operação se salvamento e resgate, com mobilização de militares e divulgação em Aviso Rádio Náutico (Vitória Rádio) para alertar todos os navegantes que estiverem na região.
A Marinha informa, ainda, que será aberto um Inquérito Administrativo sobre Acidentes e Fatos da Navegação (IAFN), a fim de esclarecer as causas e responsabilidades pelo ocorrido. O prazo para conclusão do Inquérito é, inicialmente, de 90 dias.
De acordo com representantes da associação de pescadores de Itaipava, em Itapemirim, no Litoral Sul, todas as vítimas são da localidade e o barco não era de nenhum deles. O pescador que morreu foi identificado como Jaciel Viana. A associação lamenta o ocorrido e disse que a cidade está abalada.
O comandante Jorge Viana, 63 anos, é irmão de Jaciel e revelou que a família ficou sabendo do acidente na manhã desta sexta-feira (02). “O dono do barco que eles estavam contou que o corpo do meu irmão foi encontrado boiando, mas ainda não sabemos qual foi o motivo da morte dele. Ele deixa três filhos adultos. A família está muito abalada com o ocorrido, ele era muito amigo e muito chegado com todo mundo”, lamentou.
A previsão inicial é de que o corpo e o sobrevivente cheguem ao Porto de Vitória por volta das 15h. Por meio de nota a Tranship, responsável pelo rebocador, disse que a empresa está cooperando com a Capitania dos Portos, prestando todas as informações sobre o evento, bem como está em contato com a família destes pescadores para prestar o apoio necessário.
Fonte: Gazeta Online
segunda-feira, 6 de abril de 2015
ES: Pescador ainda está desaparecido e buscas continuam em Regência.
Tive a honra de conhecer o Seu Carlitos em uma atividade de Comunicação Social em 2003. Pescador experiente, muito amigo e colaborador.
Apesar de improvável, torço e rezo para que um milagre aconteça, e que ele apareça com vida e que Deus dê força as seus parentes e amigos neste momento difícil.
Maurício Düppré
Bombeiros encontram dificuldades para resgatar pescador em Linhares
As buscas pelo pescador que está desaparecido há três dias em Regência, distrito de Linhares, no Norte do estado, foram retomadas pelo Corpo de Bombeiros na manhã desta terça-feira (31), mas ele não foi encontrado. Carlito Jorge, de 60 anos, sumiu no mar na tarde do domingo (29). Ele estava na embarcação com outras duas pessoas, quando todos foram jogados para fora por uma onda. De acordo com os outros dois pescadores, Carlito não nadava bem. Os bombeiros terão a ajuda de uma equipe da Marinha nesta quarta-feira (1).
O motor da embarcação em que os pescadores estavam parou de funcionar no mar e uma forte onda acabou atingindo-a. Como não sabia nadar muito bem, Carlito acabou se perdendo. Os pescadores que conseguiram se salvar contaram que foram lançados ao mar, mas nadaram até se aproximarem de um outro barco.
O soldado do Corpo de Bombeiro, Felipe Guimarães, disse que a equipe teve dificuldade para fazer as bucas na manhã desta terça-feira (31). "Para fazer a entrada da nossa embarcação no mar, está muito perigoso devido a altura das ondas e a correnteza que existe do encontro das águas do rio com o mar", disse Guimarães.
Na manhã da segunda-feira (30), uma equipe de mergulho de Colatina, da região Noroeste do estado, chegou ao local e começou as buscas. O pescador sumiu há aproximadamente 2 Km do principal cais de Regência.
Fonte: G1
Apesar de improvável, torço e rezo para que um milagre aconteça, e que ele apareça com vida e que Deus dê força as seus parentes e amigos neste momento difícil.
Maurício Düppré
Bombeiros encontram dificuldades para resgatar pescador em Linhares
As buscas pelo pescador que está desaparecido há três dias em Regência, distrito de Linhares, no Norte do estado, foram retomadas pelo Corpo de Bombeiros na manhã desta terça-feira (31), mas ele não foi encontrado. Carlito Jorge, de 60 anos, sumiu no mar na tarde do domingo (29). Ele estava na embarcação com outras duas pessoas, quando todos foram jogados para fora por uma onda. De acordo com os outros dois pescadores, Carlito não nadava bem. Os bombeiros terão a ajuda de uma equipe da Marinha nesta quarta-feira (1).
O motor da embarcação em que os pescadores estavam parou de funcionar no mar e uma forte onda acabou atingindo-a. Como não sabia nadar muito bem, Carlito acabou se perdendo. Os pescadores que conseguiram se salvar contaram que foram lançados ao mar, mas nadaram até se aproximarem de um outro barco.
O soldado do Corpo de Bombeiro, Felipe Guimarães, disse que a equipe teve dificuldade para fazer as bucas na manhã desta terça-feira (31). "Para fazer a entrada da nossa embarcação no mar, está muito perigoso devido a altura das ondas e a correnteza que existe do encontro das águas do rio com o mar", disse Guimarães.
Na manhã da segunda-feira (30), uma equipe de mergulho de Colatina, da região Noroeste do estado, chegou ao local e começou as buscas. O pescador sumiu há aproximadamente 2 Km do principal cais de Regência.
Fonte: G1
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Maricá: Ondas destroem barco pesqueiro em Itaipuaçu
Com a chegada da frente fria e a aproximação de um ciclone extratropical no Oceano Atlântico, as ondas aumentaram e destruíram completamente a embarcação pesqueira ‘Joaquim Guerra’.
O chefe da embarcação teria perdido o controle do leme quando o hélice agarrou em uma rede de pesca na praia de Itaipuaçu. Como os donos do barco não tiveram ajuda das autoridades para retirá-lo da praia, apenas tiveram a ajuda de pescadores e de uma retroescavadeira, mas mesmo com todos os esforços, a embarcação acabou sendo destruída com a força do mar na última terça-feira (15).
Um dia antes do barco ser destruído, um dos proprietários contratou uma empresa especializada para retirar a embarcação, porém, com a mudança repentina no tempo e a chegada das chuvas, a operação para a retirada do barco foi cancelada. No dia 15/04, funcionários do Inea (Instituto Estadual do Ambiente) e da Defesa Civil vistoriaram os destroços da embarcação.
Fonte: Maricá Info
Imagem: Adriano Marçal
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Pescadores de Barra do Itabapoana resgatados em alto mar
Mais um naufrágio, está parecendo rotina: ano passado a tripulação de outra embarcação de Barra de Itabapoana, o Marimanda, não tiveram a mesma sorte.
Na data do ocorrido, quis o destino que eu estivesse em Barra e pude presenciar o clima no lugar que era de tristeza e preocupação com os seguidos casos de naufrágio envolvendo as embarcações locais.
O que posso aqui relatar também foi o bom trabalho e a comunicação da Colônia de Pescadores Z-19 (Farol de São Tomé) e o Núcleo de Barra da Colônia Z-01, na pessoa de Nurievi, que buscou imediatamente confortar os familiares e dar o apoio necessário.
Notícia:
Onda gigante afundou a embarcação
Os pescadores estavam no mar há oito dias e contaram que por volta das 19h de quinta-feira (19/12), ocorreu uma tempestade e uma onda gigante afundou a embarcação. Os cinco homens, sendo três deles irmãos, passaram a noite inteira agarrados a casaria do barco, a única parte que ficou de fora.
Imagem: destroços do barco utilizados pelos sobreviventes
Segundo o pescador Fábio Rangel, que tem 23 anos de profissão, ele e mais dois pescadores de Farol de São Tomé, estavam navegando quando se depararam com os cinco homens desesperados, por volta das 11h desta sexta-feira (20/12). Os três pescadores de Farol resgataram os cinco de Barra e fizeram contato com o Corpo de Bombeiros Militar, que imediatamente enviou uma equipe de mergulhadores e equipes médicas para o Terminal Pesqueiro de Farol, um helicóptero também foi acionado, mas não foi necessária a utilização da aeronave, pois o barco conseguiu chegar a praia antes.
Inicialmente, os bombeiros foram informados que havia um resgatado em estado grave, mas a informação não se confirmou. Os cinco pescadores tiveram apenas escoriações. Eles foram atendidos no Terminal Pesqueiro pelas equipes do Corpo de Bombeiros e encaminhados ao Hospital Ferreira Machado, em Campos.
Os pescadores do barco que naufragou foram identificados como Jeferson Douglas L. Silva, Gilvan Cordeiro Alves e os irmãos Leonardo Ribeiro Fontão, Altamir Ribeiro Fontão e Rosivaldo da Silva Fontão.
Fonte: Blog do Paulo Noel
Fotos: Uruau e Emily Maitan
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Niterói - Embarcação vira em Piratininga
O pescador Robson Abreu da Luz, 71 anos, foi resgatado por volta das 6h dest terça-feira com hipotermia por bombeiros do Gmar de Itaipu, Niterói, após o barco em que estava bater numa pedra e ficar à deriva.
O acidente aconteceu na Prainha, em Piratininiga, Região Oceânica de Niterói, logo depois que a embarcação saiu com Robson e outros 11 pescadores. Segundo o Gmar, quando os bombeiros chegaram ao local, seis pescadores já haviam conseguido deixar o barco. Os outros foram resgatados ainda no mar. Robson está internado no Hospital Mário Monteiro, em Piratininga, e está fora de perigo.
Fonte: Yahoo
O acidente aconteceu na Prainha, em Piratininiga, Região Oceânica de Niterói, logo depois que a embarcação saiu com Robson e outros 11 pescadores. Segundo o Gmar, quando os bombeiros chegaram ao local, seis pescadores já haviam conseguido deixar o barco. Os outros foram resgatados ainda no mar. Robson está internado no Hospital Mário Monteiro, em Piratininga, e está fora de perigo.
Fonte: Yahoo
segunda-feira, 30 de abril de 2012
BA: Marinha busca 2 tripulantes de barco de pesca desaparecido
Após ter recebido a notificação do acidente, militares da Agência da Capitania dos Portos em Porto Seguro foram deslocados para o local a fim de coordenar as buscas na região onde teria ocorrido o naufrágio. O Comando do 2º Distrito Naval também enviou a uma corveta com uma equipe de mergulhadores a fim de auxiliar nas buscas.
A operação também contava com o apoio de embarcações da colônia de pescadores de Porto Seguro e de uma aeronave do Grupamento Aéreo da Policia Militar do Governo do Estado da Bahia.
Fonte: Terra
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Rj - Família de pescadores desaparecidos no norte do Estado pede retomada das buscas
A família de dois dos cinco pescadores desaparecidos no litoral norte do Rio, desde o último dia 15, está revoltada com a suspensão das buscas da Marinha.
Dalva de Oliveira Ventura, mãe de Clayton de Oliveira Ventura, de 28 anos, e irmã de Dídimo de Oliveira, de 49 anos, está desesperada.
- Eles podem ainda estar vivos! Aqui em Barra do Itabapoana [no norte do Estado do Rio, onde fica a colônia de pesca de onde os pescadores saíram] dois pescadores que ficaram desaparecidos quase três meses, voltaram vivos para casa.
Além de Ventura e o tio, o pesqueiro Marimanda levava os pescadores Ivan Lins Guimarães Curitiba, de 22 anos, Rondinele Mota de Conceição, de 32 anos e Claudenir Ferreira Mota, 41 anos.
De acordo com a Capitania dos Portos as buscas foram suspensas na última segunda-feira (23), depois de oito dias. As normas da Marinha determinam que em casos de desaparecimento as buscas sejam feitas por 72 horas, ou seja, três dias. Foram usadas aeronaves da FAB (Força Aérea Brasileira), mergulhadores e embarcações da Marinha.
Os pescadores saíram de Barra do Itabapoana, em São Francisco do Itabapoana, no norte do Estado do Rio, no último 12. Na madrugada do dia 15, eles fizeram contato com a colônia de pesca do município avisando que o barco estava afundando. Cinco embarcações da colônia e o navio Guripi, da Marinha, começaram as buscas no mesmo dia.
O Marimanda foi encontrado no final da tarde do dia 15, a cerca de 120 km de Arraial do Cabo, na região dos Lagos, perto do navio plataforma SS-82, que presta serviço à Petrobras. O pesqueiro estava sem a tripulação.
Fonte R7
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
RJ - Capitania dos Portos continua a busca aos pescadores de Itabapoana
Vídeo:
ttp://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/01/capitania-dos-portos-busca-cinco-pescadores-em-itabapoana-no-rj.html
A Capitania dos Portos procura cinco pescadores de São Francisco do Itabapoana, no Norte do Rio, que estão desaparecidos desde sábado (14). Cerca de 80 homens participam das buscas. O barco foi encontrado com o casco para cima a 120 km de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos. A Capitania dos Portos acredita que os pescadores estejam vivos.
Na colônia de pescadores da cidade o clima de tristeza e esperança se mistura com a falta de informação. “Nesse momento temos que rezar mesmo. E pedir que encontre as pessoas que estavam no barco”, disse José Soares, presidente da colônia dos pescadores.
ttp://g1.globo.com/rio-de-janeiro/noticia/2012/01/capitania-dos-portos-busca-cinco-pescadores-em-itabapoana-no-rj.html
A Capitania dos Portos procura cinco pescadores de São Francisco do Itabapoana, no Norte do Rio, que estão desaparecidos desde sábado (14). Cerca de 80 homens participam das buscas. O barco foi encontrado com o casco para cima a 120 km de Arraial do Cabo, na Região dos Lagos. A Capitania dos Portos acredita que os pescadores estejam vivos.
Na colônia de pescadores da cidade o clima de tristeza e esperança se mistura com a falta de informação. “Nesse momento temos que rezar mesmo. E pedir que encontre as pessoas que estavam no barco”, disse José Soares, presidente da colônia dos pescadores.
Fonte: G1
terça-feira, 17 de janeiro de 2012
RJ - Pescadores do Barco Marimanda desaparecidos desde sábado 14/02
A Capitania dos Portos continua com as buscas pelos cinco pescadores que estão desaparecidos desde o último sábado (14).
Um avião vai substituir os helicópteros da FAB (Força Aérea Brasileira) durante a ação. Um navio da Marinha continua em operação. De acordo com o delegado da Capitania dos Portos em Macaé, capitão de Fragata Robson Galhardo, o avião vai fazer sobrevoos mais longos, que permitirão analisar melhor a área.
- O tanque dos helicópteros é menor e os sobrevoos precisam ser mais rápidos, o que reduz a área de ação.
O avião, que saiu de Salvador, na Bahia, no final da manhã desta terça-feira (17), começa a operar assim que chegar a região do acidente. Segundo a Marinha, o pesqueiro Marimanda naufragou na bacia de Campos, a 145 km do farol de Cabo Frio, na região dos Lagos.
A embarcação foi localizada no domingo (15) pela equipe da plataforma de petróleo SS-82. Mergulhadores entraram no pesqueiro, que estava parcialmente submerso. Eles não encontram sinais da tripulação. Segundo Capitão Galhardo, isso pode indicar que os pescadores estão vivos.
- É uma área muito grande para busca, eles podem estar vivos em um bote, uma ilha, ou até já terem sido resgatados.
Ainda não se sabe as causas do acidente.
De acordo com a Capitania dos Portos, os cinco pescadores saíram da Colônia de Pesca de São Francisco do Itabapoana, no litoral norte do Estado, na última quinta-feira (12). Na madrugada de domingo (15), os pescadores fizeram contato com a colônia, dizendo que o barco estava afundando. Á tarde um barco da Marinha foi enviado para participar das buscas, com outras cinco embarcações da colônia de pesca do município.
A Capitania dos Portos emitiu um aviso aos navegantes, às plataformas e navios da área sobre o desaparecimento dos tripulantes. Até às 13h desta terça-feira, nenhum pescador tinha sido encontrado.
Fonte: R7
Mais notícias: http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/pescadores-desaparecidos-no-litoral-norte-do-rio-pediram-socorro-20120116.html
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Naufrágio: Cinco pescadores já tiveram alta
Cinco dos seis pescadores sobreviventes do naufrágio da embarcação 'Virgem do Sameiro' já tiveram alta do Hospital de Leiria, estão bem e "já falam de futebol", ficando apenas um internado até sábado por "mera precaução".
"Nenhum precisa de cuidados médicos diferenciados", avançou João Coucelo, adiantando que podem ter todos alta ainda esta sexta-feira.
Os seis homens, também com sinais imediatos de subnutrição, foram encaminhados para o Centro Hospitalar de Leiria-Pombal. Os familiares que vieram de autocarro já se encontram junto ao hospital e no local esteve também o secretário de Estado do Mar, Manuel Pinto de Abreu. "Venho trazer uma mensagem de satisfação da parte da ministra [Assunção Cristas]" pelo desfecho feliz do incidente, disse.
"É com orgulho que vimos o sistema de busca e salvamento a funcionar", acrescentou Manuel Pinto de Abreu.
Um dos responsáveis pelo salvamento sublinhou ao CM que um dos tripulantes teve um comportamento mais agressivo durante o período que os seis homens estiveram no mar.
O resgate foi complicado, até porque os pescadores, devido ao estado debilitado, tiveram dificuldades em responder imediatamente às ordens da Força Aérea.
Os sobreviventes do navio 'Virgem do Sameiro' foram resgatados a 12 milhas da costa, a norte do cabo Mondego.
Os tripulantes foram detectados pelo helicóptero da Força Aérea às 11h03 e pouco depois do meio-dia já estavam na Base Aérea de Monte Real, onde foram assistidos por equipas do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
As buscas começaram quinta-feira à tarde e continuaram durante toda a noite com a participação do navio patrulha oceânico Viana do Castelo e até às duas da manhã por um C295 da Força Aérea.
Os pescadores estavam desaparecidos desde terça-feira e estava previsto o seu regresso esta sexta-feira.
A Marinha e a Força Aérea tinham lançado uma operação de buscas e a as famílias dos pescadores aguardavam por um "milagre".
O presidente da Associação Pró Maior Segurança dos Homens do Mar congratulou-se com o resgate dos seis pescadores.
"As Caxinas estão em festa", disse José Festas.
Cronologia: Principais notícias sobre salvamentos no mar nos últimos sete anos
11 Novembro 2011 - A traineira "Mar Amigo" naufragou ao largo de Gaia, mas os 15 tripulantes, que se encontravam numa embarcação de apoio, foram resgatados para o porto de Leixões, em Matosinhos.
10 Novembro 2011 - Três pessoas foram resgatadas após a embarcação de pesca "Gigi" se ter afundado a 12,5 milhas da Ponta de São Lourenço, na Madeira.
8 Novembro de 2011- Uma embarcação de turismo com 11 pessoas a bordo naufragou ao largo da Praia do Camilo, em Lagos, tendo sido resgatado com sucesso. No entanto, duas mulheres, de nacionalidade alemã, não resistiram e faleceram após o resgate.
27 Outubro 2011 - Um veleiro polaco com cerca de seis metros de comprimento encalhou junto à praia de Cambelas, no concelho de Torres Vedras, causando ferimentos ligeiros nos tripulantes que foram resgatados e transportados para o Hospital de Torres Vedras.
26 Julho 2011 - Quatro tripulantes de um veleiro de bandeira inglesa que se partiu ao meio e se encontrava à deriva foram resgatados "a cinco ou seis milhas" a sudoeste de Cascais.
12 Junho de 2011 - O pesqueiro "São Leonardo", com seis tripulantes a bordo, foram resgatados pela Marinha ao largo da ilha de Santa Maria, depois de uma avaria elétrica ter deixado a embarcação à deriva e sem comunicações.
31 Outubro 2010 -- Três homens, dois espanhóis e um argentino, navegavam no veleiro "El Almogrote", com bandeira espanhola, quando naufragaram na região de salvamento de Marrocos, mas foram resgatados por um helicóptero da Força Aérea Portuguesa a sudoeste do Cabo de São Vicente, no Algarve.
22 Abril 2010 - Quatro tripulantes de uma embarcação de pesca foram resgatados pela Polícia Marítima de Cascais, junto ao Cabo da Roca, na sequência da emissão de um alerta. A embarcação foi ao fundo.
3 Março 2010 - Duas embarcações de pesca naufragam ao largo de Caminha. Uma delas naufragou às 13h45, mas os dois pescadores que seguiam a bordo foram resgatados com vida. Já a traineira de pesca Vilmar afundou-se pelas 04h30 e foram resgatados com vida dois dos cinco tripulantes.
8 de Fevereiro de 2010 - Embarcação de pesca com três pescadores naufraga fazendo um morto, um desaparecido e um ferido ligeiro.
28 de Janeiro de 2010 - Embarcação de pesca naufraga ao largo da Figueira da Foz Os nove tripulantes escaparam sãos e salvos ao naufrágio devido a um rombo no casco.
13 Novembro de 2009 - Os dois tripulantes de nacionalidade francesa de um veleiro que emitiu um pedido de ajuda ao largo dos Açores "foram resgatados com vida".
6 Setembro 2009 - Oito tripulantes de uma embarcação de pesca espanhola foram resgatados com vida a 19 milhas da costa de Vila do Conde após um pedido de ajuda quando se encontravam numa balsa após o naufrágio da embarcação em que seguiam.
5 de Dezembro de 2008 - O barco de pesca "Rosamar" naufragou a 24 milhas a norte de Burela, na costa da Galiza, com oito portugueses e cinco indonésios a bordo. Morreram três pescadores portugueses.
7 de Janeiro de 2008 - A embarcação "Petite Julie" naufragou a cerca de 50 quilómetros das ilhas Virgem, junto à costa de Finisterra, noroeste de França, com sete marinheiros a bordo (três portugueses e quatro franceses). Um português foi resgatado vivo. Os corpos dos restantes dois não apareceram.
29 Dezembro de 2006 - A embarcação 'Luz do Sameiro' encalhou na praia da Légua, a norte da Nazaré, com sete tripulantes a bordo. Morreram seis pescadores e apenas um foi resgatado com vida.
6 Janeiro 2006 - Uma embarcação naufragou no extremo sul da Praia do Salgado, Nazaré. Dois pescadores morreram e um escapou e foi resgatado por outro barco.
30 Maio de 2005 - Um veleiro português, com dois tripulantes a bordo, que se encontrava à deriva a 11 milhas (20 quilómetros) do farol de Faro foi resgatado pela Capitania do Porto de Olhão, Algarve.
24 Março de 2005 - Cinco tripulantes espanhóis de um barco de pesca foram resgatados ao largo dos Açores, depois de um pedido de ajuda por ter água na casa das máquinas, e transportados para Ponta Delgada por um navio mercante.
17 Março de 2005 - Sete tripulantes do iate "Innovation", com um rombo no casco, foram recolhidos por uma corveta da Marinha portuguesa a 270 milhas da ilha do Faial.
Fonte: Correio da Manhã (Portugal)
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