Fonte: LIFE
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terça-feira, 2 de dezembro de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Campeonato Brasileiro de Fotosub: Os Melhores de 2014
Enfim é possível conhecer os vencedores do Campeonato Brasileiro de Fotosub 2014, que foi realizado na praia do Porto da Barra, em Salvador, entre os dias 26 e 28 de março.
Em primeiro lugar, com 314,3 pontos, ficou Álvaro Velloso. Em segundo, Carlos Montechi com 283,4 e, em terceiro na classificação, com 263,7, Ulisses Josei Turati.
Foram premiadas as melhores fotos em cinco categorias:
- Grande Angular Ambiente;
- Grande Angular com Modelo;
- Macro Livre;
- Macro Temática;
- Peixe.

O campeonato contou com um corpo de 11 jurados, composto por grandes nomes da fotografia subaquática nacional como Daniel Botelho e Marcelo Krause e, internacional como Michael Aw e Ellen Cuylaerts.
A divulgação dos vencedores aconteceu na festa de encerramento e premiação, neste sábado, 29, com um jantar, no Salão Elmano Castro, no Grande Hotel Barra.
O ganhador do CB 2014, Álvaro Velloso, nasceu em Salvador, onde morou até os 12 anos. Desde pequeno, praticava mergulho e pesca subaquática na Baia de Todos do Santos. Iniciou na fotografia subaquática em 2004 e seu primeiro campeonato foi em 2006.
O grande vencedor dessa edição, juntamente com o campeão do CB 2013, Áthila Bertoncini, irão compor a equipe que defenderá o Brasil no Campeonato Mundial, que acontecerá na Holanda, em maio de 2015.
Foram premiadas as melhores fotos em cinco categorias:
- Grande Angular Ambiente;
- Grande Angular com Modelo;
- Macro Livre;
- Macro Temática;
- Peixe.

O campeonato contou com um corpo de 11 jurados, composto por grandes nomes da fotografia subaquática nacional como Daniel Botelho e Marcelo Krause e, internacional como Michael Aw e Ellen Cuylaerts.
A divulgação dos vencedores aconteceu na festa de encerramento e premiação, neste sábado, 29, com um jantar, no Salão Elmano Castro, no Grande Hotel Barra.
O ganhador do CB 2014, Álvaro Velloso, nasceu em Salvador, onde morou até os 12 anos. Desde pequeno, praticava mergulho e pesca subaquática na Baia de Todos do Santos. Iniciou na fotografia subaquática em 2004 e seu primeiro campeonato foi em 2006.
O grande vencedor dessa edição, juntamente com o campeão do CB 2013, Áthila Bertoncini, irão compor a equipe que defenderá o Brasil no Campeonato Mundial, que acontecerá na Holanda, em maio de 2015.
Mais informações: www.imagemsub.com.br
terça-feira, 23 de julho de 2013
BA - Salvador: Pescadores lutam para melhorar as colônias
Estrutura física deficiente, embarcações antigas e precárias, e a poluição marítima são alguns problemas apontados por pescadores, de Itapuã ao subúrbio ferroviário.
A Bahia tem cerca de 126 mil pescadores, que produzem 115 mil toneladas de pescado por ano.
A equipe de reportagem do A TARDE visitou as quatro colônias - Itapuã, Rio Vermelho, subúrbio e Itapagipe - na última semana. Os pescadores contaram que se consideram "desassistidos".
Entre as principais reclamações estão carência de linhas de crédito para adquirir novos equipamentos e reformar embarcações e sedes e a falta de programas de capacitação.
Segundo o ministro interino da Pesca e Aquicultura, Átila Maia, o governo federal criou linhas de crédito para pequenos e grandes produtores.
Como principal exemplo, ele cita o Plano Safra da Pesca, lançado no ano passado, que vai disponibilizar cerca de R$ 4,1 bilhões até 2014 em linhas de créditos, "para atender a todos os segmentos".
Os financiamentos vão de R$ 1 mil até R$ 60 mil, a depender do projeto apresentado pelo pescador.
"Nossa meta é investir nos pequenos e grandes produtores e, a longo prazo, produzir 20 milhões de toneladas de pescado por ano", ressalta Maia. A produção atual do Brasil é de 1,2 milhões de toneladas.
A Prefeitura de Salvador informou que a reforma das sedes das colônias de pescadores, desde as centrais (Itapuã, Rio Vermelho, Plataforma e Paripe) até as demais agremiações (como Boca do Rio e São João do Cabrito), estão inclusas no projeto de requalificação da orla marítima.
A administração municipal comunicou, ainda, que está elaborando um programa para oferecer capacitação a esses profissionais.
Inverno - Além dos problemas estruturais e financeiros enfrentados diariamente, os pescadores sofrem ainda mais no inverno, quando as chuvas e ventos fortes são frequentes.
"Ganhamos, em média, um salário mínimo por mês (R$ 678). No inverno, diminui para cerca de R$ 400", lamenta o diretor da colônia de Itapuã Francisco Brito.
Nas colônias do subúrbio ferroviário (sede em Paripe) e Itapagipe (sede em Plataforma), os barcos quebrados são um problema apontado pelas lideranças locais.
"O barco fica encostado porque o pescador não tem condição de consertar, aí não pode ir para o mar, fica dependendo do barco de colegas", revela o presidente da colônia de Itapagipe, Carlos Alberto Pereira.
Orla da capital abriga quatro colônias
Itapuã (Z-6) - A jurisdição desta colônia vai da praia do Flamengo até parte da Boca do Rio. Fundada em 31 de março de 1956, reúne 1,2 mil pescadores e 32 barcos grandes (de 7 e 8 metros). A colônia não tem dados sobre barcos menores e se divide em três pontos: uma sede, uma associação e uma peixaria, todas em Itapuã. Entre os problemas apontados está a falta de segurança e a diminuição nas vendas em até 50%
Rio Vermelho (Z-1) - Esta colônia abrange parte da Boca do Rio até a Rampa do Mercado Modelo. Fundada em 21 de março 1972, tem cerca de 2,2 mil pescadores e em torno de 1,5 mil embarcações. A sede, que funciona na Casa Iemanjá, é na Rua Guedes Cabral, Rio Vermelho. Um entre os principais problemas apontados pela direção é a estrutura precária da sede, que está com paredes e teto rachados.
Itapagipe (Z-2) - Com cerca de 400 pescadores, a colônia tem sede em Plataforma e abrange da Rampa do Mercado Modelo até São João do Cabrito. Fundada em 15 de janeiro de 1937, enfrenta atualmente problemas como embarcações defeituosas, falta de equipamentos de pesca e insegurança. Não há informações sobre a quantidade de barcos.
Subúrbio (Z-67) - De São João do Cabrito a São Thomé de Paripe. Tem em torno de 1,3 mil pescadores e cerca de 140 barcos, 36 da colônia e o restante dos pescadores associados. Tem uma sede provisória, que funciona em uma casa alugada na Rua Chile, Paripe. Está sendo construída uma nova sede em local próximo.
Fonte: A TARDE
Imagem: Colônia de Rio Vermelho (Maurício Düppré)
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