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quarta-feira, 16 de março de 2016

Campos: pescadores de água doce recebem última parcela do defeso


A quarta e última parcela do Defeso (municipal) da Água Doce foi depositada nesta terça-feira (15) para os pescadores de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. O valor do benefício é de R$ 788, totalizando cerca de R$ 250 mil para os pescadores que têm direito ao benefício.

Segundo a Secretaria de Desenvolvimento Humano e Social, o defeso poderia ser pago até o dia 20 de março, mas a Prefeitura decidiu antecipar. Foram beneficiados mais de 300 pescadores. O período do defeso terminou em fevereiro e desde 1º de março a pesca em água doce foi liberada.

O período de defeso de águas continentais (água doce) começou em 1º de novembro e foi até 29 de fevereiro. Neste período ficou proibida a pesca em toda a Bacia Hidrográfica do Sudeste (rios, lagos e lagoas), conforme a Instrução Normativa 195/08 do Ibama.

Fonte: G1

sábado, 7 de novembro de 2015

I Seminário de Economia Solidária do Projeto Pescarte

Abaixo o convite para participar do I Seminário de Economia Solidária do Projeto Pescarte: Práticas, Rumos e Possibilidades para a Emancipação Social, o qual ocorrerá entre nos dias 11 e 13 de Novembro no auditório do Hospital Veterinário. Uma iniciativa realizada pelo Centro de Ciências do Homem da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF),

O evento promoverá um espaço de integração e debate nos campos acadêmico, institucional e de ação comunitária no contexto da Economia Solidária.


 Fonte: Projeto Pescarte

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Campos: Categoria e Pescarte se reúnem por pólo pesqueiro

O superintendente de Pesca e Aquicultura, e ex-presidente da Colônia de pescadores Z-19, Rodolfo da Silva, se reuniu nesta quinta-feira (30/07) com o coordenador do Projeto Pescarte, Geraldo Timóteo, na Secretaria de Desenvolvimento Econômico. Na pauta, a discussão do desenvolvimento de um projeto regional que tem por meta o incentivo a pescadores, à produção e à comercialização do pescado na região.



- A ideia é equilibrarmos a balança produção-comercialização e principalmente a preocupação com o trabalhador do setor pesqueiro - destacou o Superintendente de Pesca e Aquicultura. Ele disse que já existe um diagnóstico em andamento e que quando for concluído será criado um comitê gestor com objetivo de ouvir as comunidades pesqueiras.

O coordenador do Projeto Pescarte contou que entre as propostas estão incluir o peixe na merenda escolar e ampliar a participação do pescado nas feiras populares. “Vemos Campos como um polo de aglutinação de toda a produção pesqueira desta região”, observou Timóteo, que também é professor de sociologia da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF).

Fonte: Prefeitura de Campos

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014

Período de defeso do camarão preocupa pescadores de Campos

Pescadores acham que a data do defeso deveria ser outra.
Ministério da Pesca e IBAMA afirmam que mudança depende de pesquisa.

No próximo sábado (1º), começa o período do defeso do camarão. O defeso termina no dia 31 de maio.

Farol de São Tomé, litoral de Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, é um dos principais representantes da pesca do crustáceo no Estado do Rio de Janeiro. Em média, 20 toneladas da espécie sete barbas são pescados por dia.

Até o sábado, o trabalho dos pescadores está em ritmo acelerado. Eles pretendem estocar o produto, que é muito consumido no verão e no carnaval, para que não falte camarão nos estabelecimentos comerciais. Atualmente, os pescadores enfrentam uma realidade de trabalho difícil. Para retirar o produto pescado das embarcações, eles precisam alugar um trator que puxa a embarcação até a orla. Além do gasto com o aluguel do veículo, a ação compromete o casco dos barcos.

Para mudar essa realidade, as colônias de pescadores da região esperam que o projeto do Terminal Pesqueiro de Barra do Furado, distrito de Quissamã, no Norte do Estado, saia do papel. Em dezembro de 2013, o Ministro da Pesca e Aqüicultura, esteve em Campos para assinar um documento de partida para a elaboração do terminal.

De acordo com a secretaria de comunicação de Campos, engenheiros da Universidade Federal Fluminense (UFF) irão utilizar o projeto base elaborado pela prefeitura, para que em maio, período determinado pelo Ministro, o convênio de operação do Terminal Pesqueiro seja assinado.

Enquanto isso os pescadores lamentam o período do defeso. Muitos acreditam que a data poderia ser outra. “Nem todos nós podemos ir para o alto mar, porque muitos barcos não estão preparados. Alguns se arriscam porque o valor que recebemos do auxílio defeso não é suficiente para pagar as contas. Acho que o período está errado, porque agora o camarão está grande”, disse o pescador José Miguel.

De acordo com a assessoria de comunicação do Ministério da Peca, não há uma nova discussão em relação à mudança da data do defeso. Eles estudam a possibilidade de ampliar a discussão criando um Comitê Permanente de Gestão (CPG), para que juntos aos pescadores, sejam propostas soluções que diminuam o impacto deste período em especial.

Para a chefe do escritório do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (IBAMA) em Campos, Rosa Maria Castelo Branco, para acontecer uma possível mudança da data do defeso, é preciso um estudo de no mínimo dois anos.

“O último estudo garante que o período de crescimento e desova do camarão deveria ser de seis meses. Porém, o Ministério da Pesca e o Ibama, entenderam que seria um tempo muito longo para o pescador ficar longe do mar. Esta discussão é muito ampla e depende de muito estudo e pesquisa”, explicou Rosa Maria.

O diretor secretário da Colônia dos Pescadores do Farol, Genivaldo Sales, acredita que a pesca ficou prejudicada no último ano, devido à instabilidade climática e as diversas ressacas que impediram o pescador de ir ao mar.

“Tivemos períodos intensos de ressacas e neste caso, não é recomendado que o pescador encare o mar. A pesca este ano foi um pouco decadente em vista dos outros anos. A nossa expectativa é que depois do defeso dê pra pescar com mais tranquilidade”, disse Genivaldo.

Por conta da proibição, os pescadores passam a receber dos governos Federal e Municipal, o valor de um salário minimo, referente ao auxílio defeso. Muitos reclamam que o dinheiro não é suficiente e alternativa é ir atrás dos peixes.

Fonte: O GLOBO


quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Campos - Conselho Municipal de Políticas Agropecuárias e Pesqueiras


Reativado no dia 18/12, o Conselho Municipal de Políticas Agropecuárias e Pesqueiras do município de Campos dos Goytacazes, deve avaliar e aprovar o estatuto do conselho, a eleição de presidente e vice-presidente, além de definição de membros do conselho na próxima reunião, marcada para o dia oito de janeiro, na sede do Sindicato Rural, no bairro Pecuária, às 14h. A entidade está sendo reestruturada com a participação das associações de agricultores, pescadores, cooperativas, universidades, Emater-Rio e Pesagro-Rio.

O secretário municipal de Agricultura, Eduardo Alves, disse que o conselho é muito importante na definição de políticas públicas para a agropecuária e para a pesca. Ele destacou também que a entidade ajuda a unir forças com as instituições e programas que trabalham com pesquisa e extensão.
“Campos é parceira do Programa Rio Rural, porque precisamos pensar em boas condições de cidadania para a população do campo – e isso inclui as questões ambientais, econômicas e sociais, como propõe o próprio projeto”, disse o secretário municipal.

Atual vice-presidente do conselho, o engenheiro agrônomo Luiz Carlos Teixeira Guimarães, da Emater-Rio, ajudou a orientar a pauta de discussões. Os encontros vão acontecer uma vez por mês, de forma itinerante, nas sedes das instituições que têm membros no conselho.

Fonte: O DIÁRIO

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

RJ - Petróleo gera até 74,5% de verba de cidades


Royalties são mais de um terço do orçamento em 12 municípios fluminenses, que não diversificaram economia

Henrique Gomes Batista henrique.batista@oglobo.com.br

Se a possível redução nos royalties e das participações especiais será negativa para as contas do governo do Estado do Rio, para diversos municípios fluminenses o impacto tende a ser catastrófico. Embora 86 das 92 prefeituras do estado recebam as compensações pelo petróleo, a situação é mais grave em 12 delas, onde estes recursos representam mais de um terço do orçamento municipal - chegando a 60% em Campos e impressionantes 74,5% em São João da Barra. Com a proposta aprovada pelo Senado, algumas cidades podem perder, já no ano que vem, 45% de sua receita, segundo especialistas. A situação ainda é mais desesperadora para as cidades que não aproveitaram o período de bonança para diversificar suas economias, usando os recursos do petróleo para gastos correntes.

- As pessoas falam que o petróleo fica no alto mar, mas se esquecem que nossas cidades são afetadas. A população de Macaé, que era de 40 mil pessoas na década de 80, está agora em 220 mil. Apenas na última década cresceu em 80 mil habitantes. Se houver uma redução dos royalties haverá um caos, teremos que suspender investimentos, demitir funcionários e reduzir serviços básicos, como segurança, saúde e educação - afirmou Riverton Mussi (PMDB), prefeito de Macaé e presidente da Organização dos Municípios Produtores de Petróleo (Ompetro).

Ele diz que a situação é ainda mais grave por afetar, de uma única vez, diversos municípios vizinhos. E Mussi lembra que os prefeitos estão preocupados com o impacto em 2012, o que faria com que eles não cumpram a Lei de Responsabilidade Fiscal. A organização é formada por Búzios, Cabo Frio, Campos, Carapebus, Casimiro de Abreu, Macaé, Rio das Ostras, Quissamã, São João da Barra e Niterói, e deverá contar em breve com Maricá:

- Se essa proposta virar lei, vamos entrar na Justiça pedindo um mandado de segurança baseado na Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) que o governo do Rio deve propor no Supremo Tribunal Federal (STF), para evitar o impacto imediato nas contas - disse.

Renata Cavalcanti, subsecretária estadual de Energia, Logística e Desenvolvimento, confirma que a situação é mais grave para as cidades. Ela afirma que, já em 2012, Campos, que recebe mais de R$1 bilhão por ano em royalties, pode perder 34% de suas receitas, e em São João da Barra a redução imediata seria de 45%. Ela diz que falta sensibilidade dos parlamentares:

- Essa proposta é uma barbaridade, é inacreditável. Por ela, em 2019, 54% dos royalties vão para os estados não-produtores, 20% para os produtores e apenas 4% para os municípios.

Mauro Osório, economista e professor da Faculdade de Direito da UFRJ, afirma que existe no resto do país uma visão hegemônica equivocada de que alguns municípios do Rio teriam privilégios com os royalties:

- E isso não é verdade, o Rio, por conta do ICMS no destino dos combustíveis, tem a 22ª maior carga tributária entre os estados e isso afeta as transferências aos municípios. Entre os 20 municípios do Sudeste com maior receita corrente líquida per capita, apenas três são do Rio e só dois são grandes recebedores de royalties - disse.

Osório lembra que em todos os países do mundo a extração de bens finitos gera compensações, o que está previsto na Constituição de 1988. Mas salienta que a situação é mais grave pois os municípios ficaram muito dependentes destes recursos.

Só 30% dos royalties são investidos por municípios

- Os municípios tinham de estar se preparando para este momento, diversificando suas economias. O ideal é usar estes recursos para garantir uma sustentabilidade financeira destes municípios no futuro - disse.

Denise Terra, professora da Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf) e coordenadora do Boletim Petróleo, Royalties e Região, diz que o ideal seria aplicá-los em investimentos que gerassem maior desenvolvimento no futuro. Mas, diz a professora, estudo realizado pela economista Paula Alexandra Nazaret (TCE-RJ) mostrou que para cada R$1 de royalties apenas R,30, em média, foram para investimentos, o que mostra um uso maior para custeio:

- Mesmo com o risco de alteração dos critérios de partilha das compensações financeiras as perspectivas para o estado e municípios do Rio de Janeiro não são tão ruins em função dos grandes projetos de investimento em andamento, como o do Porto do Açu. Mas as cidades precisam se preparar.

Fonte: O GLOBO

Abaixo informações do Anuário de Finanças dos Municípios Fluminenes de 2011 onde apresenta a dependencia financeira de alguns municípios do estado pelos recursos do petróleo:


Abaixo o link para baixar na íntegra os dois últimos Anuários de Finanças publicados pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Energia, Indústria e Serviços do Estado do Rio de Janeiro - SEDEIS

Anuário de Finanças dos Municípios Fluminenses 2011

Anuário de Finanças dos Municípios Flumineses 2010







sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Força!


Farol de São Tomé - Campos - RJ
Outubro de 2011

por Maurício Düppré

Campos - Eleição para a Colônia de Pescadores Z-19






No dia 15/10/2011, por 377 votos contra 44, a chapa 1, liderada por Rodolfo Ribeiro venceu a chapa 2, na eleição para a presidência da Colônia de Pescadores Z- 19, agora com uma nova sede no Farol de São Thomé.

Rodolfo, foi reeleito e presidirá a Colônia por mais três anos. Dos pescadores com direito a voto, ele obteve 300 dos 344 votos do Farol, sendo 1 nulo, 43 dos 44 de Lagoa de Cima e 32 dos 33 votantes de Parque Prazeres, cujos presidentes de associações, Lucimar (Cimar) e Valdemi (Demi), apoiaram Rodolfo.

A reeleição de Rodolfo, com quase 90% dos votos, deve-se à credibilidade que goza junto aos seus colegas pescadores.
Realizando um excelente trabalho à frente da Colônia. Trabalho este reconhecido pela categoria que representa.

Fonte: Colônia de Pescadores Z-19

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