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sexta-feira, 4 de outubro de 2024

LIVRO | CAMINHOS LAGUNARES: Ecossistemas, pesca e desenvolvimento sustentável.


O livro  “Caminhos Lagunares: Ecossistemas, pesca e desenvolvimento sustentável” foi lançado ontem, dia 3 de outubro de 2024, no LABCiencias na reserva Cultural em Niterói, com mais de 60 presentes, entre os autores, pescadores, professores, pesquisadores, técnicos, lideranças, amigos e familiares. 


Agradecemos a todos que fizeram do evento um sucesso, amigos, parceiros e colaboradores, foi um momento para lá de especial, muito obrigado! 

Se você ainda foi ao evento, poderá assisti-lo a qualquer tempo no Instagram pelo link:  https://www.instagram.com/reel/DArf9m5pXzH/

Baixe a publicação e veja a beleza de ilustrações, textos e imagens das comunidades pesqueiras lagunares participantes do projeto e seus resultados em cada página foleada desta obra!  Baixe o PDF no link abaixo:

LIVRO CAMINHOS LAGUNARES.PDF


O projeto Uso Sustentável dos Sistemas Lagunares foi executado entre julho de 2022 e junho de 2024 com recursos do Programa Petrobras Socioambiental.



segunda-feira, 15 de junho de 2015

Maricá inicia credenciamento de pescadores para frigorífico-móvel

A Prefeitura de Maricá, interior do Rio, está realizando mudanças no uso e comercialização de produtos no caminhão do peixe. A partir de agora, a venda do pescado no frigorífico-móvel será feita diretamente pelos pescadores e a Secretaria Municipal Adjunta de Agricultura, Pecuária e Pesca ficará responsável pela disponibilização de motorista e atendente. Desta segunda-feira (15) até a sexta-feira (19), acontece um chamamento público para o credenciamento das associações de pescadores. O sorteio, que definirá a data de uso, acontecerá no dia 23 deste mês, às 10h, na secretaria.


Para o credenciamento, que terá vigência de 12 meses, os representantes das associações precisam comparecer na secretaria (Estrada de Ubatiba, s/nº, em Ubatiba), das 9h às 17h, com original do CNPJ, cópia do estatuto e ata de posse da entidade registrada no órgão competente. Os documentos deverão ser entregues em envelopes.

O funcionamento do frigorífico-móvel acontece de terça-feira a sexta-feira, das 8h às 12h, no Caxito, São José do Imbassaí, Caju, Inoã, Itaipuaçu e Centro. Mais informações pelo telefone (21) 3731-4014.

Fonte: G1

segunda-feira, 1 de junho de 2015

MP alerta para impacto de mega-empreendimento sobre comunidade pesqueira de Maricá


Os ministérios públicos Federal (MPF) e do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ) querem saber qual será o impacto da instalação do complexo turístico e residencial Fazenda São Bento da Lagoa, de 840 hectares, na comunidade tradicional de pescadores Zacarias, em Maricá. Em maio, o projeto recebeu a licença prévia, a primeira de três, que vão autorizar a construção e o funcionamento do local.

Representantes dos ministérios Público Federal e do Rio de Janeiro visitaram a Comunidade Tradicional de Pescadores Zacarias, em Maricá, para saber qual será o impacto da instalação de um mega-empreendimento turístico na regiãoTânia Rêgo/Agência Brasil

A Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) também monta um dossiê para acionar a Organização das Nações Unidas (ONU) contra o empreendimento. O documento trará denúncias de coação e intimidação de moradores. O grupo IDB Brasil, responsável pelo complexo, nega qualquer forma de ameaça.

Às margens da Lagoa de Maricá, em uma área de chão batido, a comunidade Zacarias terá de ser parcialmente realocada para instalação do complexo. Perderá a centenária sede da associação de pescadores, onde funciona o único parquinho para crianças e tradicionalmente são realizadas as festas. Muitos moradores são contra o empreendimento, temem que a chegada de 20 mil pessoas e as novas edificações causem danos ao meio ambiente e mudem o perfil do lugar. Outra preocupação é com a passagem para o mar, que terá de ser feita pelo condomínio.

Na última semana, após reunião na comunidade, um dos promotores que analisam os impactos socioambientais do projeto, José Alexandre Maximino Mota, disse que algumas questões ainda não estão claras. “Será que os moradores serão absorvidos pelos novos empregos? Será que estarão qualificados? Ou, no médio e longo prazo, haverá uma expulsão, por aumento do custo de vida?”.

O Ministério Público Federal, que também esteve na reunião, inicia estudos antropológicos sobre os impactos na comunidade e acompanha a questão ambiental. Um dos pontos é a regularização fundiária coletiva que a comunidade tem direito, na visão dos ministérios públicos, por estar há anos assentada em Zacarias.

Para tentar permanecer, uma parte da comunidade quer a titulação coletiva do território, incluindo a sede da Associação Comunitária de Cultura e Lazer dos Pescadores de Zacarias, de 1943. “O povo aqui só sabe pescar. Sair daqui, é sair para morrer”, disse o presidente da entidade, Vilson Corrêa. A posse coletiva é dada em nome da comunidade e não permite a venda, o que garante unidade, diz.
Para titulação coletiva, é necessária uma ação de desapropriação de parte da fazenda, que hoje é particular.


Alguns dissidentes, no entanto, que fundaram outra associação, a Associação de Moradores e Pescadores de Zacarias, de 2009, são a favor do empreendimento, que concederá títulos individuais, concordam com a realocação de casas. Para eles, o complexo trará serviços que a população aguarda.

“Não temos comércio, não temos posto de saúde, asfalto, saneamento, lazer, nada”, disse o presidente, Washington da Costa. “Se os órgãos competentes não fazem, melhor entregar às empresas para facilitar a vida da comunidade”, avaliou.

Responsável pelo empreendimento, o grupo IDB Brasil esclarece que estenderá à comunidade de Zacarias as mesmas vantagens que serão oferecidas aos novos residentes. “Faremos toda a infraestrutura do nosso empreendimento, como pavimentação e urbanização porque a prefeitura pode não ter fundos ou ter outras prioridades”, disse o diretor-executivo do IDB Brasil, David Galipienzo. “Como Zacarias está integrada, decidimos estender as benfeitorias por iniciativa própria”, explicou.
As melhorias, segundo David, não podem ser vistas como forma de assédio à comunidade local. “São claramente uma contrapartida socioeconômica”, frisou.

Fonte: EBC
Imagens: EBC

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Maricá: Ondas destroem barco pesqueiro em Itaipuaçu


Com a chegada da frente fria e a aproximação de um ciclone extratropical no Oceano Atlântico, as ondas aumentaram e destruíram completamente a embarcação pesqueira ‘Joaquim Guerra’.

O chefe da embarcação teria perdido o controle do leme quando o hélice agarrou em uma rede de pesca na praia de Itaipuaçu. Como os donos do barco não tiveram ajuda das autoridades para retirá-lo da praia, apenas tiveram a ajuda de pescadores e de uma retroescavadeira, mas mesmo com todos os esforços, a embarcação acabou sendo destruída com a força do mar na última terça-feira (15).

Um dia antes do barco ser destruído, um dos proprietários contratou uma empresa especializada para retirar a embarcação, porém, com a mudança repentina no tempo e a chegada das chuvas, a operação para a retirada do barco foi cancelada. No dia 15/04, funcionários do Inea (Instituto Estadual do Ambiente) e da Defesa Civil vistoriaram os destroços da embarcação.

Fonte: Maricá Info
Imagem: Adriano Marçal


segunda-feira, 2 de abril de 2012

RJ - Mancha de óleo no mar avistada pelos pescadores


Técnicos do Inea (Instituto Estadual do Ambiente), com apoio do Grupamento Aéreo e Marítimo da Polícia Militar localizaram na manhã de hoje uma mancha de óleo a 20 quilômetros da Praia de Ponta Negra, no município de Maricá, na região metropolitana do Rio de Janeiro. Segundo o Inea, a mancha tem cerca de 2 km de extensão e a estimativa é que tenham sido derramados no mar 1,6 mil litros de óleo.

O INEA solicitou apoio à Petrobras para a cessão de equipamentos especiais para a contenção e a dispersão da mancha. Há riscos de que o óleo atinja as praias da região.

O Inea informou também que fará coleta do óleo, com o apoio da Capitania dos Portos, para identificar a origem do material.

A mancha está localizada em uma rota de navegação, o que leva à hipótese de que o óleo tenha vazado de alguma embarcação. O Inea está monitorando o trajeto da mancha, que foi denunciada ao órgão ambiental por pescadores de Cabo Frio, na Região dos Lagos.

Fonte: Band

terça-feira, 2 de novembro de 2010

RJ - Restos de jubarte aparecem em Maricá

Uma baleia da espécie Jubarte chegou morta a praia de Itaipuaçu, em Maricá, região metropolitana do Rio de Janeiro, nesta segunda-feira (1). O Corpo de Bombeiros, acionado às 9h, chamou uma equipe de biólogos da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), para avaliar como deve ser feita a remoção do corpo do animal, e trabalhar em conjunto com a subsecretaria de Meio Ambiente.

De acordo com os biólogos, que coletaram músculos e gordura para análise de poluentes e metais pesados, a baleia tem cerca de 12 metros de comprimento. O corpo continua boiando, apenas partes do animal chegaram à praia.

No dia 3 de outubro, outra baleia encalhou no bairro Ponta Negra, segundo a prefeitura.

Na última quarta-feira (27), uma baleia morreu após ficar dois dias encalhada na praia de Geribá, em Búzios, região dos Lagos.

Fonte: R7

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