Ministério do Meio Ambiente informou nesta terça (24) que substância coletada e analisada em cinco estados é hidrocarboneto, derivado do petróleo. Órgãos de defesa do meio ambiente buscam identificar origem do material.
O surgimento de manchas escuras tem surpreendido banhistas em pelo menos 43 praias do Nordeste (veja a lista ao final da reportagem). Desde o início de setembro, a substância é vista em oito dos nove estados da região. Ao menos seis animais, entre tartarugas e aves marinhas, foram afetados pelo material.
Em praias de Alagoas, Ceará, Paraíba, Pernambuco e Rio Grande do Norte, a substância foi identificada pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) como hidrocarboneto, derivado do petróleo. Como as análises ainda estão em andamento, não é possível saber a origem da substância.
O G1 questionou se o Ministério vai monitorar as praias do Piauí, Maranhão e Sergipe, onde banhistas também relataram ter visto uma substância oleosa e escura na areia, e aguarda retorno.
De acordo com o Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), equipes da instituição têm atuado na coleta e na análise do material para identificar como ocorreu e quem é o responsável pelo descarte. A prática é considerada crime ambiental, com multa que varia de R$ 50 a R$ 50 milhões.
Em nota, a Marinha do Brasil afirma que, ao ter conhecimento do aparecimento das manchas, "em suas respectivas áreas de jurisdição, as Capitanias dos Portos deslocaram equipes de Inspeção Naval aos locais e constataram a concentração de uma substância de cor preta na areia das praias".
Ainda no texto, a Marinha diz que "foram enviadas para análise do Instituto de Estudos do Mar Almirante Paulo Moreira (IEAPM), no Rio de Janeiro, amostras das manchas que foram localizadas, em praias dos estados de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Alagoas e Paraíba" e "apenas após a conclusão de todas as análises, pelo IEAPM, será possível estabelecer qual a substância recolhida".
Veja a lista de localidades com registro de manchas:
Maranhão
Itatinga
Piauí
Ilha dos Poldros
Ceará
Praia do Futuro
Porto das Dunas
Sabiguaba
Cumbuco
Fortim
Paracuru
Mundaú
Rio Grande do Norte
Via Costeira
Muriú
Camurupim
Pipa
Pirambúzios
Barra de Tabatinga
Foz dos Rios Pirangi do Sul
Foz do rio Pium
Redinha
Paraíba
Bessa
Manaíra
Cabedelo
Pitimbu
Tambaba
Cabo Branco
Pernambuco
Boa Viagem
Del Chifre
Candeias
Gamboa
Ilha de Cocaia
Paiva
Carneiros
Tamandaré
Maria Farinha
Alagoas
Jatiúca
Ponta Verde
Guaxuma
Japaratinga
Maragogi
Praia do Francês
Carro Quebrado
Japaratinga
Barra de São Miguel
Sergipe
Pirambu
Fonte: G1
Mostrando postagens com marcador Piauí. Mostrar todas as postagens
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quarta-feira, 25 de setembro de 2019
IMPACTO: Manchas de óleo são registradas em ao menos 43 praias do Nordeste, mas origem segue indefinida.
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quinta-feira, 25 de abril de 2019
Piauí: Polêmica é gerada com a criação de Comissão de Pesca em Cajueiro da Praia
Uma grande polêmica criada por vereadores de oposição em Cajueiro da Praia, no litoral do Piauí, tem movimentado as redes sociais nos últimos dias e levado medo a classe dos pescadores do município.
A situação foi provocada depois que o projeto de lei nº 043/2019 foi enviado pelo Executivo à câmara que cria o Conselho Municipal da pesca e Aquicultura - COMPESCA, como já existem em varias cidades do Brasil. No caso de Cajueiro da Praia, a comissão será vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico.
Vereadores de oposição estariam espalhando ‘fake news’ através das redes sociais, repassando à população que o projeto de lei teria a intenção de acabar com os direitos dos pescadores locais e acabar a autonomia sindical das colônias de pescadores.
No entanto, em nenhum momento o projeto do Executivo trata de tirar direitos da categoria e de obstruir as funções dos sindicatos e colônias de pesca na região. A proposta encaminhada, ao contrário do que está sendo divulgado, pretende coibir o desvio do repasse do chamado seguro-defeso. Pois o que se sabe é que pessoas sem necessidade financeira e sem ao menos exercer a profissão de pescador (a) receberem o benefício, ilegalmente. Problema atribuído a atos políticos.
Como funciona a Comissão
O projeto aprovado por unamidade no legislativo, define que a COMPESCA passa a regulamentar a política de desenvolvimento de pesca e aqüicultura no município, com as seguintes competências:
- participar da elaboração de normais gerais e a acompanhar a execução da política acima;
- propor a aplicação de medidas para o setor, inclusive mediante a celebração de convênios, acordos e outros ajustes;
- estudar a legislação relativa à exploração dos recursos pesqueiros;
- propor medidas de proteção e preservação das áreas ocupadas por comunidades de pescadores, a fim de assegurar a continuidade da pesca;
- promover em conjunto com a Secretaria Municipal de Turismo e Meio Ambiente a realização de eventos, estudos e pesquisas de campo para promoção e defesa da pesca e da aquicultura;
- acompanhar e fiscalização a tramitação de projetos de lei no âmbito municipal, relacionados à pesca;
- incentivar a inclusão de pescadores tradicionais no mercado produtivo;
- gerenciar situação em que houver conflitos de interesse dos pescadores.
O órgão está subordinado ao Fundo Municipal de Pesca – FMP. Sendo composto por representantes de Governo e de entidades da sociedade civil, nomeados pelo prefeito.
Fonte: Chamada Geral Parnaíba & R10
A situação foi provocada depois que o projeto de lei nº 043/2019 foi enviado pelo Executivo à câmara que cria o Conselho Municipal da pesca e Aquicultura - COMPESCA, como já existem em varias cidades do Brasil. No caso de Cajueiro da Praia, a comissão será vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico.
Vereadores de oposição estariam espalhando ‘fake news’ através das redes sociais, repassando à população que o projeto de lei teria a intenção de acabar com os direitos dos pescadores locais e acabar a autonomia sindical das colônias de pescadores.
No entanto, em nenhum momento o projeto do Executivo trata de tirar direitos da categoria e de obstruir as funções dos sindicatos e colônias de pesca na região. A proposta encaminhada, ao contrário do que está sendo divulgado, pretende coibir o desvio do repasse do chamado seguro-defeso. Pois o que se sabe é que pessoas sem necessidade financeira e sem ao menos exercer a profissão de pescador (a) receberem o benefício, ilegalmente. Problema atribuído a atos políticos.
Como funciona a Comissão
O projeto aprovado por unamidade no legislativo, define que a COMPESCA passa a regulamentar a política de desenvolvimento de pesca e aqüicultura no município, com as seguintes competências:
- participar da elaboração de normais gerais e a acompanhar a execução da política acima;
- propor a aplicação de medidas para o setor, inclusive mediante a celebração de convênios, acordos e outros ajustes;
- estudar a legislação relativa à exploração dos recursos pesqueiros;
- propor medidas de proteção e preservação das áreas ocupadas por comunidades de pescadores, a fim de assegurar a continuidade da pesca;
- promover em conjunto com a Secretaria Municipal de Turismo e Meio Ambiente a realização de eventos, estudos e pesquisas de campo para promoção e defesa da pesca e da aquicultura;
- acompanhar e fiscalização a tramitação de projetos de lei no âmbito municipal, relacionados à pesca;
- incentivar a inclusão de pescadores tradicionais no mercado produtivo;
- gerenciar situação em que houver conflitos de interesse dos pescadores.
O órgão está subordinado ao Fundo Municipal de Pesca – FMP. Sendo composto por representantes de Governo e de entidades da sociedade civil, nomeados pelo prefeito.
Fonte: Chamada Geral Parnaíba & R10
quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Piauí: Marisqueiras desenvolvem pó de conchas usado na agricultura e indústria
A cata do marisco é uma atividade comum entre famílias ribeirinhas do Litoral do Piauí. No Delta do Parnaíba, um grupo faz diariamente a extração do fundo do rio. Já em Luís Correia, as marisqueiras têm encontrado soluções para velhos problemas enfrentados no processamento e estão aproveitando as conchas na agricultura e indústria.
Quem já comeu marisco já teve a impressão que está comendo um pouco arreia e para a mudar a realidade, as marisqueira em Luís Correia colocam o marisco numa rede dentro de um balde para que a arreia seja levada para o fundo do recipiente e eles fiquem limpos.
“Antes, a gente colocava eles de molho de um dia para o outro e achávamos que a arreia saía, mas não sai. Então fizemos o pulsar, colocamos meio tambor de água e colocamos o marisco de molho por cerca de 24 horas. No dia seguinte, o marisco está todo sem areia, que ficou no fundo”, explicou a Fátima Paiva, presidente da associação das marisqueiras de Luís Correia.
Depois de lavado e cozinhado, o marisco vai para essa sala de seleção. O trabalho é cuidadoso, as mãos são habilidosas. As marisqueiras precisam ficar atentas para separar os moluscos bons para o consumo humano e àqueles que morreram antes de irem para panela.
Depois deste processo, as conchas eram descartadas indevidamente no meio ambiente. Hoje, as marisqueiras ganharam uma forrageira da Companhia de desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Na máquina, elas trituram o material que se transforma em pó. Cerca de 95% desse produto é composto de carbonato de cálcio, substância essencial na correção de solos com acidez. Estudos já foram iniciados para comprovar a utilidade deste pó para a agricultura.
“O pó é usado basicamente para fazer a correção do solo que seria o processo da calagem, que é quando o PH do solo está ácido, nós tentamos elevá-lo colocando o pó. Estamos iniciando este experimento dentro de duas comunidades que a gente trabalha e produz que é coentro e couve”, afirmou Rafson Varela, chefe do escritório de Parnaíba da Codevasf.
Rafson Varela comentou que tem relatos de que o pó do marisco é utilizado na produção de massa de porcelanato, na indústria é usado para tintas, tijolos e cerâmicas. Segundo ele, é uma imensidão de ações que podem ser feitas a partir do marisco.
As novidades que deixaram o seu Raimundo Lopes feliz. Ele é o tesoureiro da associação e já está otimista com a nova renda que se aproxima com a utilização do pó da casca do marisco.
“Nós não tínhamos noção de o quanto esta casca pode ser aproveitada. Nós doávamos para fazer artesanato para pessoas que trabalhavam na praia e o restante jogávamos fora. As pessoas já estavam reclamando, mas agora nós temos uma noção do que podemos fazer”, comemorou.
Quem já comeu marisco já teve a impressão que está comendo um pouco arreia e para a mudar a realidade, as marisqueira em Luís Correia colocam o marisco numa rede dentro de um balde para que a arreia seja levada para o fundo do recipiente e eles fiquem limpos.
“Antes, a gente colocava eles de molho de um dia para o outro e achávamos que a arreia saía, mas não sai. Então fizemos o pulsar, colocamos meio tambor de água e colocamos o marisco de molho por cerca de 24 horas. No dia seguinte, o marisco está todo sem areia, que ficou no fundo”, explicou a Fátima Paiva, presidente da associação das marisqueiras de Luís Correia.
Depois de lavado e cozinhado, o marisco vai para essa sala de seleção. O trabalho é cuidadoso, as mãos são habilidosas. As marisqueiras precisam ficar atentas para separar os moluscos bons para o consumo humano e àqueles que morreram antes de irem para panela.
Depois deste processo, as conchas eram descartadas indevidamente no meio ambiente. Hoje, as marisqueiras ganharam uma forrageira da Companhia de desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf).
Na máquina, elas trituram o material que se transforma em pó. Cerca de 95% desse produto é composto de carbonato de cálcio, substância essencial na correção de solos com acidez. Estudos já foram iniciados para comprovar a utilidade deste pó para a agricultura.
“O pó é usado basicamente para fazer a correção do solo que seria o processo da calagem, que é quando o PH do solo está ácido, nós tentamos elevá-lo colocando o pó. Estamos iniciando este experimento dentro de duas comunidades que a gente trabalha e produz que é coentro e couve”, afirmou Rafson Varela, chefe do escritório de Parnaíba da Codevasf.
Rafson Varela comentou que tem relatos de que o pó do marisco é utilizado na produção de massa de porcelanato, na indústria é usado para tintas, tijolos e cerâmicas. Segundo ele, é uma imensidão de ações que podem ser feitas a partir do marisco.
As novidades que deixaram o seu Raimundo Lopes feliz. Ele é o tesoureiro da associação e já está otimista com a nova renda que se aproxima com a utilização do pó da casca do marisco.
“Nós não tínhamos noção de o quanto esta casca pode ser aproveitada. Nós doávamos para fazer artesanato para pessoas que trabalhavam na praia e o restante jogávamos fora. As pessoas já estavam reclamando, mas agora nós temos uma noção do que podemos fazer”, comemorou.
Fonte: G1
Imagem: Museu Nacional
quarta-feira, 19 de setembro de 2018
Piauí: tubarão raro na praia da Pedra do Sal
A aparição de um tubarão raro na praia da Pedra do Sal causou alerta entre pesquisadores da vida marinha no litoral do Piauí. O animal conhecido popularmente como tubarão-boca-grande, de nome científico, Megachasma pelagios, foi encontrado boiando por pescadores que trabalhavam na região e trazido para a margem na tarde da última segunda-feira (10) em Parnaíba.
Segundo Geórgia Aragão, doutoranda em Sistemas Costeiros e Oceânicos e pesquisadora do IPIPEA, esta é a primeira vez que é registrada a aparição desta espécie no Piauí. No mundo inteiro, pouquíssimos animais já foram vistos. "Para se ter uma ideia da raridade deste animal, em 2016 houveram somente 68 registros de captura e avistagem em todo o mundo", pontua a pesquisadora.
A aparição do animal acende um sinal de alerta para o possível desequilíbrio ambiental na região. "Há várias hipóteses que precisam ser analisadas, mas trata-se de um animal raríssimo, e de profundidade. Sua morte pode ser algo relacionado a interação pesqueira ou mesmo a uma patologia do animal", explica a especialista.
O tubarão-boca-grande é um filtrador assim como o tubarão baleia e não possui dentes como ouros grandes tubarões. Ele se alimenta de plânctons e medusas e nada sempre com a boca aberta. O animal encontrado no litoral tinha marcas de mordida de tubarão chaturo e parecia fresco, levando a crer que sua morte era recente.
"O animal foi pego, tiraram fotos, mediram e dividiram entre os pescadores. Não há barreiras para a pesca da espécie, mas preocupa os pesquisadores por ser rara e um importante objeto de pesquisa", lamenta Geórgia.
A pesquisadora alerta ainda para a hipótese do animal ter sido capturado através da pesca de arrasto de fundo ou com uso de espinheis em águas oceânicas, mas não foram encontradas marcas no animal. O Ibama, a Capitania dos Portos e a Polícia Federal, fiscalizam a pesca no litoral do Piauí.
Boca-grande, o tubarão das profundezas
Podendo atingir 5 metros de comprimento, o tubarão-boca-grande vive nas profundezas do oceano e raramente é visto ou filmado por humanos. Pouco se sabe sobre a espécie, descoberta somente em 1976 - quando um tubarão-boca-grande foi acidentalmente arrastado por um navio de pesquisa perto da costa do Havaí.
Desde então, apenas algumas dezenas de tubarões do tipo foram avistados pelo mundo. Eles nadam com suas enormes bocas abertas, em busca de plâncton e águas-vivas.
Em maio de 2017, mais um espécime foi visto no oceano Pacífico, desta vez por pescadores perto da costa de Tóquio, no Japão. Acredita-se que a fêmea tenha subido à superfície para se alimentar. Ela foi encontrada viva em uma rede de pesca, mas não sobreviveu.
Fonte: TNH1
Segundo Geórgia Aragão, doutoranda em Sistemas Costeiros e Oceânicos e pesquisadora do IPIPEA, esta é a primeira vez que é registrada a aparição desta espécie no Piauí. No mundo inteiro, pouquíssimos animais já foram vistos. "Para se ter uma ideia da raridade deste animal, em 2016 houveram somente 68 registros de captura e avistagem em todo o mundo", pontua a pesquisadora.
A aparição do animal acende um sinal de alerta para o possível desequilíbrio ambiental na região. "Há várias hipóteses que precisam ser analisadas, mas trata-se de um animal raríssimo, e de profundidade. Sua morte pode ser algo relacionado a interação pesqueira ou mesmo a uma patologia do animal", explica a especialista.
O tubarão-boca-grande é um filtrador assim como o tubarão baleia e não possui dentes como ouros grandes tubarões. Ele se alimenta de plânctons e medusas e nada sempre com a boca aberta. O animal encontrado no litoral tinha marcas de mordida de tubarão chaturo e parecia fresco, levando a crer que sua morte era recente.
"O animal foi pego, tiraram fotos, mediram e dividiram entre os pescadores. Não há barreiras para a pesca da espécie, mas preocupa os pesquisadores por ser rara e um importante objeto de pesquisa", lamenta Geórgia.
A pesquisadora alerta ainda para a hipótese do animal ter sido capturado através da pesca de arrasto de fundo ou com uso de espinheis em águas oceânicas, mas não foram encontradas marcas no animal. O Ibama, a Capitania dos Portos e a Polícia Federal, fiscalizam a pesca no litoral do Piauí.
Boca-grande, o tubarão das profundezas
Podendo atingir 5 metros de comprimento, o tubarão-boca-grande vive nas profundezas do oceano e raramente é visto ou filmado por humanos. Pouco se sabe sobre a espécie, descoberta somente em 1976 - quando um tubarão-boca-grande foi acidentalmente arrastado por um navio de pesquisa perto da costa do Havaí.
Desde então, apenas algumas dezenas de tubarões do tipo foram avistados pelo mundo. Eles nadam com suas enormes bocas abertas, em busca de plâncton e águas-vivas.
Em maio de 2017, mais um espécime foi visto no oceano Pacífico, desta vez por pescadores perto da costa de Tóquio, no Japão. Acredita-se que a fêmea tenha subido à superfície para se alimentar. Ela foi encontrada viva em uma rede de pesca, mas não sobreviveu.
Fonte: TNH1
terça-feira, 7 de agosto de 2018
Campanhas promovem gestão sustentável da pesca artesanal no litoral Norte e Nordeste do país
Ancoradas na participação comunitária e na ciência da conservação, 10 campanhas serão lançadas em quatro Estados; iniciativa é da ONG Rare, especializada em mobilização social para a adoção de práticas sustentáveis.
Proteger os recursos marinhos e melhorar a qualidade de vida da população costeira tradicional – por meio da gestão participativa e da prática sustentável da pesca – são os objetivos das Campanhas por Orgulho que começaram a ser lançadas no último sábado (28/07) no litoral norte e nordeste do Brasil. Nos próximos 30 dias, dez áreas marinhas protegidas inauguram a segunda temporada de campanhas no país. O foco é o engajamento de comunidades costeiras que vivem da pesca artesanal, que responde por 50% de toda a produção anual de pescado marinho nacional.
Na atual temporada de campanhas no Brasil, que vai de 2017 a 2019, a Rare está trabalhando em Resex Marinhas e em Áreas de Proteção Ambiental (APA), sendo sete áreas novas – cinco no Pará e duas em Pernambuco – e três áreas de replicação nos Estados do Maranhão e Piauí, que dão continuidade às ações realizadas no ciclo anterior. As dez áreas somam um total de 161 mil hectares, envolvendo 4,3 mil pescadores de 53 comunidades e beneficiando direta e indiretamente mais de 17,2 mil pessoas. Os parceiros estratégicos na implementação nacional são o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Comissão Nacional para o Fortalecimento das Reservas Extrativistas Marinhas (Confrem).
28/07 Reserva Extrativista Marinha Caeté-Taperaçu (PA)
Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais (PE)
29/07 Reserva Extrativista Marinha Gurupi-Piriá (PA)
Área de Proteção Ambiental Guadalupe (PE)
04/08 Reserva Extrativista Marinha de Soure (PA)
Reserva Extrativista Mar. Arapiranga-Tromaí (MA)
05/08 Reserva Extrativista Mar. São João da Ponta (PA
18/08 Reserva Extrativista Marinha de Cururupu (MA)
25/08 Reserva Extrativista Marinha Delta do Parnaíba (PI e MA)
18 ou 25/08 Reserva Extrativista Marinha Mãe Grande de Curuçá (PA) (a definir)
26/08 Área de Proteção Ambiental Delta do Parnaíba (PI e MA)
Imagem: Enrico Marone/Rare
Na atual temporada de campanhas no Brasil, que vai de 2017 a 2019, a Rare está trabalhando em Resex Marinhas e em Áreas de Proteção Ambiental (APA), sendo sete áreas novas – cinco no Pará e duas em Pernambuco – e três áreas de replicação nos Estados do Maranhão e Piauí, que dão continuidade às ações realizadas no ciclo anterior. As dez áreas somam um total de 161 mil hectares, envolvendo 4,3 mil pescadores de 53 comunidades e beneficiando direta e indiretamente mais de 17,2 mil pessoas. Os parceiros estratégicos na implementação nacional são o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e a Comissão Nacional para o Fortalecimento das Reservas Extrativistas Marinhas (Confrem).
O Pesca para Sempre tem como eixo central de sua abordagem a delimitação de áreas de uso exclusivo para pescadores beneficiários de uma determinada unidade de conservação de uso sustentável e a definição de zonas protegidas onde os peixes podem se reproduzir livremente, sem a pressão da pesca. Estas últimas são chamadas de Áreas de Conservação e Recuperação de Espécies (Acres).
AGENDA DE LANÇAMENTO DAS CAMPANHAS POR ORGULHO
28/07 Reserva Extrativista Marinha Caeté-Taperaçu (PA)
Área de Proteção Ambiental Costa dos Corais (PE)
29/07 Reserva Extrativista Marinha Gurupi-Piriá (PA)
Área de Proteção Ambiental Guadalupe (PE)
04/08 Reserva Extrativista Marinha de Soure (PA)
Reserva Extrativista Mar. Arapiranga-Tromaí (MA)
05/08 Reserva Extrativista Mar. São João da Ponta (PA
18/08 Reserva Extrativista Marinha de Cururupu (MA)
25/08 Reserva Extrativista Marinha Delta do Parnaíba (PI e MA)
18 ou 25/08 Reserva Extrativista Marinha Mãe Grande de Curuçá (PA) (a definir)
26/08 Área de Proteção Ambiental Delta do Parnaíba (PI e MA)
Fonte: Assessoria de Comunicação RARE
quinta-feira, 28 de julho de 2016
Piauí: 3º festival do Marisco de Ilha Grande
Nos dias 06 e 07 de agosto, a Associação de Catadores de Marisco de Ilha Grande vai promover a terceira edição do Festival do Marisco de Ilha Grande, que acontecerá na quadra o povoados Tatus.
Durante os dois dias de eventos serão realizadas feiras gastronômicas e de artesanato, a escolha da “miss marisqueira”, e regata de canos a remo das mulheres, dentre outras atrações.
A 3º Festival de Marisco de Ilha Grande tem o apoio da Comissão Ilha Ativa, Prefeitura de Ilha Grande, Colônia de Pesca Z-7, e Polícia Militar do Piauí.
Fonte: Proparnaíba
sexta-feira, 27 de maio de 2016
Acordo de Pesca do Timonha e Ubatuba é regulamentado por ICMBio
O Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) divulgou a portaria de nº 49 de 18 de maio de 2016 que dispõe sobre as regras de pesca para o estuário dos rios Timonha e Ubatuba na Área de Proteção Ambiental Delta do Parnaíba.
O acordo de pesca vem sendo discutido desde 2010, quando representantes escolhidos em reuniões de pescadores e marisqueiras das Colônias de Pescadores de Barra Grande, Z 6, de Bitupitá, Z 23 e de Chaval, Z 24, construíram uma proposta para melhorar a atividade da pesca no estuário durante o projeto denominado Encontros de Pesca do Timonha e Ubatuba (2010 – 2012), executado pela APA Delta do Parnaíba e Comissão Ilha Ativa (CIA).
Diversas reuniões aconteceram ao longo de quase dois anos e resultou na aprovação do Acordo de Pesca do estuário, em reuniões das três colônias de pescadores, em novembro de 2012. A APA Delta do Parnaíba, parceira do Projeto Pesca Solidária, levou a proposta aprovada para ser analisada pelo ICMBio.
As regras do Acordo de Pesca, confirmadas por pescadores e marisqueiras das três colônias, em encontros que reuniram 251 par ticipantes em Cajueiro da Praia, 131 em Bitupitá e 59 em Chaval, foram transformadas em normas da APA Delta do Parnaíba, e deverão ser seguidas por todos que realizam a atividade pesqueira.
O Acordo de Pesca estabelece duas principais regiões dentro do estuário: o Berçário e a Área Destinada à Pesca de Facho. O Berçário é um local de reprodução e recrutamento de peixes, e nele fica permitido apenas o uso de linha de mão e tarrafa, e a permanência dos currais já existentes. Essa região fica localizada na foz dos rios Timonha e Ubatuba, Boca da Barra, em direção ao mar aberto. A Área Destinada à Pesca de Facho fica localizada no rio Ubatuba, na faixa do Porto da Lama até o Porto do Jaiá na Ilha Grande e nos rios Camelo, Carpina e da Arraia. Nessa área é permitido, e somente nela, o uso da pesca com facho de luz, que possui a função de atrair a tainha, que então é capturada com puça. O objetivo é reduzir o conflito entre pescadores que utilizam diferentes artes de pesca no período noturno.
Para visualizar o documento oficial, acesse o link para o site do instituto: DCOM_ICMBio_portaria_49_de_18_de_maio_de_2016
Fonte: Pesca Solidária
O acordo de pesca vem sendo discutido desde 2010, quando representantes escolhidos em reuniões de pescadores e marisqueiras das Colônias de Pescadores de Barra Grande, Z 6, de Bitupitá, Z 23 e de Chaval, Z 24, construíram uma proposta para melhorar a atividade da pesca no estuário durante o projeto denominado Encontros de Pesca do Timonha e Ubatuba (2010 – 2012), executado pela APA Delta do Parnaíba e Comissão Ilha Ativa (CIA).
Diversas reuniões aconteceram ao longo de quase dois anos e resultou na aprovação do Acordo de Pesca do estuário, em reuniões das três colônias de pescadores, em novembro de 2012. A APA Delta do Parnaíba, parceira do Projeto Pesca Solidária, levou a proposta aprovada para ser analisada pelo ICMBio.
As regras do Acordo de Pesca, confirmadas por pescadores e marisqueiras das três colônias, em encontros que reuniram 251 par ticipantes em Cajueiro da Praia, 131 em Bitupitá e 59 em Chaval, foram transformadas em normas da APA Delta do Parnaíba, e deverão ser seguidas por todos que realizam a atividade pesqueira.
O Acordo de Pesca estabelece duas principais regiões dentro do estuário: o Berçário e a Área Destinada à Pesca de Facho. O Berçário é um local de reprodução e recrutamento de peixes, e nele fica permitido apenas o uso de linha de mão e tarrafa, e a permanência dos currais já existentes. Essa região fica localizada na foz dos rios Timonha e Ubatuba, Boca da Barra, em direção ao mar aberto. A Área Destinada à Pesca de Facho fica localizada no rio Ubatuba, na faixa do Porto da Lama até o Porto do Jaiá na Ilha Grande e nos rios Camelo, Carpina e da Arraia. Nessa área é permitido, e somente nela, o uso da pesca com facho de luz, que possui a função de atrair a tainha, que então é capturada com puça. O objetivo é reduzir o conflito entre pescadores que utilizam diferentes artes de pesca no período noturno.
Para visualizar o documento oficial, acesse o link para o site do instituto: DCOM_ICMBio_portaria_49_de_18_de_maio_de_2016
Fonte: Pesca Solidária
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Pescadores alertam para colapso do setor com a extinção do Ministério da Pesca
Representantes de pescadores de São Paulo, Ceará, Alagoas, Piauí e Amazonas alertaram para o colapso do setor com a extinção do Ministério da Pesca. O tema foi debatido nesta quarta-feira (28) em audiência pública na comissão mista que analisa a Medida Provisória da Reforma Ministerial (MP 696/15).
A MP faz parte do pacote fiscal, com o qual o governo espera elevar a arrecadação federal em 2016, diminuir gastos públicos e fazer economia com maior superávit primário. Uma das reformas em pauta é a extinção do Ministério da Pesca, que será incorporado ao Ministério da Agricultura.
O presidente da Associação de Pescadores de São Paulo, Edvando Soares, reconhece as deficiências do ministério, mas acredita que a pasta, criada em 2009, é uma conquista da categoria.
- Se comparado a outros ministérios, [o Ministério da Pesca] tem bem menos recursos e faltam profissionais capacitados para dialogar com os pescadores e conhecer suas demandas. Não adianta ir para a mansão do vizinho, que não é minha. O que a gente quer é a nossa casa - disse.
O sindicalista também atribuiu os problemas do setor pesqueiro paulista à prevalência de afinidades políticas na gestão.
- A pesca está em petição de miséria em São Paulo, porque cada superintendente quer ver seu lado, seu interesse político - afirmou, defendendo a presença do especialista em pesca na margem do rio, em contato com as famílias.
Seguro defeso
A decisão do governo federal de suspender por quatro meses o pagamento do seguro defeso é outro impasse enfrentado pela categoria. O benefício é repassado ao pescador profissional artesanal durante o período de paralisação da pesca para conservar as espécies.
Essa também é uma das preocupações da presidente da Federação de Pescadores do Piauí, Raimunda de Souza.
- O prejuízo é enorme. Porque não vai ter defeso, o pescador vai estar liberado para pescar e os peixes vão estar ovados. O prejuízo para o meio ambiente é incalculável. Até o momento, o pescador não tem uma real noção do que está acontecendo - alertou
O deputado Padre João (PT-MG) acredita que a demanda dos pescadores artesanais seria mais bem atendida dentro do Ministério de Desenvolvimento Agrário, cujas políticas públicas alcançam os trabalhadores artesanais.
- O fim do ministério já é um retrocesso, uma perda. E se a pescaria artesanal ficar no Ministério da Agricultura, o prejuízo será maior, porque seriam perdidas as demandas do setor. O mais certo seria manter apenas a pescaria industrial no Ministério da Agricultura - afirmou.
O relator, senador Donizeti Nogueira (PT-TO), por sua vez, comprometeu-se a evitar retrocessos no setor pesqueiro. Segundo ele, a criação do Centro da Embrapa de Aquicultura e Pesca, em Tocantins, fortalece a pesquisa no setor.
- Estamos perdendo o caráter de ministério, mas não de importância pública -explicou.
Fonte: Agência Câmara
A MP faz parte do pacote fiscal, com o qual o governo espera elevar a arrecadação federal em 2016, diminuir gastos públicos e fazer economia com maior superávit primário. Uma das reformas em pauta é a extinção do Ministério da Pesca, que será incorporado ao Ministério da Agricultura.
O presidente da Associação de Pescadores de São Paulo, Edvando Soares, reconhece as deficiências do ministério, mas acredita que a pasta, criada em 2009, é uma conquista da categoria.
- Se comparado a outros ministérios, [o Ministério da Pesca] tem bem menos recursos e faltam profissionais capacitados para dialogar com os pescadores e conhecer suas demandas. Não adianta ir para a mansão do vizinho, que não é minha. O que a gente quer é a nossa casa - disse.
O sindicalista também atribuiu os problemas do setor pesqueiro paulista à prevalência de afinidades políticas na gestão.
- A pesca está em petição de miséria em São Paulo, porque cada superintendente quer ver seu lado, seu interesse político - afirmou, defendendo a presença do especialista em pesca na margem do rio, em contato com as famílias.
Seguro defeso
A decisão do governo federal de suspender por quatro meses o pagamento do seguro defeso é outro impasse enfrentado pela categoria. O benefício é repassado ao pescador profissional artesanal durante o período de paralisação da pesca para conservar as espécies.
Essa também é uma das preocupações da presidente da Federação de Pescadores do Piauí, Raimunda de Souza.
- O prejuízo é enorme. Porque não vai ter defeso, o pescador vai estar liberado para pescar e os peixes vão estar ovados. O prejuízo para o meio ambiente é incalculável. Até o momento, o pescador não tem uma real noção do que está acontecendo - alertou
O deputado Padre João (PT-MG) acredita que a demanda dos pescadores artesanais seria mais bem atendida dentro do Ministério de Desenvolvimento Agrário, cujas políticas públicas alcançam os trabalhadores artesanais.
- O fim do ministério já é um retrocesso, uma perda. E se a pescaria artesanal ficar no Ministério da Agricultura, o prejuízo será maior, porque seriam perdidas as demandas do setor. O mais certo seria manter apenas a pescaria industrial no Ministério da Agricultura - afirmou.
O relator, senador Donizeti Nogueira (PT-TO), por sua vez, comprometeu-se a evitar retrocessos no setor pesqueiro. Segundo ele, a criação do Centro da Embrapa de Aquicultura e Pesca, em Tocantins, fortalece a pesquisa no setor.
- Estamos perdendo o caráter de ministério, mas não de importância pública -explicou.
Fonte: Agência Câmara
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Austrália: pescadores capturam atum com "chifre"
Curioso, lembrei da história que escutei de um espadarte ter furado o casco de um botão (a vela e de casco de madeira), me mostraram até no Porto dos Botes em Camocim a embarcação, que se não me engano se chamava Maverick, contudo não há um que eu conte esta história e acredite, e olhe que escutei esta história em Itarema, localidade do barco de pesca que resgatou os pescadores do botão atingido, em Camocim e até no cais do Anchieta em Luis Correia, Piauí.
Notícia - Austrália:
Um trio se surpreendeu ao fisgar um atum com um chifre durante uma pescaria na costa do estado de Queensland, na Austrália.
Kim Haskell tinha saído em uma pescaria com o irmão Jamie e o sobrinho Christopher, quando o sobrinho puxou a linha com o atum bizarro.
O peixe acabou comparado ao mítico unicórnio.
No facebook, Jamie escreveu que o atum estava com o bico pontiagudo de um marlim espetado na cabeça. Como estava cicatrizado, ele acredita que o "chifre" tem sido espetado há muito tempo.
Ele destacou ainda que o "chifre" estava incrivelmente centrado e não teria acreditado na história se não fossem eles mesmos que tivessem fisgado o atum. "Provavelmente, é a coisa mais estranha que eu já encontrei em um peixe", disse.
Mauricio Duppré
Notícia - Austrália:
Um trio se surpreendeu ao fisgar um atum com um chifre durante uma pescaria na costa do estado de Queensland, na Austrália.
Kim Haskell tinha saído em uma pescaria com o irmão Jamie e o sobrinho Christopher, quando o sobrinho puxou a linha com o atum bizarro.
O peixe acabou comparado ao mítico unicórnio.
No facebook, Jamie escreveu que o atum estava com o bico pontiagudo de um marlim espetado na cabeça. Como estava cicatrizado, ele acredita que o "chifre" tem sido espetado há muito tempo.
Ele destacou ainda que o "chifre" estava incrivelmente centrado e não teria acreditado na história se não fossem eles mesmos que tivessem fisgado o atum. "Provavelmente, é a coisa mais estranha que eu já encontrei em um peixe", disse.
Fonte: Planeta Bizarro
quinta-feira, 9 de outubro de 2014
MPA inicia instalação de rastreador em embarcações de pesca de lagosta
A partir da próxima segunda-feira (13), o Ministério da Pesca e Aquicultura (MPA) iniciará gratuitamente a instalação de equipamentos de rastreamento de embarcações pesqueiras por satélite, o PREPS, em embarcações de lagosta com comprimento entre 10 e 15 metros localizadas nas costas norte e nordeste do País. Os dois primeiros pólos contemplados são no estado do Ceará, em Acaraú e Fortaleza.
O PREPS (Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por Satélite) foi instituído e regulamentado através da Instrução Normativa Interministerial nº2, de 04 de setembro de 2006. O rastreador proporciona mais segurança para os pescadores embarcados já que será interligado com o sistema do Serviço de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil (Salvamar). Com o equipamento, o pescador pode enviar pedido de socorro à Marinha que, através do acesso de dados do Preps, saberá exatamente a localização daquela embarcação.
De acordo com o Secretário de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura do MPA, Fábio de Castro, há outra grande vantagem aos pescadores que aderirem ao programa. “Eles terão a possibilidade de monitorar, inclusive com histórico de pescarias, os seus pontos de pesca pelo sistema Preps, desenvolvendo, portanto, uma inteligência de captura em seus cruzeiros”, explica o secretário.
Os pólos foram definidos para atender melhor aos donos das embarcações. Ao todo são 16 pólos, divididos em sete estados do nordeste e norte. Cinco no Ceará, quatro no Rio Grande do Norte, três na Bahia e um em Pernambuco, Paraíba, Piauí e Pará. Confira a localização de cada um deles e a divisão das embarcações atendidas em cada pólo. Caberá a cada dono de embarcação se dirigir aos pólos definidos. Haverá uma equipe credenciada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura para a instalação do equipamento de acordo com uma programação já pré-definida.
As embarcações de lagosta que não estiverem com o equipamento devidamente instalado até 1º de dezembro, não conseguirão renovar suas licenças de pesca, inclusive a Autorização de Pesca Complementar com validade a partir de 1º de dezembro de 2014.
O PREPS (Programa Nacional de Rastreamento de Embarcações Pesqueiras por Satélite) foi instituído e regulamentado através da Instrução Normativa Interministerial nº2, de 04 de setembro de 2006. O rastreador proporciona mais segurança para os pescadores embarcados já que será interligado com o sistema do Serviço de Busca e Salvamento da Marinha do Brasil (Salvamar). Com o equipamento, o pescador pode enviar pedido de socorro à Marinha que, através do acesso de dados do Preps, saberá exatamente a localização daquela embarcação.
De acordo com o Secretário de Monitoramento e Controle da Pesca e Aquicultura do MPA, Fábio de Castro, há outra grande vantagem aos pescadores que aderirem ao programa. “Eles terão a possibilidade de monitorar, inclusive com histórico de pescarias, os seus pontos de pesca pelo sistema Preps, desenvolvendo, portanto, uma inteligência de captura em seus cruzeiros”, explica o secretário.
Os pólos foram definidos para atender melhor aos donos das embarcações. Ao todo são 16 pólos, divididos em sete estados do nordeste e norte. Cinco no Ceará, quatro no Rio Grande do Norte, três na Bahia e um em Pernambuco, Paraíba, Piauí e Pará. Confira a localização de cada um deles e a divisão das embarcações atendidas em cada pólo. Caberá a cada dono de embarcação se dirigir aos pólos definidos. Haverá uma equipe credenciada pelo Ministério da Pesca e Aquicultura para a instalação do equipamento de acordo com uma programação já pré-definida.
As embarcações de lagosta que não estiverem com o equipamento devidamente instalado até 1º de dezembro, não conseguirão renovar suas licenças de pesca, inclusive a Autorização de Pesca Complementar com validade a partir de 1º de dezembro de 2014.
O MPA garantirá a instalação dos equipamentos e as mensalidades durante o período de um ano, tudo de graça.
Para maiores informações, os donos das embarcações devem entrar em contato com as Superintendências da Pesca e Aquicultura de seus estados, ou na Coordenação-Geral de Controle de Pesca no telefone (61) 2023-3561.
Para maiores informações, os donos das embarcações devem entrar em contato com as Superintendências da Pesca e Aquicultura de seus estados, ou na Coordenação-Geral de Controle de Pesca no telefone (61) 2023-3561.
Fonte: MPA
terça-feira, 22 de abril de 2014
IV Congresso Nacional de Unidades de Conservação do Delta do Parnaíba
O curso de Turismo da UFPI Campus de Parnaíba realiza entre os dias 14 e 16 de maio o IV Congresso Nacional de Unidades de Conservação do Delta do Parnaíba (CORUC), sob orientação da professora Msc Simone Cristina Putrick em parceria com a Mega Turismo e Eventos. O Congresso visa analisar e debater as atividades presentes nas Unidades de Conservação (UC´s) e tem como temática "Territórios e Comunidades" e quatro eixos temáticos para submissão de trabalhos em duas modalidades apresentação oral e exposição em pôster, sendo estes: Redes de Empreendimentos Solidários; Território, Turismo e Meio Ambiente; Unidades de Conservação, Políticas Públicas e Gestão; Pesca Artesanal e Sustentabilidade Ambiental.
Os objetivos do evento são:
- Abordar e fortalecer o planejamento e a gestão territorial das Unidades de Conservação Federais, Estaduais e Municipais, aliado a pratica turísticas para o desenvolvimento e divulgação das UC’s;
- Incentivar a atividade turística de forma integrada a comunidade para fortalecer a diversidade dos saberes, fazeres e do conhecimento tradicional no processo de desenvolvimento;
- Fortalecer e consolidar a rede de articulação entre comunidades pesqueiras, o extrativismo da cera da carnaúba e o município, que proporcione e melhore as trocas de informações, as condições e a qualidade de trabalhos das famílias envolvidas através da pesca artesanal n a s re d e s d e empreendimentos solidários
Em sua quarta edição, o evento abrange diversos estados do nordeste, dentre os quais se destacam Piauí, Ceará e Maranhão, que juntos englobam quatro unidades de conservação, a saber: APA Delta do Parnaíba (PI), Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses (MA), Parque Nacional de Jericoacoara (CE) e Parque Nacional de Ubajara (CE).
Seminário Redes Solidárias na Pesca Artesanal
Durante o IV CORUC ocorre também o "Seminário Redes Solidárias na Pesca Artesanal", que contará com a participação de todos os Campus da UFPI. O propósito é debater aspectos relacionados à pesca artesanal em suas múltiplas dimensões, com foco nas redes de articulação solidárias.
O Seminário é voltado a pescadores artesanais, aquicultores familiares, educadores populares, técnicos ligados a trabalhos com pesca e aquicultura familiar, representantes de entidades de apoio técnico governamentais e não governamentais, estudantes e professores universitários, representantes do poder público das três esferas, entre outros.
Jornalistas de turismo que atuam em jornais, revistas, sites, e em assessorias de imprensa de órgãos públicos e empresas do setor de turismo virão a Parnaíba cobrir a IV Edição do Congresso Nacional de Unidades de Conservação do Delta do Parnaíba - CORUC, o segundo maior evento do Brasil sobre Unidades de Conservação.
Para mais informações: http://www.coruc.com.br/
sábado, 4 de janeiro de 2014
Cachalotes encalham em praias do Delta do Parnaíba (Piauí e Ceará)
Curiosa onda de encalhe de cachalotes no litoral do Ceará e Piauí, 3 ocorrências em menos de 1 mês!
Antes já havia sido descrito outro encalhe de Cachalote no Município de Paulino Neves a cerca de 100km a Oeste, já no litoral maranhense.
A baleia foi encontrada por pescadores de Bitupitá, praia vizinha a de Curimãs, que acionou a Colônia de Pescadores na madrugada do dia primeiro, a última quarta-feira. De acordo com a chefe de Gabinete, Iolanda Fernandes Gomes, a retirada iniciou por volta do meio dia de ontem, quando a maré começou a baixa. "A Colônia comunicou à Prefeitura e esta acionou os demais órgãos de conservação ambiental. Porém, com o feriado, ouve uma dificuldade de comunicação, mas todos os órgãos já foram até o local e realizaram os procedimentos necessários".
Iolanda explica que a praia faz parte da Área de Proteção Ambiental do Delta do Parnaíba, tendo sido avisados o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade local, além de Ibama, Companhia do Portos e outros órgãos de proteção. Com mais de 16 metros, o animal foi classificado como adulto. "A técnica usada para remoção na realidade foi enterrar o animal, o que evitará uma possível transmissão de doenças durante a decomposição", destaca.
O cachalote ou cacharréu é o maior dos cetáceos com dentes, bem como o maior animal com dentes atualmente existente. Mede até 18 metros de comprimento.
Essa não é a primeira vez que uma baleia encalha no município. Em agosto de 2009, uma baleia Jubarte de mais de 15 metros e 30 toneladas encalhou e morreu em Bitupitá.
Ela apresentava cortes profundos, apontados como principal causa do óbito. A espécie que está em extinção procura entre julho e novembro águas quentes e pouco profundas para acasalamento. A carcaça do animal foi enterrada e desenterrada posteriormente para evitar que as pessoas mexessem no local, que é de ampla movimentação.
"Em 2010, também houve outra baleia encalhada no nosso litoral, por isso pescadores e moradores já conhecem o procedimento de alerta aos órgãos competentes", esclarece a chefe de gabinete.
O consumo de mamíferos marinhos é proibida por lei, por isso nenhum morador pôde ter acesso à carne dos animais que poderia estar infectada.
Cachalote-anão (Kogia simus) com cerca de 6,5 metros foi encontrado morto.
1 de janeiro de 2014 - Cachalote encalha em Barroquinha (CE)
A baleia da espécie Cachalote que encalhou na Praia de Curimãs, no município de Barroquinhas foi retirada ontem pelos órgãos responsáveis. De acordo com a Prefeitura a, a demora de três dias entre a descoberta do animal e a retirada ocorreu por conta do feriado do primeiro dia do ano.
Iolanda explica que a praia faz parte da Área de Proteção Ambiental do Delta do Parnaíba, tendo sido avisados o Instituto Chico Mendes de Biodiversidade local, além de Ibama, Companhia do Portos e outros órgãos de proteção. Com mais de 16 metros, o animal foi classificado como adulto. "A técnica usada para remoção na realidade foi enterrar o animal, o que evitará uma possível transmissão de doenças durante a decomposição", destaca.
O cachalote ou cacharréu é o maior dos cetáceos com dentes, bem como o maior animal com dentes atualmente existente. Mede até 18 metros de comprimento.
Essa não é a primeira vez que uma baleia encalha no município. Em agosto de 2009, uma baleia Jubarte de mais de 15 metros e 30 toneladas encalhou e morreu em Bitupitá.
Ela apresentava cortes profundos, apontados como principal causa do óbito. A espécie que está em extinção procura entre julho e novembro águas quentes e pouco profundas para acasalamento. A carcaça do animal foi enterrada e desenterrada posteriormente para evitar que as pessoas mexessem no local, que é de ampla movimentação.
"Em 2010, também houve outra baleia encalhada no nosso litoral, por isso pescadores e moradores já conhecem o procedimento de alerta aos órgãos competentes", esclarece a chefe de gabinete.
O consumo de mamíferos marinhos é proibida por lei, por isso nenhum morador pôde ter acesso à carne dos animais que poderia estar infectada.
1 de janeiro de 2014 - Cachalote encalha no Piauí
Em Luís Correia, na praia de Arrombado, Litoral do Piauí, foi encontrado por um banhista um filhote de baleia no mesmo dia que a Cachalote encalhou em Barroquinha. O animal foi devolvido ao mar antes da chegada dos biólogos.
Fonte: Diário do Nordeste
9 de dezembro de 2013 - Cachalote encalha na Praia da Pedra do Sal no Parnaíba (PI)
Fonte: Voz de Ilha Grande
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
PI - Ibama autoriza pesca de piranhas em José de Freitas
Fonte: http://180graus.com/jose-de-freitas/ibama-autoriza-pesca-de-piranhas-em-jose-de-freitas-450529.html
Pescadores do Município de José de Freitas-PI, utilizando 66 redes, dois jequis e três canoas, iniciaram na noite desta sexta-feira (19 de agosto de 2011), uma operação na Barragem do Bezerro, em José de Freitas-PI, para capturar piranhas que estavam atacando turistas que frequentam àquele ponto turístico do Estado do Piauí.
Nas primeiras buscas feitas na barragem, na noite de ontem (19), os pescadores conseguiram capturar 97 piranhas. O Ibama autorizou a operação e emprestou aos pescadores 66 redes e ainda a utilização de jequis durante as buscas as piranhas, que levou diretores daquele órgão até à Barragem do Bezerro para mostrar a situação e a preocupação dos comerciantes estabelecidos na margem do referido ponto turístico.
sábado, 14 de maio de 2011
Globo Mar - Delta do Parnaíba e Parcel de Manuel Luís
Globo Mar: Nossa equipe foi até o norte do Maranhão visitar um dos maiores cemitérios de navios do mundo, o Parque Estadual do Parcel de Manuel Luís.
A expedição partiu de São Luís em dois catamarãs. De lá, navegamos pela costa até a Barra do Carapirá. Conhecemos o farol da Ilha de Santana, vimos a captura de caranguejos no mangue de Tutóia e, partindo do Delta do Parnaíba, fomos até o Parcel de Manuel Luís.
O farol da Ilha de Santana pode ser visto a 50km de distância. A variação da maré é intensa na região e os navegantes precisam ficar atentos para evitar o encalhe. Nossa equipe escapou por pouco de passar a madrugada atolada em um bote no mangue. A Ilha de Santana tem apenas 45 casas e cerca de 200 habitantes. O farol está na ilha há 150 anos e permanece em perfeito estado de conservação.
De lá, navegamos 22 horas até o Delta do Parnaíba, o único delta marinho da América do Sul e um dos únicos do mundo. Chama-se delta ao conjunto de desembocaduras de um rio em forma de triângulos, criando canais até o mar. No Parnaíba, dependendo da maré, há entre 70 e 90 ilhas entre os canais.
Desembarcamos em Tutóia, na divisa do Maranhão com o Piauí, onde acompanhamos a caça de caranguejos no mangue. Como a época é de defeso, os animais só podem ser capturados para consumo próprio. O objetivo é que o caranguejo tenha tempo de se reproduzir até a próxima temporada de caça.
Deixamos o lado maranhense do Delta do Parnaíba em direção ao Parcel de Manuel Luís.
Fonte: Programa Globo Mar
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