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terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Camocim: Empresa de sísmica equipe botes e baiteras com defletores de radar

Uma excelente iniciativa, que aumentará a segurança de ambas as atividades e deixará um beneficio concreto a frota dos botões e baiteras.


EMPRESA QUE PESQUISA PETRÓLEO EQUIPA BARCOS DE CAMOCIM COM DEFLETORES

A Empresa de origem francesa CGG, que iniciou, no dia 11 de Novembro, a partir do Porto de São Luís (MA), uma pesquisa que visa avaliar se o subsolo da costa de Camocim possui potencial para explorar e produzir petróleo e gás, está equipando 66 embarcações da cidade, entre bastardos e baiteiras, com defletores, equipamentos, produzidos em Camocim, que ajudam na localização, caso haja se aproximem do navio sísmico, abaixo das 5 milhas náuticas permitidas. 
A prospecção, em tecnologia 3D, está sendo feita pelo Navio Vega, de bandeira norueguesa, que mesmo navegando a 60 milhas da costa de Camocim, tem implementado, por meio de suas equipes em terra, um trabalho preventivo visando a segurança de tripulantes de embarcações Camocinenses.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

PB - Cabedelo vai receber centro de referência em navegação

Um centro referência em navegação será montado na Paraíba no ano que vem, segundo a diretora do centro, Margareth Rocha. De acordo com ela, ele será integrado ao núcleo de pesquisa e educação profissional e tecnológica aplicada a pesca e aqüicultura, que já funciona no município. O centro será construído em 2011 com objetivo de profissionalizar a indústria pesqueira na Paraíba e capacitar os trabalhadores da área, além de atuar com ações sociais na comunidade local.

Segundo Margareth Rocha, a idéia é fazer do local um ponto de referência da pesquisa em pesca em toda a América Latina. “O centro de referência do Atlântico Sul terá capacidade de alojar 82 alunos intercambistas de vários países, além de permitir os trabalhadores locais a ampliação dos seus horizontes de vida, profissionalizando o setor no qual trabalham e lhes fornecendo qualificação profissional”, explicou.

Margareth Rocha informou que atualmente, as bases do projeto já foram lançadas, e hoje ele funciona em parceria com o campus de Cabedelo do Instituto Federal da Paraíba (IFPB). “Nas instalações que serão construídas teremos simuladores de pesca e navegação e áreas destinadas a treinamentos, como práticas de sobrevivência no mar, além de vários cursos de extensão, que já funcionam em Cabedelo e são abertos a comunidade em geral. O projeto terá um custo total de R$ 10 milhões e será possível graças a inúmeras parcerias firmadas entre instituições públicas e privadas”, afirmou.

“Algumas ações do centro já ocorrem em Cabedelo, como os cinco cursos de extensão que formam cerca de 100 alunos a cada semestre. São cursos de técnicas de pesca e navegação, processamento do pescado, artesanato pesqueiro e inclusão digital. Também atuamos com o projeto “Eu e o mar”, que visa desenvolver nos trabalhadores que vivem da pesca, turistas e comunidade em geral a importância da profissionalização do setor e da preservação amibiental marinha”, contou.

De acordo com o diretor de formulação de políticas de educação e profissionalização do Ministério da Educação (MEC) Luiz Augusto Caldas, o setor da pesca no país está em plena expansão. “Em 2003 tínhamos apenas cinco cursos de pesca e aquicultura em todo o Brasil. Hoje, são 72 cursos em todo o país, que atuam na capaitação dos profissionais e profissionalização do setor”, disse.

“Nesse contexto, os núcleos de pesquisa são importantes pois trabalham no âmbito de desenvolver novas técnicas e capacitar os profissionais do setor. Cada núcleo é independente, ficando responsável por gerir ações e projetos de acordo com a demanda da comunidade no qual ele está inserido. Assim, nos 28 núcleos que exitem em todo o país, temos atividades como cursos de capacitação, programas de alfabetização de pescadores e comunidades ribeirinhas, dentre outras ações que visem alcançar a comunidade e desenvolver o setor de pesca e aquicultura”, explicou.

Fonte: Jornal da Paraíba

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Outros blogs: "Vige Maria, acode nóis"


Abaixo interessante relato e imagem do que vemos acontecer com mais frequencia do que seria aceitável, os riscos que os pescadores, grandes em coragem, mas pequenos na imensidão do mar quando se deparam nas rotas dos grandes navios, que por vezes parecem não os ver, lhes cortando as redes e infelizmente as vidas vez ou outra. Em toda beira de cais é só perguntar que escutará uma história parecida com esta.

Será que estes imensos não possuem radar?

Vale a pena conferir este blog do Pedro Martinelli, muitas informações, texto interessantes e belas fotos.


navio

“Quem tem que prestar atenção neste bichão somos nós. Lá de cima ele não vê a gente, passa por cima e nem sente nada” .

Depois dos piratas que atacam as embarcações na região da Ilha do Marajó para roubar grude, a bexiga nadatória da gurijuba e da pescada amarela, o maior medo dos pescadores é dos navios que cruzam aqueles mares, principalmente quando a rede esta sendo retirada. Com parte da rede dentro da água a pequena embarcação a vela fica atada a outra parte que esta dentro do barco, sem nenhuma chance de sair do rumo do navio rapidamente. A apreensão é grande porque a vista não larga mais aquele monstro, desde quando era apenas um ponto preto em cima da linha que dividi o céu do mar.

Com a proa do navio sempre apontada na direção do pequeno “casquinho” o navio se aproxima rapidamente e a largura de seu casco vai virando uma parede preta, um imenso fundo infinito que vai ocupando o espaço do céu.

Um deles tirou o chápeu , levou até o peito e disse, “Virgem Maria, acode nóis” e foi para o leme tentar aprumar a proa para receber o banzeiro que rolava na nossa direção. Topamos com aquela onda imensa e a calmaria voltou.

Um vento de popa colocou o barco rapidamente na costa, abrigado dentro de um igapó para merendar um avuado de sororoca. “Ela sempre acudiu nóis, disse o pescador mais velho, com o chápeu no peito e olhar para o céu.

Fonte: Blog - Pedro Martinelli (texto e foto)

terça-feira, 27 de julho de 2010

Barco com casco de garrafas PET atravessa o Pacífico

Um barco feito com 12.500 garrafas pet recicladas chegou nesta segunda-feira (26) ao porto de Sydney, depois de quatro meses de travessia do Oceano Atlântico. O objetivo da viagem era chamar a atenção para os riscos que o lixo plástico significam para os mares.



O Plastiki é um catamarã de 18 metros de comprimento. A tripulação, de seis pessoas.

A equipe britânica liderada pelo ambientalista David de Rothschild sobreviveu à travessia através do Oceano Pacífico em um barco feito de garrafas PET. O catamarã, quase inteiro construído com resíduos, passou por tempestades e ondas gigantes para completar a viagem de aproximadamente 15 mil quilômetros, entre a Califórnia e a Austrália.

O barco, chamado de "Plastiki", é mantido boiando graças a 12.500 garrafas de refrigerante recicladas que formam o casco da embarcação. Rothschild recrutou uma equipe de engenheiros e arquitetos navais para ajudar a construir o barco, o mais verde possível. Até a cola usada para unir as garrafas é feita de um material diferenciado: castanhas de caju e açúcar. 

Durante o trajeto, eles pararam em várias ilhas do Pacífico, como Kiribati e Samoa.


David, de 31 anos, disse que teve a ideia da jornada depois de ler um relatório das Nações Unidas, em 2006, que dizia que a poluição, principalmente a do plástico, era um risco para os oceanos.

Editora Globo

No caminho, o "Plastiki" navegou no meio de um enorme tapete flutuante de lixo conhecido como o Great Pacific Garbage Patch. Ele contém cerca de 100 milhões de toneladas de plástico cobrindo uma área duas vezes o tamanho da França.

Fonte: Revista Galileu, Portal G1
Fotos: Divulgação





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