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terça-feira, 1 de maio de 2012

Navio fantasma japones cruza o pacífico e aparece na costa canadense


Após ser arrastado pelo gigantesco tsunami que atingiu o Japão em 2011, um navio pesqueiro de lula japonês ficou a deriva no oceano Pacífico até atingir a costa do Canadá. O navio de 150 pés (cerca de 50 metros) foi encontrado a 260km  ao Norte de British Columbia no Canadá.


"Ele está a deriva no Pacíico a um ano, por isso que conseguiu atravessá-lo" disse Jefv Olson oceanografo coordenador do Centro de Pesquisa Marinha de Vitoria no Canadá.

Através do número de registro da embarcaçãos e chegou até o armador que confirmou que ninguém estava no navio no momento do acidente.

O navio deverá ser inutilizado já que seriam alto os custos de rebocá-lo de volta até o Japão em viagem de volta atravessando o Pacífico de Leste a Oeste.

Fonte: Vancouver Sun

quarta-feira, 23 de março de 2011

Tsunami - Imagens pelo Japão


Foi criado um Blog que está recolhendo trabalhos artisticos sobre o desastre, como os apresentado abaixo, para posteriormente serem vendidas (as 50 melhores) em um evento no dia 30 de abril.

















O dinheiro arrecadado será enviado a uma entidade de ajuda humanitário no Japão.

Mais imagens: http://cfsl.net/tsunami/

Fonte: O GLOBO



terça-feira, 22 de março de 2011

Japão - Antes e depois do tsunami


Imagens obtidas por meio de satélites têm sido importantes para fornecer um retrato exato da extensão da destruição causada pelo terremoto seguido por tsunami que atingiu o Japão em 11 de março.



O International Charter Space and Major Disasters, que distribui dados orbitais para auxiliar países afetados por desastres naturais, foi acionado pelo governo japonês no mesmo dia em que o desastre ocorreu. Como resultado, imagens feitas por diversos satélites estão sendo utilizadas para mapear as áreas afetadas.

Em janeiro, após deslizamentos na região serrana do Rio de Janeiro, o International Charter Space and Major Disasters foi acionado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) para fornecer imagens e dados para serem utilizados nos trabalhos de recuperação e prevenção.

Fundada na Europa em 2000, a iniciativa combina dados de satélites de várias agências e operadores espaciais de modo a fornecer informações gratuitas que possam ajudar na coordenação de respostas mais rápidas a grandes desastres naturais, como os esforços de auxílio nas áreas atingidas.

A partir dos dados reunidos, especialistas têm podido avaliar a extensão da devastação causada pelo terremoto e tsunami que até o momento soma mais de 8 mil mortes confirmadas, com outras 12 mil pessoas desaparecidas e 360 mil evacuadas e acomodadas em abrigos temporários.

A comparação de imagens feitas antes e depois do desastre permite verificar onde havia estradas, prédios e outras construções e estimar o que foi destruído.

O trabalho de análise dos dados é coordenado pela Agência de Exploração Aeroespacial do Japão (Jaxa) e pelo Instituto de Tecnologia da Ásia. Entre os satélites utilizados estão o TerraSAR-X, da Alemanha, o SPOT-5, da França, o Envisat, da Agência Espacial Europeia (ESA), e unidades dos Estados Unidos.

Segundo a ESA, a análise dos dados ajudará não apenas no processo de avaliação e reconstrução no Japão, mas no aumento da compreensão de como desastres naturais podem atingir áreas habitadas, conhecimento essencial para o desenvolvimento de melhores sistemas de alerta.

Uma divisão do International Charter Space and Major Disasters está analisando 20 anos de dados de satélites de observação para ajudar a entender melhor o impacto dos riscos geológicos.

Mais informações: www.disasterscharter.org

sábado, 12 de março de 2011

Tsunami no Japão

Abaixo imagens do tsunami que atingiu a costa nordeste do Japão ontem, depois do terremoto que atingiu 8,8 graus na escala Richter.



A força da água parece com que tudo fique menor do que realmemente é, ou pelo emnos que achavamos que fosse e arrasta tudo que encontra pela frente, carros, barcos, casas ...



Imagens: NHK TV


O Tsunami deixou em alerta todo o cinturão de fogo do pacífico. Abaixo imagem de satélite indicando pelas cores a magnitude das ondas. Quanto mais escuro maior o tamanho das ondas, observe que na costa nordeste do Japão onde vimos os vídeos acima, a cor é preta.


Imagem: ScienceShot

Abaixo matéria do O GLOBO um tanto quanto sensacionalista em seu título, que remete a algo catastrófico por aqui também o que não procede. Mas me lembro em 2004 de uma maré inesperada no meio da noite horas após o Tsunami da Indonésia.


Tsunami deve chegar ao Brasil na madrugada de sábado

O tsunami gerado pelo terremoto que atingiu a costa nordeste do Japão na madrugada desta sexta-feira também deverá chegar ao Brasil, a exemplo do que aconteceu com a onda criada pelo tremor que abalou a costa da Ilha de Sumatra, na Indonésia, em dezembro de 2004. Mas, como a distância é muito maior e há mais obstáculos no caminho, o fenômeno deverá ser quase imperceptível. Até o início da noite de hoje, nenhum marégrafo da Marinha havia registrado alterações no nível do mar e a expectativa era de que sinais dele só seriam vistos pelo menos 26 horas depois do tremor, isto é, na madrugada deste sábado.

"O fenômeno está atualmente afetando diretamente apenas o Oceano Pacífico, incluindo a margem oeste do continente americano. Por esse motivo, não se espera haver riscos à navegação na costa brasileira, embora exista a possibilidade de que a onda se propague através da comunicação entre os oceanos Pacífico e Atlântico, pelo Canal de Drake. Neste caso, a previsão de chegada dos sinais de presença do tsunami seria após 26 horas da ocorrência registrada no Japão e provavelmente de forma bastante atenuada", informou a Marinha.

Paulo Rosman, professor de engenharia costeira e oceânica da Coppe/UFRJ, explica que tsunamis só são gerados quando há deslocamento vertical do solo do oceano devido ao terremoto, o que aconteceu no caso do tremor no Japão. No epicentro a onda atinge sua maior altura, que cai a medida que ela vai se irradiando. Como a densidade de energia da onda é proporcional ao quadrado de sua altura, ela perde força rapidamente.

- Mas a grande diferença de um tsunami para uma onda comum não é a altura, e sim o comprimento - diz. - É a diferença de ser atropelado por uma bicicleta e por uma locomotiva. Enquanto uma onda na praia tem comprimento de algumas dezenas de metros, a do tsunami tem dezenas de quilômetros. A massa de água em movimento é muito maior, então uma onda de 20 quilômetros que entra dois quilômetros para o interior não é nada, é só uma lambida, mas que carrega tudo que está pela frente como se fossem folhas boiando.

Segundo Rosman, como o Japão está no meridiano oposto do Brasil e no Oceano Pacífico, o efeito do tsunami no país deve ser ínfimo. No caso do terremoto na Indonésia, a costa atlântica brasileira estava mais próxima e o espaço para a onda passar entre a África e a Antártica era mais aberto.

- Assim, o tsunami deve chegar ao Brasil com uma altura muito menor, provavelmente com apenas um centímetro, e ninguém vai notar - estima.

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