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terça-feira, 26 de maio de 2015

PE: Começa inscrição para pescadores do litoral pernambucano



A segunda etapa do cadastramento dos pescadores artesanais no programa Chapéu de Palha começou nesta segunda-feira (25) uma ação que vai beneficiar profissionais de 17 municípios do litoral pernambucano. Os pescadores irão receber um complemento da renda, além de cursos de qualificação profissional durante o período da proibição da pesca.

Para fazer as inscrições, a Secretaria de Planejamento e Gestão, que coordena o programa, montou um ponto de cadastramento nas associações ou colônias de cada uma das cidades beneficiadas, onde os pescadores serão atendidos, entre as 8h e 17h, até o próximo dia 28.

Na colônia de pescadores Z1, em Brasília Teimosa, no Recife, os pescadores chegaram cedo. Perto das cinco horas da manhã, uma fila já era formada na sede da colônia. Joel Ferreira da Silva, 47 anos, foi um dos primeiros a chegar e estava satisfeito, porque conseguiu se matricular no curso de Noções de GPS. “O programa veio em muito boa hora. O dinheiro que recebemos com a bolsa é uma importante ajuda, mas eu dou muito valor aos cursos de capacitação. Vou fazer o curso de Noções Básicas de GPS. Eu, que pesco com barco em alto mar, preciso desse conhecimento”, observou Joel.

O secretário de Planejamento e Gestão, Danilo Cabral, lembra que o Chapéu de Palha foi precursor do Bolsa Família no Brasil. “É um programa de distribuição de renda que garante a dignidade das pessoas que não podem exercer sua atividade laboral por um determinado período. Também dá acesso a novos conteúdos, que podem gerar mais inclusão e cidadania. Além disso, o Chapéu de Palha é um programa importante nesse período de retração da economia, porque dá direito à dignidade e à cidadania”, afirmou.

Para se cadastrar no Chapéu de Palha da Pesca, o pescador ou a pescadora deve ser maior de 18 anos.

Vale ressaltar que os marisqueiros e marisqueiras também podem participar. No ato do cadastramento, é preciso ter mãos originais e cópias dos documentos de Identidade, CPF, comprovante de residência, carteira de trabalho, carteira do Ministério da Pesca, Registro Geral da Pesca ou protocolo que comprove a inscrição do pescador ou pescadora junto ao Ministério da Pesca, além do número do PIS ou do NIS (cartão do Bolsa Família ou Cartão Cidadão).

Os beneficiários do Chapéu de Palha receberão quatro parcelas de até R$ 256,52 complementares ao valor recebido pelo programa Bolsa Família.

Fonte: Diário de Pernambuco

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

PE: Curso de beneficiamento de pescado


O escritório do IPA em Escada promoveu curso de beneficiamento do pescado , afim de habilitar os agricultores do município a agregar valor ao pescado produzido na região. A capacitação realizada nos dias 16 e 17/09/14 tiveram como instrutores, Gilvan Lira e Joana Darc, e apoio de Jackson Reis, Gustavo Lucas, Yullianna Cybelle e Cleide Miriam e parceiros o Núcleo de Articulação e Fomento para o Desenvolvimento Sustentável, além da Prefeitura de Escada. Os peixes forma fornecidos pelo piscicultor, Joaquim Barreto.


O conteúdo apresentado envolveu as boas práticas de manipulação do pescado, que vão desde o cultivo em viveiros até a comercialização, compreendendo as etapas do manejo de cultivo, despesca, abate, sangria, limpeza do pescado, retirada da pele, filé, barriguinha, aparas do filé e por ultimo descarne da carcaça. A partir desses produtos foi realizada a parte culinária, onde são preparados os pratos: delícia de peixe, isca de barriguinha, bolinho de peixe, isca de aparas e torresmo de peixe.

Segundo o Engenheiro de Pesca do IPA, Gilvan Lira, a monocultura tradicional da cana de açúcar limitou durante anos o conhecimento agropecuário dos produtores familiares, além de continuar diminuindo o seu rendimento financeiro. É necessário apresentarmos outras opções para as comunidades. Esse tipo de capacitação é uma forma de aumentar a renda gerada pela piscicultura, a partir do desenvolvimento de uma atividade que otimiza o valor ao pescado, podendo ser praticada pelos agricultores, e principalmente pelas suas esposas e filhos.

Fonte: IPA

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

AL - Própolis Vermelha é reconhecida como produto exclusivo do Brasil


Projeto ‘Pescadores de Mel ‘capacita moradores da região para atuar como apicultores

O Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) reconheceu a Própolis Vermelha de Alagoas como produto brasileiro sem similar no mundo, o que consolidará uma mudança definitiva na economia dos manguezais do Estado, onde ela é produzida. A Própolis Vermelha possui quatro isoflavonóides*, substâncias nunca antes encontradas ao mesmo tempo em nenhuma espécie de própolis.

Pela sua singularidade, o quilo do produto bruto chega a custar R$ 500 no mercado externo e se tornou a solução para o sustento das famílias de pescadores que enfrentavam dificuldades com a expressiva redução de peixes e caranguejos na região.


A Própolis Vermelha tem cor e características diferenciadas porque sua composição está inteiramente ligada às espécies vegetais típicas dos manguezais alagoanos, tornando-a exclusiva no mundo. As abelhas produzem a própolis a partir de uma planta conhecida como “rabo de bugio” (Dalbergia Ecastophyllum), abundante na região litorânea e lagunar de Alagoas. O “ouro vermelho”, como também é chamado, tem propriedades antimicrobianas, anti-inflamatórias, antioxidantes, cicatrizantes e é também uma espécie de antibiótico natural.

A expansão da cadeia produtiva da Própolis Vermelha, que envolve 22 municípios do litoral alagoano, começou a se tornar realidade com o projeto “Pescadores de Mel”, de capacitação de apicultores, criado em 2006. O projeto nasceu na Estação Ambiental Cinturão Verde e é apoiado pela Braskem, que garantiu os equipamentos necessários para dar suporte ao desenvolvimento da comercialização do produto pelo mundo. O objetivo é que, com a mudança de atividade, os pescadores atuem como pequenos empresários da região. Até julho de 2012, foram capacitados 140 produtores e, até o primeiro semestre de 2013, o projeto pretende atingir cerca de 1.000 pescadores.

Mercado internacional

O Brasil é o terceiro maior produtor mundial de própolis, com 150 toneladas por ano. Desse total, dois terços são destinados à exportação, principalmente ao Japão, que importa do Brasil 92% de todo o seu consumo de própolis, num negócio de aproximadamente US$ 300 milhões anuais. Em 2011, a produção da Própolis Vermelha totalizou 734 quilos, o que rendeu uma média de R$ 674,85 por produtor.

A Indicação Geográfica concedida pelo INPI é um registro que constitui um direito à propriedade intelectual autônoma. É composta de um selo e de um nome geográfico que indica a origem de determinado produto ou serviço. Com isso, o Brasil, por meio do Estado de Alagoas, passa a ser reconhecido como único produtor dessa espécie de própolis no mundo, o que protege a biodiversidade nacional.

(*) Isoflavonóides são compostos encontrados apenas nas plantas que têm fortes propriedades antioxidantes

Fonte: Tribuna Hoje

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Pescadores de Itapemirim navegam por novos mares: o da informática


Mãos marcadas pelo ofício de amarrar cordas, ancorar embarcações, domar o mar bravio. Esta é a lida diária de milhares de pescadores que vivem no litoral de Itapemirim e que buscam no mar a sua sobrevivência.

Diante do azul do mar, da firmeza da terra, a rotina destes homens, de suas mulheres e filhos agora tem um novo traçado na vida profissional e pessoal graças a iniciativa da atual administração em proporcionar, através da Secretaria Municipal de Pesca o curso de informática.

“Perceber o interesse dos nossos conterrâneos em procurar qualificação para enfrentar o mercado de trabalho é vencer mais um desafio que nos deixa realizados como gestores, pois nos certificamos que nossas ações em prol do cidadão desta terra está no caminho certo e não daremos meia volta. Nosso foco é seguir à diante no sentido de buscarmos outros cursos que atendam a realidade dos pescadores e seus familiares”, frisou a Prefeita.

As aulas são ministradas por profissionais capacitados para ajudarem os alunos a navegar em mar ainda não desbravado: o da informática.

“A cada dia percebemos a maior satisfação e procura por parte dos alunos em sentar-se diante das máquinas para descobrirem novas rotas para o conhecimento”, frisou José Mauro Sales titular da pasta de Pesca.

Atualmente são ofertados cursos durante o dia e à noite para aqueles que trabalham, mas não se deixam vencer pelo cansaço e buscam os novos desafios no mundo virtual.

Os interessados em participar do curso devem ter idade superior a 13 anos e podem procurar a Secretaria de Pesca, no Distrito de Itaipava, de segunda a sexta – feira de 8hs às 17hs para fazerem suas inscrições. Um lembrete, já existe fila de espera.

São ofertadas 90 vagas. O curso é de graça. O material didático, também.

Mais informações pelo telefone (27) 3529 1311.

Fonte: Maratimba

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Pescadores terão cursos gratuitos em Cabo Frio


Já está instalado em Cabo Frio o caminhão-escola do Instituto Atlantis/Repsol. Parada no bairro do Portinho, próximo as duas pontes, a carreta será sede de cursos gratuitos voltados para os pescadores e familiares.

Os interessados nos cursos, que ainda não iniciaram e são voltados para as áreas de mecânica, processamento de alimentos, conscientização ambiental, entre outros, deverão fazer a inscrição na Colônia de Pesca Z4 – situada à Rua Major Belegard, no bairro São Bento – na Colônia de Pesca da Gamboa ou na própria carreta.

Esta é a segunda vez que o Instituto Atlantis/Repsol, com apoio da Prefeitura de Cabo Frio, por meio da Secretaria de Desenvolvimento da Cidade e Ambiente (SEDESC) - Coordenadoria Geral de Indústria, Comércio, Trabalho e Pesca -, realiza cursos em Cabo Frio. No ano passado, a carreta ficou no município entre os meses de junho e julho. Neste período, 75 pescadores artesanais foram beneficiados.

Fonte: Nova Saquarema

quinta-feira, 15 de março de 2012

Cursos capacitam comunidade pesqueira do município de São Francisco de Itabapoana (RJ)


Foi realizada no dia 02/03/12 a cerimônia de formatura das primeiras turmas dos cursos de capacitação em informática e mecânica de motor a diesel oferecidos para pescadores do município de São Francisco de Itabapoana (RJ) e seus filhos. O projeto faz parte do Programa de Educação Ambiental (PEA) da OGX na Bacia de Campos e foi escolhido pela comunidade local.

Além dos formandos e seus familiares, estiveram presentes na cerimônia, realizada no Guaxindiba Praia Clube, o prefeito de São Francisco de Itabapoana, Alberto Azevedo, a secretária de Educação e Cultura, Yara Cinthia Nogueira, os presidentes da Colônia de Pescadores de Gargaú e dos núcleos da Colônia de Guaxindiba e da Barra, e representantes da OGX.

Os cursos foram realizados em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFF) e tiveram início em dezembro de 2011, com carga horária de 40 horas cada. Um total de 74 alunos se formou nas primeiras turmas, sendo 58 no curso de informática básica e 16 no curso de mecânica. Todos os formandos receberam certificado de conclusão.

Estão previstas mais duas turmas de mecânica, com 30 alunos cada, além do curso de instrutores de informática que capacitará 12 alunos recém-formados no curso básico. O objetivo deste curso é qualificar os alunos para se torarem instrutores e ministrarem aulas para outras crianças e jovens da comunidade nos laboratórios de informática que foram estruturados como parte integrante do projeto na Colônia de Pescadores de Gargaú e nos núcleos de pescadores de Guaxindiba e da Barra.

O PEA é uma condicionante do licenciamento da atividade de perfuração marítima da OGX na Bacia de Campos solicitado pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Renováveis (IBAMA), e tem como objetivo realizar ações que tragam retorno sustentável para a comunidade e incentivem o fortalecimento da classe pesqueira. Oito municípios do entorno da Bacia de Campos participam do PEA-OGX e parte deles já tiveram seus projetos concluídos.

Saiba mais sobre o PEA da OGX.

Fonte: OGX

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

SE - Educação profissional - Projeto de capacitação pretende melhorar a vida de pescadores


Desenvolver uma matriz agro-ecológica do pescado com bases sócio-organizativas é o principal objetivo do projeto Arranjo Produtivo do Pescado em Brejo Grande, promovido pelo Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Sergipe. O projeto incentiva a criação de uma rede comercial pesqueira de produtores rurais no município sergipano. Brejo Grande tem 7,7 mil habitantes e localiza-se a 135 km de Aracaju.O projeto, idealizado em 2010, abrange toda a comunidade pesqueira da localidade, além de beneficiar os povoados de Carapitanga, Resina-Saramém e Brejão dos Negros. Dados do Ministério de Pesca e Aquicultura revelam que 60% da produção de pescado nacional é proveniente do trabalho de pescadores artesanais. A produção anual brasileira fica em torno de 500 toneladas.

Para desenvolver a ação foram realizadas oficinas com os moradores e fóruns com as lideranças locais, com o intuito de diagnosticar as necessidades de capacitação nos povoados e na sede do município. A partir daí tiveram início cursos para promover a melhoria do processo de produção e a organização dos trabalhadores.

Uma primeira turma de 50 alunos termina ainda este mês o curso de informática básica. Ainda estão previstos, de acordo com o diagnóstico das comunidades, formações em projetos de pesca e em agroecologia. De acordo com a coordenadora do projeto, Mary Nadja Santos, a ação se estrutura em uma nova abordagem de planejamento pesqueiro e visa a autogestão das economias locais. “Nossa meta é o aumento da eficiência dos fatores de produção e promoção de soluções tecnológicas diferenciadas”, explica.

Com previsão de se estender até, pelo menos, meados de 2013, ele é realizado em parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Participam da iniciativa 19 pessoas, dentre pesquisadores, bolsistas do CNPq e voluntários.

Fonte: Planeta Universitário
De Assessoria de Imprensa da Setec, com informações da Assessoria de Imprensa do Instituto Federal de Sergipe

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