Dentro dessa casa, tudo foi feito para não prejudicar o meio ambiente. O biólogo deixou algas em um biorreator que alimentava e iluminava as plantas, estimulando a fotossíntese delas. Assim, ele conseguia ter oxigênio (mas, por precaução, levou um compressor de mergulho, caso fosse preciso mais ar).
Além das plantas, Lloyd tinha uma bicicleta egométrica, que gerava energia através de pedaladas para recarregar seu notebook.
O biólogo ficou 12 dias dentro dessa casa e quer, mais adiante, fazer parte de uma colônia submarina. Junto com a esposa, ele irá realizar experiências e estudar esse ecossistema, que é tão pouco conhecido pelo homem.
Fonte: Planeta Agua / http://www.planetasustentavel.abril.com.br/
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